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Archive for the ‘Canadá’ Category

Fotos de Vancouver

Setembro 5th, 2006 by Luciana Misura

Coloquei as fotos do final de semana em Vancouver no ar mas ainda estou devendo escrever as legendas e histórias dos passeios.

Capilano bridge e Grouse Mountain

Agosto 13th, 2006 by Luciana Misura














Um dia perfeito em Vancouver

Agosto 12th, 2006 by Luciana Misura
















Sábado em Vancouver

Novembro 26th, 2005 by Luciana Misura

Resolvemos pegar a estrada no sábado e dar um pulinho em Vancouver, British Columbia, Canadá (tenho que especificar porque até mudar pra cá eu nem sabia, mas existe uma cidade chamada Vancouver aqui em Washington, na fronteira sul com Portland, Oregon). São 2h30 de viagem, sendo que com a fila de carros na imigração dá mais uma meia hora.

Chegamos lá por volta de 13h e fomos direto pro Stanley Park, que é um parque lindo e bem grande bem no coração da cidade e onde fica o Aquário. Andamos bastante curtindo o dia bonito (mas não se enganem, a temperatura máxima foi 6 graus e mínima de -1 grau), paramos rapidamente no Aquário (mas não entramos) e fomos até os totens, que são bem legais.

De lá pegamos a ponte para West Vancouver e fomos até o topo de uma das montanhas (acho que era a Grouse Mountain) para ver a cidade do alto. Estava um frio danado lá em cima e com o vento não quisemos nem pensar em ficar andando muito nos dois mirantes que paramos para tirar fotos. Na estrada perto do topo da montanha já tinha uma quantidade razoável de neve, e as trilhas de esqui estavam cheias.










Paramos num shopping local porque Gabe e Robert queriam ver se tinha algum Xbox 360 a venda (doce ilusão) mas nenhuma das lojas tinha o videogame em estoque. Só vimos um monte de gente fazendo fila para jogar nos Xbox 360 ligados para demonstração…

Jantamos em um restaurante bacana chamado Balthazar, metido a moderninho hype mas com ótima comida - adoramos tudo, das entradas (um frango com gergelim e gengibre e uma cesta de pães gourmet), aos pratos principais (arroz jasmim com camarão ao curry e leite de coco pra mim, um steak com molho de cogumelos pro Gabe e um halibut com batatas pro Robert) e as sobremesas (torta de maçã e folhado de morango, que estava espetacular). Sendo que o Robert e o Gabe entre o prato principal e a sobremesa resolveram que não estavam satisfeitos e pediram uma pizza (!!). Será que o chef entendeu que eles acharam as porções pequenas? ;-)

Depois da comilança pegamos a estrada de volta, e já sei que vamos ter que voltar a Vancouver outras vezes para explorar mais a cidade.

Repararam que eles tem uma árvore de Natal flutuante como no Rio? Mas a árvore carioca é mais sofisticada…

Quarto dia: Casa Loma e back to Michigan

Abril 13th, 2004 by Luciana Misura

Acordamos e fomos logo fazendo as malas, colocamos tudo no carro e fomos encontrar o Rafa para almoçar antes de irmos para Toronto (dessa vez tirei fotos da subida pela estrada que passa na floresta e da faculdade). Chegando à cidade, vimos essa mulher na cadeira de rodas com o adesivo da Ferrari, não resisti e tive que tirar uma foto, achei muito legal!


Nosso destino de hoje, Casa Loma. A casa foi construída durante 3 anos, de 1911 a 1914, mas o milionário Henry Pellatt foi a falência durante a Primeira Guerra Mundial e vendeu a casa para pagar suas dívidas, se mudando em 1924. Depois de muitos planos para a Casa (cogitou-se até mesmo demolição!), a prefeitura acabou concordando com o projeto de transformá-la em atração turística, e assim, em 1937, foi aberta ao público. Sorte nossa! Você vai reconhecer o interior da casa se assistiu ao filme X-Men, é aqui a escola do Professor Xavier.

Acima, a fachada lateral da casa e as bandeiras no salão principal. Abaixo, o teto incrivelmente detalhado da biblioteca, as portas da biblioteca para a estufa, que sozinhas custaram alguns milhares de dólares; o interior da biblioteca e o corredor com paredes de madeira que ficou famoso no filme X-Men. O trabalho em madeira na casa inteira é impressionante, com minúsculos detalhes esculpidos em portas, portais, parede, mobília, é realmente uma arte.


As fotos seguintes mostram o interior da estufa, os detalhes do teto da sala privativa da senhora Pellatt - o teto de todos os cômodos também merece atenção, todos maravilhosamente desenhados em alto relevo. A cama do senhor Pellatt é mais um exemplo do trabalho em madeira e a sala privativa da senhora Pellatt.


A escadaria do primeiro para o segundo andar tem esse janelão enorme, de onde se vê a entrada dos fundos da casa. Para chegar as torres da casa, tem que subir uma infinidade de escadas através do telhado da casa, mas a vista lá em cima compensa - pena que o tempo não estava muito bom. O complexo de prédios cor de rosa na outra foto são os estábulos e a garagem, ligados a casa através de um túnel que sai do porão.


Atravessamos o túnel (é super frio lá embaixo, brrrr) e demos uma olhada no estábulo de piso espanhol e baias de madeira nobre, também detalhadamente esculpidas. Falando em túnel, vale dizer que a casa tem várias ‘passagens secretas’, com portas e escadas escondidas.

E assim terminou a nossa visita a Toronto, saímos de lá a caminho de casa (com uma passadinha básica pela IKEA). Para fechar a viagem, duas fotos do estilo canadense: o meu espanto com as moças animadas com o calor de 9 graus que resolveram sair de bermuda e saia; e a bandeirinha onipresente do Toronto Maple Leafs.

Terceiro dia: Royal Museum e passeio pela costa

Abril 13th, 2004 by Luciana Misura

Acordamos tarde (como sempre) e fomos para Toronto almoçar no Rosedale Diner, que é bem tradicional, fica na Yonge Street e tem um hamburger muito bom. Uma das coisas que eu gostei em Toronto é que na maioria dos lugares onde a gente foi comer, eles oferecem sempre mustarda dijon, que eu amo. Outra coisa que me chamou muita atenção na cidade: a quantidade enorme de lojas de flores. Chegamos a contar 4 lojas em um quarteirão! São todas do mesmo jeito: colocams as flores na calçada em bouquets prontos, e tem centenas delas espalhadas pela cidade. Se eu morasse aqui já teria ido a falência!

De lá fomos para o Royal Ontario Museum, que está passando por uma super expansão, que vai dobrar o tamanho do museu. A parte nova vai ter uma arquitetura moderníssima, como vocês podem ver na foto da maquete. Tirei uma foto do museu com a construção para um dia voltar lá e tirar a foto com tudo pronto e fazer um antes e depois.

O museu é bem legal, tem uma parte sobre Dinossauros bem grande, geologia, biodiversidade (passei looonge da seção de insetos, com os bichos vivos, ARGH), muita coisa do Egito, Islam, Grécia, e outras civilizações antigas; objetos dos índios canadenses (amei os totens de 20 metros de altura esculpidos em madeira, fantásticos); objetos históricos variados incluindo uma seção com armaduras e uma exposição especial do Egito, com muitas esculturas, pinturas e papiros. O prédio do museu em si também e bonito e o hall de entrada tem esse teto lindíssimo com mosaico dourado que vocês vêem na foto. Passamos o dia no museu, saímos de lá expulsos quando fechou.



Voltamos para o carro e…surpresa, uma multa! Estacionamos em local proibido, ARGH! Fomos enganados! Na hora que chegamos no lugar, estava uma fila enooorme de carros estacionados, e nem reparamos na placa de proibido estacionar (só olhamos os horários que não podia parar, que eram só a noite, mas não reparamos que não podia estacionar). Quando saímos do museu, só tinha o nosso carro lá, sozinho, com a multa. Acho que todos os canadenses sabiam quando a polícia ia passar e tiraram o carro antes, e nós, turistas desavisados, nos ferramos. Sorte que a multa não é muito cara, 20 dólares canadenses (e eu fiquei tão espantada com a multa que esqueci de tirar uma foto dela).

Como ainda era cedo, lá pelas 18h, fomos para Hamilton pela costa, na estrada margeando o lago Ontario. Tem várias cidades lindinhas, casas maravilhosas, a vista é muito bonita. E como estava um dia de sol, muita gente passeando pela beira do lago. Chegando a Hamilton fomos até a parte alta da cidade, a estrada passa por uma floresta e tem uma vista linda do lago e do pôr-do-sol por entre as árvores, mas não tem um lugar para parar, infelizmente. Vimos a faculdade onde o Rafa dá aula e depois fomos para a parte baixa da cidade jantar.

Fomos a um restaurante libanês - canadense chamado La Luna. Bem gostosa a comida, mas eu gosto mesmo é da sobremesa, Baklava (folhado com mel e pistache, tem com outras nozes também), uma delícia. Fomos dormir razoavelmente cedo, já que o Rafa tinha que dar aula na segunda de manhã e a gente não queria ir pra Toronto tarde porque teríamos que voltar pra Michigan no final da tarde.

Segundo dia: praia, ilha e skyline

Abril 13th, 2004 by Luciana Misura

Começamos o sábado dirigindo por Chinatown, rumo ao bairro Português, que por tabela concentra vários restaurantes e lojas brasileiras. Fomos a um restaurante verde-amarelo e me deliciei com uma boa moqueca de camarão enquanto Gabe e Rafa se esbaldaram com a picanha no espeto. Tentamos tomar um cafezinho na padaria portuguesa Nova Era mas o lugar estava lotado e não apareceu ninguém para atender nos 5 minutos que ficamos na mesa esperando, então fomos embora.


De lá fomos para The Beach, o bairro onde fica a famosa praia local no lago Ontario, e onde os canadenses podem curtir os seus poucos meses de calor (não posso falar nada, é igual aqui em Michigan). Da praia vê-se a cidade, com a torre em destaque. Tinha bastante gente andando por lá, já que está calor (tava uns 10 graus) e o sol resolvia aparecer de vez em quando. Gabe praticou o seu esporte de beira de lago preferido - quicar pedrinhas na água - com direito até a uma aula prática para o Rafa. Não riam, o negócio é sério, tem até campeonato disso em Michigan, com direito a recorde mundial de 24 pulinhos e tudo (eu conheço um cara que faz parte do juri!). Enquanto eles praticavam esse fantástico esporte típico de lugar onde não dá para entrar na água então tem que inventar o que fazer, assistimos ao cachorro louco canadense que chegou saltitante e se jogou na água (!!!), feliz e contente. Nadou, saiu pulando e nem se abalou, enquanto a gente tremia só de olhar.




Fomos então para The Distillery, ou em bom português, a Destilaria. Como o nome já diz, o local era uma destilaria há muitos anos - nem sei quantos, uma placa dizia lá pelos idos de 1800, que foi transformado em um monte de lojinhas bacanas, galerias de arte, bares, restaurantes e cafés. Adorei as lojas, cada coisa linda, mas tudo caríssimo - quadros de 5 mil dólares, lâmpadas de 300 dólares e por aí vai. Mas o lugar é fotogênico, então fiquei brincando com a câmera enquanto o sol brincava de se esconder de mim.




Com o pôr-do-sol começando, resolvemos fazer um programa (quase) de índio: pegar a barca para a Toronto Island, a ilha bonitinha que fica bem de frente para o centro da cidade, para tirarmos fotos do skyline ao final do dia e à noite. A idéia é boa, o problema foi o frio. A temperatura caiu para 5 graus e com o vento eu não quero nem saber qual era a sensação térmica. Só sei que as minhas pernas estavam geladas e eu não tava sentindo nada…Andamos por uns bons 40 minutos pela ilha, em um misto de passar o tempo + não morrer de frio + tentar achar um outro ângulo legal para tirar as fotos. Acabamos não encontrando um bom lugar e voltamos para o cais, mas valeu o passeio. A ilha é bem bonitinha, tem muitas casas por lá, e segundo o Rafa explicou, as casas não podem ser vendidas - são passadas de geração em geração. Foi a forma que o governo encontrou para bloquear a especulação imobiliária e manter o local aberto à população. Durante o verão a ilha fica cheia de gente passeando de bicicleta, crianças brincando, tem parque aquático, restaurantes ao ar livre, deve ficar muito bonito.



Voltamos à terra firme famintos, loucos para jantar, logo depois do jogo do Toronto Maple Leafs, que é o time de hóquei local. Eles ganharam o jogo mas parecia que tinham ganho a final da copa, com o tanto de gente gritando pelas ruas, com bandeiras, buzinando, o maior estardalhaço. Sem contar o monte de gente o dia inteiro com a camisa do time e os carros com bandeirinhas no teto…claro que demorou um pouco para chegarmos ao restaurante, mas valeu a pena. Jantamos maravilhosamente no Sotto Sotto, um italiano ótimo, comida e atendimento perfeitos. Nem preciso dizer que fomos para casa cansadíssimos…

Primeiro dia: Andando (muito) por Toronto

Abril 13th, 2004 by Luciana Misura

Chegamos em Hamilton, cidade vizinha a Toronto, na quinta a noite. Batemos um papo rápido com o Rafa e fomos logo dormir, estávamos super cansados (mas até que a viagem foi bem tranquila, são apenas 4h de viagem). Detalhe do caminho: tem uma cidade em Michigan perto da fronteira com o Canadá chamada…South Park! Haha, se estivesse de dia a gente parava lá para tirar uma foto.

Sexta fez um dia bonito de sol e céu azul perfeito. Fomos para Toronto e começamos o dia no restaurante Marché, que tem de tudo um pouco. Você entra, recebe um cartão onde vão marcar o que você comer, escolhe uma mesa e aí começa a circular entre as várias barraquinhas com os mais diversos tipos de comida, de sushi à quiche, passando por massas, sanduíches na baguete, saladas, sucos naturais, frutos do mar incluindo ostras frescas, vinhos, tudo com uma cara ótima, muito legal. Uma dificuldade enorme para escolher, uma pena que não é por quilo, as porções são grandes e não dá para experimentar um pouco de tudo como dá vontade. Eu comi sushi, que estava ótimo, Gabe atacou um omelete e o Rafa foi de massa. Tudo aprovado, incluindo as sobremesas, cheesecake de chocolate e de framboesa e blueberry, da barraquinha de sobremesas que tinha cada torta fantástica. O restaurante fica dentro de um espaço muito bacana, com telhado de vidro e o corredor em arcos que me lembraram logo dos projetos de Gaudí, o efeito é lindo.


De lá começamos a andança: Yonge Street, a rua mais badalada, cheia de lojas de todos os tipos. Andamos até a rua onde fica o shopping center que tem esses gansos pendurados (que ficamos de voltar depois e acabamos não voltando), continuando em direção de Chinatown, passando pelo prédio antigo e depois o novo da prefeitura, a construção da nova ópera e esse cara doido segurando o monte de ratos (logicamente eu tive que pedir pra tirar uma foto, ARGH).




Já quase chegando em Chinatown, fiquei surpresa com o prédio muito louco da faculdade de Design de Ontario, que estão terminando de construir. O formato, completamente inusitado, chamou a atenção, e a surpresa maior foi ver como a ‘caixa’ quadriculada é sustentada por essas pilastras que parecem tão ‘fininhas’ e ainda por cima, torcidas e irregulares. Sempre me impressiono com a evolução da engenharia, imagino o que Gaudí não faria com essa tecnologia em mãos.

Fomos andando pela rua principal que corta Chinatown, passamos pelo prédio da ChumCity, uma emissora de TV, com o carro saindo da parede, o complexo de cinemas com arquitetura moderna, um bar com pinturas hippies, vimos um riquixá (que estão começando a aparecer mais e mais em Toronto), uma propaganda da cerveja Bavária (que vende por essas terras, já que foi comprada pela Molson, fábrica canadense), muitos skatistas na rua, ciclistas, placas em chinês, o Hard Rock Café com vista para dentro do estádio de baseball e pronto, chegamos à CN Tower.


A torre de 27 anos de idade tem mais de 500 metros de altura e é a maior do mundo, e de lá tem-se uma vista e tanto da cidade e do lago Ontario. Com o dia perfeito que estava fazendo, fomos até o observatório mais alto, que fica a 447 metros de altura - e todo mundo teve a mesma idéia, claro, estava uma fila enorme. A cidade é bem grande como vocês podem ver, tem aproximadamente 3 milhões de habitantes. O lago é enorme, dizem que dá para ver o vapor d’água das cataratas do Niágara, do lado oposto, mas não vimos nada (e se em um dia claro como esses a gente não conseguiu ver, comecei a duvidar dessa história!).


Saímos da torre e fomos encontrar uns amigos brasileiros do Rafa, e depois fomos todos para um pub bem legal. São três casarões super antigos, conectados, de três andares cada um. Ficamos lá batendo papo e tomando cerveja até tarde, e aí aconteceu uma coisa engraçada. Fui ao banheiro e estava ouvindo uma conversinha que parecia ser em português, e eu pensando que já estava com sono ou tinha bebido demais pra estar ouvindo um bate papo em português no banheiro do pub em Toronto. Mas não é que tinham três brasileiras fofocando no banheiro? Elas estavam saindo quando eu me liguei que era português mesmo e comentei ‘nossa, até aqui tem brasileiro?’ e elas meio que levaram um susto, mas pararam para conversar rapidinho, faziam faculdade em Toronto e foram logo me perguntando onde eu estudava, haha (esse pub é frequentado pelos estudantes). Ouvimos um pouco o pianista muito doido que estava se apresentando (o cara tocava piano, cantava e tocava gaita!) e fomos para casa, acabados.

600 fotos depois…cheguei

Abril 12th, 2004 by Luciana Misura

Chegamos tem mais ou menos uma hora, estou cansadíssima, vou dormir e amanhã é dia de colocar a vida em dia - emails, blog, etc. Agora vou lá descansar e apertar muito o Gato que está todo contente em nos ver de volta (e nós também, já estávamos com saudades). Foi muito bacana a viagem, e as 600 fotos foram de verdade, não é exagero não…pegamos alguns dias lindos de céu azul apesar do frio, então deu para aproveitar bastante. CN Tower, Royal Museum, Toronto Island, Casa Loma, Little Italy, Chinatown, Bairro Português, The Beach, Yonge St, tudo devidamente apresentado pelo nosso super-guia Rafa :-) Até amanhã, com fotos!

Toronto!

Abril 8th, 2004 by Luciana Misura

Estamos saindo daqui a pouco, vamos ficar até segunda, na casa do Rafa, que não vejo há pelo menos uns 4 anos (nossa, já tem isso tudo!). Logicamente muitas fotos vindo por aí, se der tempo e a conexão internet permitir, eu publico alguma coisa de lá. Se não der, bom feriado pra todo mundo (aqui o feriado é sexta e segunda ao invés de quinta e sexta!