Este foi o tema do aniversário de 40 anos de um dos meus colegas de trabalho no sábado. Cada um tinha que levar um prato de comida “estranha”. Eu pensei, pensei, pensei, e resolvi fazer uma feijoada (sem os acompanhamentos todos, logicamente). Toda vez que o Gabe vê feijoada ele comenta como tem uma aparência estranha, então se é esquisita o suficiente para ele, achei que seria uma boa opção. E não é que o pessoal gostou? Levei um panelão e umas três pessoas que comeram e gostaram levaram um pouco para casa em potinhos, hehe. Também fiz um caju amigo lá na hora, levei suco de caju concentrado e misturei com vodka ao invés de cachaça, o povo achou super exótico, até porque ninguém ali nunca tinha experimentado caju na vida, muito menos visto a fruta (a garrafinha Maguary com a foto dos cajus circulou pela festa em meio a oohhhs espantados). Divertido.
Outras comidas estranhas incluíam um prato de rabada, um macarrão japonês com soja fermentada, pastéis (gyoza) de kimchee, bolinhos de polvo, uns queijos em tubo noruegueses, as batatas-fritas canadenses com gravy e queijo, vários peixinhos secos estranhos e até mesmo o thousand-year egg. Eu não comi nem metade das esquisitices, fiquei mesmo nos pratos mais normais, feijoada e depois as sobremesas, que eram todas tradicionalmente deliciosas (bolo de chocolate, crepe com framboesa, sorvete, torta de maçã, morangos com chocolate, etc).
E eu sempre acho engraçadas as festas por aqui, como muitas são marcadas super cedo e terminam cedo – essa foi às 17h e lá pelas 21h não tinha mais ninguém.