Site Meter

Archive for October, 2004

Segundo dia de safari

October 20th, 2004 by Luciana Misura

Esta hiena veio andando de encontro ao carro, passou pela gente como se não existíssimos. Estava sozinha. Um Blackbacked Jackal - dois filhotes estavam escondidos atrás dos arbustos. O guia chama o Jackal de killing machine.
Esse Kudu e seu amigo estavam comendo tranquilamente na beira da estrada. Um dos muitos babuínos que vimos veio dar uma olhadinha no carro.
Esta florzinha linda é relativamente comum no parque, chama-se Impala Lily. Um dos macacos vervet que ficam perambulando pelas áreas de descanso, na espera de encontrar comida. Mal estacionamos e eles vieram checar tudo o que tinha no carro.
Este leão estava acompanhado de mais 10, 5 leoas, 4 filhotes e um outro macho adulto. Pausa para sacudir a juba, depois de fugir dos búfalos - dois búfalos deram uma corrida nesses leões poucos minutos antes. Dois Cape Glossy Starlings esperando por migalhas de comida bem pertinho da mesa na área de descanso em Nkuhlu.
Um dos búfalos estava pertinho da estrada. Segundo o nosso guia, o búfalo é um dos poucos animais que não finge que vai te atacar, ele ataca mesmo. O leão segurando uma impala. Não dá para ver na foto, mas tem outro macho ali, os dois estavam brigando pela impala. Foi impressionante ver e principalmente ouvir a briga. Poucos minutos depois o grupo inteiro atravessou a rua em frente ao nosso carro para dividir a imapala com os dois machos.
Essa leoa foi a única que não foi comer junto com os demais, ela ficou do lado oposto da rua, meio que de guarda. Assistir aos leões devorando a impala foi com certeza o momento mais emocionante que tivemos no Kruger.

Um Warthog, tem muitos no parque. Vários elefantes atravessaram a rua bem na nossa frente. Dos dois lados da estrada, camuflados, estavam mais uns 10, no mínimo, entre eles vários filhotes.
Hipopótamos passam o dia inteiro assim, dentro d'água. É raro ver um deles fora do rio. Uma das muitas águias que vimos: esta é uma Fish Eagle.
Só sobrou um riacho no leito deste rio enorme. Nem imagino a chuvarada que cai todos os anos para encher isso tudo novamente. Um Bushbuck macho. Só vimos este em todos os safaris.
Esta Bushbuck fêmea estava do outro lado da ponte. Também só vimos esta. As Nyalas são raras no parque, demos sorte de vê-las, existem apenas entre 30 a 40 delas.
Um Ground Hornbill. Este pássaro é enorme, bem maior do que uma galinha por exemplo. Esse passarinho azul pequeno é um Blue Waxbill.
Nesta foto estamos no topo de uma colina, de onde se tem uma boa vista do parque. Este é o começo do safari da tarde, com um outro guia e mais gente no carro. Assistimos a esta briga de hipopótamos.
Redbilled hornbill, bastante comum, deve ser parente dos nossos tucanos brasileiros. O Blacksmith Plover também está por todo lugar.
A Saddlebilled Stork é uma das mais raras, existem apenas 200 delas no parque inteiro. Um Yellowbilled Hornbill.
Estas águias estavam um pouco longe, então fica difícil de identificar corretamente, acho que são Brown Snake Eagles. Esta águia é uma Bateleur.
Outra águia que não sei ao certo qual é, acho que é uma Tawny Eagle, mas pode ser uma Brown Snake Eagle também. Este pássaro é um Longtailed Shrike.
Alguns Kudus brigando - tinham mais uns três assistindo. Uma Martial Eagle, a maior de todas as águias do parque.

O fantástico Kruger Park

October 19th, 2004 by Luciana Misura

Acordamos cedo e já as 7h da manhã estávamos a caminho do Kruger Park. São 5 horas de carro de Johannesburg até o parque, a estrada é boa e fomos apreciando a paisagem e batendo papo com os três canadenses que também estavam no micro-ônibus com a gente. Infelizmente o tempo não colaborou: céu nublado e temperatura por volta de 20 graus. Vimos muitos morros no caminho cobertos por aloes, que são essas plantas parecidas com bromélias e muito usadas na indústria de cosméticos. A placa de atenção aos hipopótamos não é brincadeira: são animais perigosíssimos e que mais causam vítimas na África. Nessa área, eles podem atravessar a rua, então imaginem o estrago que esses peso-pesados podem causar.

Ficamos em um hotel bem na divisa do parque, o Protea Kruger Gate – do outro lado da cerca fica o rio Sabie, já dentro da reserva, com os animais passeando livremente. A área comum do hotel é bem legal, tudo construído em um deck bem acima do chão, no meio de um super jardim e muito bem integrado a paisagem. Os quartos são simples, bem menos impressionantes do que a área comum, e com certeza estão bem longe das 4-5 estrelas que o hotel proclama. Do deck ao lado da piscina tem-se uma boa vista do rio, e na hora que chegamos, três elefantes estavam por ali – dois leões tinham aparecido 10 minutos antes!



Duiker

Almoçamos e andamos pelos jardins até a hora do nosso primeiro safari, às 15h. Todos os nossos safaris foram em carros abertos, que são pickups modificadas com três ou mais bancos em diferentes níveis, assim todo mundo tem uma boa visão de tudo que acontece. Eu e Gabe não sabíamos, mas tivemos a sorte de cairmos no carro do melhor guia, e o resultado foi muito bom: muitas impalas, kudus, gnus, elefantes, búfalos, girafas, leões, hienas, babuínos, zebras e um rinoceronte! Infelizmente não conseguimos nenhuma foto decente dos búfalos ou babuínos nesse dia. Vimos muitos pássaros lindos também, mas também não conseguimos muitas fotos; invariavelmente eles voavam quando a gente estava prestes a tirar a foto.

A área do parque ainda está bastante seca nessa época do ano – as chuvas só chegam no final da primavera / começo do verão. Algumas árvores já estão verdinhas, mas de um modo geral, a paisagem ainda é de inverno. Muitos rios estão completamente secos, nem sei por quantos passamos, só o leito de areia como lembrança. É impressionante ver como todos os animais e as próprias plantas estão adaptados a esse clima. Outra coisa que nos chamou atenção nesse primeiro dia foi a camuflagem destes animais, como funciona bem! Várias vezes passamos direto por muitos, só então percebendo que ‘alguma coisa se mexeu’ e só então identificando os animais. Até mesmo os elefantes, enormes, quando não estão bem próximos das estradas ou em uma área aberta, são difíceis de enxergar. Como o parque é imenso – 20.000 km quadrados de área, nem imagino quantos bichos estavam a nossa volta mas fomos incapazes de perceber. Os animais não ligam muito para os carros, eles já estão acostumados e sabem que não são ameaçados pelos veículos.



Impalas Kudu
Wildebeest ou Gnu

Logo na entrada vimos este elefante arrancando um arbusto inteiro para comer a raiz. Os elefantes mantém o equilíbrio da vegetação, derrubando árvores muito altas que só serviriam de comida para girafas e com isso trazendo a folhagem a altura adequada para a maioria dos animais. As impalas, estas gazelas bonitinhas, estão por todo o parque e sempre tem um grupo perto da estrada. Os Kudus são outro tipo de antílope, com listras verticais no corpo e bem maiores que as impalas – segundo os locais, a carne de Kudu é uma delícia. Os Gnus ou Wildebeests, são relativamente comuns e andam perto das zebras. As Girafas são lindas e se movem delicadamente, sempre prestando atenção nos carros. Andam em grupo de até 10, mas para uma girafa, que enxerga bem longe, a distância entre as demais girafas do grupo pode ser grande – elas se vêem lá de cima, nós não. Vimos os Leões por sorte: notamos muitos carros parados em um certo ponto da estrada e fomos conferir o que eles estavam olhando; chegamos bem a tempo de ver uma leoa passando perto da estrada e entrando na mata, onde sentou no meio de outros dois leões, um deitado a esquerda e o outro sentado a direita. Ficaram lá, quietos, ignorando uns 6 carros de gente ansiosa para vê-los mais de perto. A camuflagem não é impressionante? O pássaro azul é um Burchell Sterling, um irmão mais raro do Cape Starling, que é mais comum e tão lindo quanto. O bichinho parecido com um ferret, comprido, é um mongoose – um bando inteiro atravessou a rua na nossa frente, mas eles são tão pequenos que desaparecem rapidinho no mato.

Às 18h o portão do parque fecha e temos que voltar para o hotel. Fomos direto jantar, o restaurante é a céu aberto, com tochas, lampiões nas mesas e uma fogueira no meio do círculo de mesas como iluminação. Pena que o céu estava encoberto e não vimos as estrelas. O restaurante serve um buffet, com saladas, carnes grelhadas e acompanhamentos. Destaque para a carne de crocodilo que eles serviram, bem gostosa, o sabor é algo entre frango e peixe. Mal terminamos o jantar, fomos para o deck de observação, e avistamos várias ‘sombras’ se movendo do outro lado do rio. No dia seguinte descobrimos que eram búfalos, que passaram a noite por ali. 21h30 e já estávamos sonhando com o safari da manhã.


Burchell Starling
Klipspringer Mongoose
Hienas

Lion Park e Kruger Park

October 19th, 2004 by Luciana Misura

Vimos estas duas girafas lindas no nosso primeiro dia de safari no Kruger Park. Chegamos ontem em Johannesburgo (depois de um vôo incrivelmente longooooo), fomos ao Lion Park, brincamos com os filhotinhos de leão (fofos!) e hoje viemos para cá. Fizemos o nosso primeiro safari a tarde, vimos girafas, leões, elefantes, zebras, um rinoceronte, hienas, búfalos, uma infinidade de antílopes, pássaros, tudo fantástico. A maior surpresa mesmo foi o hotel, que fica na divisa do parque, e do deck da piscina você vê os animais bebendo água no rio. Bem na hora que chegamos tinham 3 elefantes, e o pessoal do hotel tinha acabado de avistar dois leões e até mesmo uma mamãe leopardo com dois filhotes! Pena que não vimos. Amanhã temos um safari as 5h20 da madrugada, então vou dormir agora.

Aqui no hotel tem um computador com conexão discada que cobra por minuto, então não vou ficar atualizando o blog por enquanto. Quando a gente chegar em Cape Town na sexta, se tiver uma conexão melhor, passo por aqui de novo.

Chegando em Johannesburgo

October 18th, 2004 by Luciana Misura

Saímos de Michigan no domingo as 7h da manhã para uma verdadeira maratona aérea até a África do Sul. Primeiro, Detroit – Atlanta, um vôo de 2 horas. De Atlanta para Johannesburgo é que a gente nota como é longe: 8 horas de viagem até a Ilha do Sal, em Cabo Verde, onde o avião pousa para trocar a tripulação, limpar os banheiros e carregar mais comida. De lá, mais 8 horas e meia até Johannesburgo. A sensação é que você já viajou muito para chegar até lá mas na verdade só está na metade do caminho. Viajamos com a South African Airways, gostei bastante do avião (um Airbus 340-600 novinho com telinhas individuais de vídeo on demand) e da tripulação, só não gostei muito da comida, mas também não dá para esperar muito de comida de avião.

Chegamos na segunda de manhã, por causa do fuso horário: 6 horas a mais. Depois de passar pela imigração, pegar malas, trocar dinheiro, encontrar o guia, etc etc, só chegamos ao hotel em Sandton City (uma cidade moderna ao norte de Johannesburgo, o mais centro de negócios do continente atualmente, segundo os locais) lá pelas 11 horas. A diferença imediata: eles dirigem do lado esquerdo da rua, foi muito estranho sentar no banco do passageiro do lado esquerdo no carro. Em comum com o Brasil, os ambulantes vendendo de tudo no sinal – refrigerantes, carregadores de celular, jornais ou limpando pára-brisa. O dia estava bonito, temperatura agradável e muitos jacarandás em flor enfeitavam a cidade. Obviamente estávamos cansados, mas se ficássemos no hotel dormindo, íamos perder o único dia na cidade, já que era apenas a nossa parada a caminho do Kruger Park. Decidimos então colocar o cansaço de lado e sair para um tour. Foi só o tempo de tomar um banho para ‘acordar’ e tivemos que escolher entre um city tour de Johannesburgo e Soweto (que é a mais famosa cidade negra dos tempos do apartheid) ou uma visita ao Lion Park. Como eu já sabia que a única oportunidade de ver os filhotes de leão era essa, decidimos pelo Lion Park.

O parque é bem simples, tem aproximadamente 80 leões de diferentes idades e divididos em campos cercados. Tem também um campo para hienas e um para as cheetahs (reparem em uma das fotos como a cheetah está bem escondidinha entre a vegetação – só a vimos muito tempo depois de termos parado a van em frente a cerca), além de uma área enorme com vários tipos de gazelas (como o Springbok da foto), aves, pequenos roedores e zebras. Nos campos com os leões, muitos filhotes sendo devidamente cuidados pelas mamães leoas, uma graça. Ficamos impressionados com os dois funcionários do parque que cuidam dos leões: eles estavam sentados em um tronco de árvore em um dos campos, e chamaram uma das leoas como se fosse uma gatinha de estimação. Para nossa surpresa, ela imediatamente levantou, atravessou a rua e foi lá fazer festa e ganhar um carinho. Logo depois foi a vez do leão virar de barriga para cima e ganhar um carinho também. Pareciam uns gatinhos!

O final da visita é no cercado com os filhotes de leão – eram 9. A funcionária do parque que cuida dos filhotes estava explicando que eles foram rejeitados pelas mães, ou estavam doentes, ou eram os mais fracos da ninhada e então foram transferidos para essa área, para quando estiverem maiores e mais fortes, retornarem ao campo com os outros leões. O menorzinho, de apenas dois meses, era o mais curioso e se comportava como um gatinho: se esfregando nas pernas da treinadora e de quem estava dentro da jaula, brincando de morder, rolando no chão e treinando uns ‘miados’ hilários. Quando chegamos eles estavam todos dormindo, e lá pelas 16h30 começaram a acordar e brincar. Fofos demais.

Voltamos para Sandton lá pelas 18h e fomos jantar no Bull Run, que é uma steakhouse que foi recomendada por um amigo de trabalho do Gabe que morou 6 meses na cidade. Comi um carpaccio de springbok defumado (que aparece na foto) e um bife com pimenta moída que estava tão forte que o Gabe acabou comendo, e eu fiquei com o filet mignon que ele tinha pedido com molho de cogumelos. Boa carne, e com vários molhinhos interessantes, incluindo um com peri-peri, uma pimenta gostosa que experimentei em Lisboa há alguns anos. Nem precisa dizer que terminamos de jantar caindo de sono e antes das 21h já estávamos dormindo…








Rumo a África do Sul

October 17th, 2004 by Luciana Misura

Estamos embarcando neste domingo as 7h da manhã para a África do Sul. Vamos para Johannesburgo, Kruger Park e Cape Town. Se tiver internet pelo caminho, vou colocando notícias aqui. Se não, até a volta, dia 26!

De uma hora para outra…2 graus

October 13th, 2004 by Luciana Misura

Assim, do nada, um dia acordei, achei que estava bem frio e fui olhar a temperatura: 2 graus! O outono chegou de repente, mesmo com as árvores mudando de cor, a temperatura em setembro estava bem acima de 20 graus. De uma semana para outra acabou a festa e agora estamos nos 10 graus – para mais durante o dia, para menos durante a noite.

Uma coisa que eu não sabia até comprarmos essa casa: tivemos que chamar uma pessoa para tirar toda a água dos canos do sistema de sprinkler (os jatinhos de água para molhar a grama) antes da temperatura chegar a zero ou abaixo, porque senão a água congela dentro dos canos e estoura tudo. Nem imaginava, se os vizinhos não tivessem comentado ia ser um belo estrago.

E o outro item na lista dos preparativos para o inverno é a piscina – que nem usamos nesse verão fajuto que mal passou dos 30 graus. Tem todo um procedimento para ‘fechar’ a piscina durante os meses de frio, tem que colocar produtos químicos, tirar metade ou mais da água, remover o filtro e a bomba e cobrir com uma capa especial até meados da primavera, quando então remove-se a capa e tem que instalar tudo de novo. Acho que é por isso que a maioria das pessoas por aqui não tem piscina (claro). O vizinho da casa atrás da nossa já fechou a piscina dele, mas pelo menos os dois meninos nadaram o verão inteiro, mesmo quando eu estava batendo os dentes com o ventinho de final do dia, com a temperatura lá pelos 20 graus e a água sabe-se lá em quantos graus. Para criança não tem tempo ruim…

Obviamente com essa mudança de temperatura absurda eu fiquei doente, estou há mais de uma semana gripada. Mas o engraçado foi o pessoal do trabalho em pânico achando que eu estava com a flu, que é uma gripe forte e que eles tomam vacina religiosamente todo ano – e que justamente este ano as vacinas estão em falta e ninguém tomou. Meu chefe já estava quase me mandando para casa com medo de pegar a gripe também.

Aniversário da Mami

October 12th, 2004 by Luciana Misura

Mamãe faz 53 anos hoje, PARABÉNS MÃE! Liguei meia-noite para dar parabéns primeiro e o Gabe cantou parabéns em português sozinho. Em dezembro vamos matar as saudades e dar os beijos de feliz aniversário atrasado!

Mega-atualização no Mundo Pequeno

October 12th, 2004 by Luciana Misura

Sábado fiz uma atualização no Mundo Pequeno, adicionando muitos novos blogs e removendo vários blogs que pararam de ser atualizados. É impressionante a quantidade de gente que parou de escrever e ao mesmo tempo tanta gente nova chegando! Ainda falta navegar pela metade do site para conferir os links, mas agora está mais arrumadinho. E o pedido ainda vale: se você conhecer algum blog de brasileiro no exterior que não está na lista, me mande um email.

Mais um…Link

October 11th, 2004 by Luciana Misura

O Estadão lançou uma comunidade também, do mesmo jeitinho que o Orkut e o Multiply: Link. A vantagem é que é em português e o site está rapidinho (por enquanto, que tem pouca gente). Achei melhor que o Multiply, mas ainda gosto mais do Orkut (quando funciona). Só ainda não achei um jeito de fazer um link bonitinho para a minha página por lá, o endereço não é nada amigável.

Colhendo maçãs

October 10th, 2004 by Luciana Misura

Repetimos o tradicional passeio ao Cider Mill, desta vez escolhemos um local que tivesse diferentes tipos de maçã e que permitisse que a gente colhesse as maçãs direto do pé. Fomos primeiro ao Plymouth Orchards & Cider Mill, fizemos a volta na fazenda no carrinho puxado pelo trator mas estava tão lotado que desistimos. De lá fomos para o Erwin Orchards & Cider Mill, que tinha várias espécies de macieiras, todas carregadíssimas, passamos a tarde inteira provando e selecionando diferentes tipos de maçãs (na entrada você compra uma sacola que tem um preço fixo, e aí é só encher com as maçãs e levar pra casa). Meu sogro que sempre leva seu canivete pra tudo que é lugar ia descascando e fatiando as maçãs enquanto passeávemos entre as árvores escolhendo as frutas perfeitas. Com a bolsa cheia de maçãs, escolhemos uma mesa no gramado da lojinha e compramos cidra fresca e donuts quentinhos, que saboreamos curtindo o final de um perfeito dia de outono.

Eu e Gabe no carrinho puxado pelo trator no Plymouth Orchards, esse tipo de transporte chama-se hay ride

As macieiras carregadinhas no Erwin Orchards