Archive for the ‘Viajando’ Category
San Diego, passeando pela costa
September 3rd, 2011 by Luciana Misura2 semanas em Michigan e Ohio
August 22nd, 2011 by Luciana MisuraEm NY
August 2nd, 2011 by Luciana MisuraVim pra NY no domingo de manha e fico ate amanha (quarta), volto pra Austin de noite. Estou aqui numa conferencia a trabalho (numa micro cidadezinha chamada Armonk, norte de Manhattan) e nao chego nem perto do laptop o dia inteiro, entao nao estou olhando blog, Twitter, Facebook, esta tudo parado. Estou cansadissima, nao da tempo nem pra respirar. E chegando em casa vou ter quinta e sexta pra arrumar as malas de novo pra irmos todos pra Michigan, passar 2 semanas por la com a familia do Gabe. Correndo contra o tempo…
Viajando com filhos no “Delas”
July 21st, 2011 by Luciana MisuraEu e a Julia fazemos parte desta matéria no site Delas do IG: Viajar para destinos exóticos com os filhos é um projeto possível e Mães dão dicas para viajar com os filhos junto com a Sut-Mie e a Clara e a Claudia e o seu Felipe. Tudo bem que a Julia não foi a nenhum lugar que eu considero exótico ainda, mas a gente chega lá
Umas com tanto, outras com nada – Blogagem Coletiva
July 19th, 2011 by Luciana Misura“Semanas atrás, numa conversa no Twitter entre a Cláudia, Natalie, Carina, Patricia, Carmem e Marcie, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e dedidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim, a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva”.
Eu entrei de participante no último minuto, não tinha visto esse papo e resolvi escrever sobre cidades de praia. Logicamente essas listas são uma questão de gosto pessoal, tem gente que vai achar o oposto por diferentes motivos…mas aí vai a minha opinião!
Na categoria “Uma vez tá bom”:
Aruba – Fomos em 2009, a água das praias é aquela coisa turquesa linda, boa infra-estrutura de hotéis, povo simpático. Com certeza recomendo ir uma vez. Mas achei meio sem-graça. Não é um lugar com uma paisagem de tirar o fôlego (como o Hawaii) ou com muitas coisas interessantes pra fazer (como a Riviera Maia). As praias tem aquela água lindona e fica nisso. A praia mais bacana, Baby Beach, tem uma fábrica ao fundo na paisagem com chaminés enormes soltando fumaça. Você vai de praia em praia se quiser fazer uma coisa diferente todo dia ou então fica na praia do hotel caso fique em um dos vários hotéis em Eagle Beach ou Palm Beach. Bom pra fazer snorkeling e windsurf. Talvez a gente volte um dia porque é uma viagem fácil pra fazer daqui com crianças, mas é só.

Punta Cana – Fomos mês passado, a praia de Bávaro é uma delícia de água morninha e calma que nem uma piscina, tem vários resorts bacanas. Mas também achei sem-graça. Eu não sou uma pessoa que curte muito ficar o tempo todo dentro do hotel, e em Punta Cana isso é praticamente o que você vai pra lá fazer. Nós curtimos a praia, relaxamos no hotel, mas uma vez tá bom. Os passeios mais famosos são longe e a locomoção leva muitas horas (Ilha Saona, Catalina e Samaná), ruim pra fazer com crianças (e muita gente reclama que é longe mesmo sem criança). Não tem uma cidade bacana pra visitar, é tudo fora de mão.

Na categoria “Pra voltar várias vezes”:
Hawaii – Fomos duas vezes a Oahu, em 2002 (em lua-de-mel) e 2007 (antes da Julia nascer). Não vejo a hora de voltar com a Julia e o Eric e de conhecer as outras ilhas. Oahu tem paisagens lindíssimas, excelente infra-estrutura para turismo, praias maravilhosas, e a cultura havaiana é muito bacana. É um mix muito legal de lugares pra ver e coisas pra fazer. Mesmo tendo ido duas vezes, uma vez ficando no lado oeste da ilha e na segunda vez ficando no famoso North Shore, a gente não fez tudo/explorou tudo que gostaria. A locomoção é fácil, a ilha é pequena, e as atividades vão das aquáticas às históricas e culturais. Tem coisa bacana pra todas as idades e gostos, e acomodações idem, das cabanas que os surfistas alugam aos resorts 5 estrelas. Daqui de Austin é uma longa viagem, então ainda vai demorar um pouquinho pra gente voltar, mas com certeza Maui, Kauai e Big Island estão na minha lista.

Riviera Maia – Fomos ano passado, fevereiro de 2010, com a Julia e os meus pais. Ficamos em Cancún e exploramos essa região linda da Riviera Maia: Puerto Morelos, Playa del Carmen, Akumal, Tulum. Praias lindíssimas de água turquesa, ruínas maias, floresta tropical, rios subterrâneos, cenotes, santuários de pássaros e animais marinhos, é sem dúvida uma área privilegiada. A infra-estrutura turística é ótima, a locomoção é fácil e acho que teria que fazer umas 3 ou 4 viagens pra esgotar todos os lugares bacanas que tem pra ver e coisas pra fazer. Pretendemos voltar muitas vezes, e ficaremos em Playa del Carmen e Tulum nas próximas viagens (Playa é mais central pra fazer vários dos passeios, com exceção da Ilha Holbox, que vale a pena ficar na ilha mesmo já que é muito afastada).

Miami e Florida Keys – Fomos em 2009 pra passar um final de semana prolongado e quero voltar. Pra quem gosta da combinação praia + cidade, Miami é um prato cheio. Praias lindas de água turquesa e areia branquinha e infra-estrutura de cidade grande. Pegando a estrada pro sul, logo logo você chega nas Florida Keys, um conjunto de ilhas que vai até Key West, com praias lindas e mais selvagens pelo caminho. Tem praia que não acaba mais, parques com golfinhos, atividades aquáticas para todos os gostos e bolsos, ótimos restaurantes e entretenimento noturno. Adorei a parte art-déco de Miami Beach, um charme.

Região dos Lagos (Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo, Rio de Janeiro) – não podia deixar de fora a região de praias da minha infância e adolescência, e que visito até hoje quando vou ao Brasil. Amo as praias dessa região, areia branquíssima, água transparente, uma mais bonita que a outra. Búzios tem mais hotéis e pousadas chiques, Cabo Frio e Arraial tem opções mais simples. Mas eu amo essas praias todas, a Praia do Forno em Arraial e a Praia do Peró em Cabo Frio tem sempre um lugar reservado no meu coração

Links dos blogs participantes (peguei no Viaje na Viagem):
Abrinco o Bico (a lista da Carina Ditrich)
Abrindo o Bico (a lista da Lena Máximo)
Abrindo o Bico (a lista da Marcie Pellicano)
Abrindo o Bico (a lista da Merél)
Aprendiz de Viajante (a lista da Claudia Beatriz)
Agora vai mesmo (a lista do Arthur Hirigóez)
Área de Jogos da Adri (a lista da Adriane Lima)
Básico e Necessário (a lista da Helô Righetto)
Big Trip (a lista da Paula Bicudo)
Boa Viagem.org (a lista do Luiz Jr.)
Cadernos da Tia Helô (a lista da Kaká)
Colagem (a lista da Luciana Misura)
Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista do Fred Marvila)
Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista da Natalie Marvila)
Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista da Sylvia Lemos)
De volta outra vez (a lista do Alex Melo)
De uns tempos pra cá (a lista da Carmem Silvia)
Dicas e roteiros de viagens (a lista da Carolmay)
Dividindo a Bagagem (a lista da Lu Malheiros)
Donde ando por aí (a lista da Clarissa Donda)
Dri Everywhere (a lista da Adriana Miller)
Filigrana (a lista da Majô Soares)
Flashes por Si (a lista da Simone)
Guardando memórias (a lista da Celinha)
Inquietos (a lista da Priscila e do Vinicius)
J.R. Viajando (a lista do Júnior)
Mala de Rodinha e Nécessaire (a lista da Celina)
MauOscar (a lista do Oscar Risch)
Mikix (a lista da Mirella Mathiessen)
O Descobrimento da América+ (a lista do JB)
Olhando o Mundo (a lista da Denise Mustafa)
O que eu fiz nas férias (a lista do Gabe Britto)
Pelo mundo (a lista da Mari Campos)
Psiulândia (a lista da Ana Maria)
Rosmarino e outros temperos (a lista da Lu Bettenson)
Sambalelê (a lista da Lelei)
Turomaquia (a lista da Carlinha Z.)
Turomaquia (a lista da Patricia de Camargo)
Uma Malla pelo Mundo (a lista da Lucia Malla)
Uno em Cada Lugar (a lista do Rodrigo Barneche)
Viagem pelo Mundo (a lista da Deise de Oliveira)
Viaggiando (a lista da Camila Navarro)
Viajar e Pensar (a lista do Gustavo Belli)
Viaje na Viagem (a lista da Ana Paula)
Viaje na Viagem (a lista do André Lot)
Viaje na Viagem (a lista da Claudia)
Viaje na Viagem (a lista da Cristina Palmeira)
Viaje na Viagem (a lista da Daniela)
Viaje na Viagem (a lista da Deiatatu)
Viaje na Viagem (a lista da Joana)
Viaje na Viagem (a lista da Rosa)
Viaje na Viagem (a lista da Val)
Viaje na Viagem (a lista da Zuzu)
Vida de Turista (a lista do Tiago Busarello)
Singer Island
July 5th, 2011 by Luciana MisuraMais um pouco de praia
June 28th, 2011 by Luciana MisuraVamos pra Flórida na sexta aproveitar o feriado de 4 de julho, voltamos na terça dia 5. Queremos curtir mais um pouco de praia nesse verão, Julia não vê a hora (ela ama praia e ama viajar de avião, então já viu). Voamos pra Fort Lauderdale na sexta de manhã e pegamos um carro de lá pra Singer Island, em West Palm Beach. Se alguém estiver na área podemos combinar alguma coisa, e dicas são sempre bem-vindas!
Punta Cana, resumo de viagem
June 7th, 2011 by Luciana MisuraAno passado comecei a ler sobre Punta Cana no Viaje na Viagem, depois de algumas pessoas conhecidas terem comentado que foram pra lá e adoraram. Uma praia lindona, resorts bacanas e com bom preço, não muito longe dos EUA, bati o martelo em dezembro e marquei a viagem. Não precisa nem fazer muita pesquisa pra ir pra Punta Cana, a parte mais difícil da viagem é escolher o hotel, porque tem muitas boas opções. A minha sogra ficou apavorada porque a República Dominicana divide a ilha de Hispaniola com o Haiti, e rolaram vários rumores de uma epidemia de cólera no início do ano que não se concretizou. Então no domingo 29 de maio embarcamos para uma semana de praia nesse paraíso tropical.
Voando pra lá – de Austin não tem vôo direto pra Punta Cana, tínhamos poucas opções e a mais rápida era o vôo da US Airways com conexão em Charlotte, Carolina do Norte. De Charlotte para Punta Cana (PUJ) são apenas 3h30 de vôo. Mesmo assim o preço da passagem foi alto e o serviço fraco de sempre da US Airways. Tem vôos diretos de Miami, Nova York, e algumas outras cidades da costa leste. Vistos não são necessários e você compra o visto na entrada por $10 dólares por pessoa e pronto. O aeroporto de Punta Cana é uma atração à parte, com telhados de sapê, tudo novinho e bem cuidado, com jardins lindos e músicos tocando já na chegada. O aeroporto não é fechado e não tem ar condicionado, mas não passamos calor, estava sempre soprando um ventinho gostoso. Você desce do avião direto na pista, e vai andando até o portão da imigração. Os aeroportos brasileiros podem ficar com inveja desse aeroporto simples, bonito e funcional.
Clima – em maio começa a temporada chuvosa, mas eu tinha lido que a chuva era do tipo pancadas fortes de verão no Brasil e que não atrapalhariam a praia. A previsão para a nossa semana por lá era de chuva todos os dias. Na realidade só pegamos chuva 1 dia (na sexta). Começou a chover torrencialmente por volta de 13h30 e não parou até de noite. No dia seguinte o tempo já estava bom para praia novamente e só choveu de novo lá pelas 9 da noite. A maioria dos dias variava de nublado a céu azul a nublado de novo.
Comunicação – eles falam espanhol, topam um portunhol básico e pouco inglês. Eu não tive problemas com o meu portunhol mas o Gabe teve dificuldade porque o inglês do pessoal é mesmo bastante limitado e mesmo ele falando português razoavelmente, não consegue entender espanhol.
Praia – a praia de Bávaro é mesmo muito linda. Água turquesa transparente e morna, areia branquinha com tonalidades rosadas e coqueiros até onde a vista alcança. É aquela imagem de praia perfeita que a gente vê em revistas de viagem. Infelizmente não demos sorte e pegamos muitas (MUITAS!) algas na praia. Já tinha lido reviews no Trip Advisor falando das algas e ainda não sei exatamente se é uma época do ano que tem as danadas das algas ou se é apenas relacionado a correntes marinhas, mas eram muitas mesmo. Certamente atrapalhou a gente a curtir ainda mais essa praia maravilhosa. Alguns dias pegamos menos algas, em outros mais. No dia da chuva misteriosamente tinha menos algas na praia. O hotel tem um grupo de funcionários limpando a areia algumas vezes por dia, tirando as algas que ficam acumuladas na beirada, mas na água não tem jeito. Achei a temperatura da água perfeita, melhor que Cancun, Playa del Carmen, Aruba, a gente achava a piscina fria em comparação. A gente só ficava na praia mesmo, fomos pra piscina duas vezes e olhe lá.
Hotel – Escolhemos o Barceló Bávaro Palace Deluxe que é o novo hotel do complexo Barceló e realmente lindo, na praia de Bávaro que é o filet mignon do lugar. Os quartos são modernos, bonitos, espaçosos, ficamos na categoria Junior Suite Deluxe Ocean Front View Club Premium, que é de frente pro mar, tem uma banheira de hidromassagem na varanda privativa e funciona no sistema VIP deles (Club Premium). O nosso quarto tinha duas camas, dois sofás grandes, uma mesa de trabalho com cadeira, TV de LCD, banheiro com 2 pias e um chuveiro enorme. Os serviços do Club Premium que usamos mais foram o check-in e check-out separados (sem fila) e o serviço de quarto (tomamos café da manhã no quarto quase todos os dias e almoçamos no quarto no dia da chuvarada). Os jardins e áreas comuns são muito bonitos e bem cuidados, tudo de muito bom gosto (com exceção do lobby principal que é meio exagerado).
A piscina é espetacular, enorme, e tem duas piscinas para crianças: uma pequena perto da piscina gigante dos adultos, com alguns brinquedinhos, e um “water park” que é uma piscina enorme cheia de escorregas, toboáguas, cachoeiras e afins só pra crianças, que fica em uma área separada da piscina principal e mais afastada da praia. A piscina principal tem duas áreas de hidromassagem, espreguiçadeiras submersas com mesinhas, bar molhado, chafarizes diversos, uma parte para quem quer nadar (lap pool) e uma área de treinamento pra mergulho. Não usamos as muitas quadras de tênis, o campo de golfe, vôlei de praia. Pegamos um dos caiaques pra 3 (incluso) para um passeio na praia em um dia de mar calmíssimo e sem vento e o Gabe queria ter testado o windsurf mas não se animou de fazer a aula (a aula é paga a parte, pra quem sabe usar é de graça). Tem uma área perto da piscina já na areia da praia que eles dão umas aulas de dança no meio da tarde, num esquema meio Porto Seguro com concurso de mulheres (hóspedes) dançando de forma sugestiva. Mas não dura muito tempo e não atrapalha quem não quer nada com isso.
O Kids Club é bem fraco, Julia não deu a menor bola e não quis ficar por lá. Não vi um playground tradicional, só o aquático. No site do hotel dizem que tem programação pra crianças mas ninguém soube nos informar que programação era essa. Mesma coisa em relação ao Teatro. Tem um teatro enorme, e toda noite tinha algum show rolando, mas ao perguntarmos ao concierge qual era a programação ele não tinha uma lista da semana por exemplo e não sabia o que ia ser apresentado naquela noite. Eles ainda tem que dar uma melhorada nessa parte de organização. Não entramos no cassino e nem na discoteca. Tem um spa bacana e tínhamos direito a uma sessão de hidroterapia cada um, mas não posso fazer por causa da gravidez e eles não tinham absolutamente nada pra grávidas no spa (e também diziam que eu não poderia fazer nenhum tratamento grávida, não sei por que, aqui nos EUA tem muitos tratamentos de rosto e corpo que são OK para grávidas). Gabe fez a tal hidroterapia e achou OK, mas disse que não pagaria pra fazer não. O fitness center fica no mesmo prédio que o spa e me pareceu bem completinho e moderno (mas só vi da porta, não fui testar).
Um sistema de som na beira da praia toca música instrumental 24 horas por dia. No começo não me incomodou mas no final da semana eu já estava pedindo pra alguém desligar a música pelamordedeus. O problema é que alguém programou as músicas (um número razoável) mas elas se repetem todos os dias. Então você passa 7 dias ouvindo as mesmas músicas quando está na praia. No nosso caso, com o quarto de frente (no 3o andar) eu ouvia a música baixinha lá longe mesmo na hora de ir dormir.
Comida – a maioria dos hotéis funciona no sistema all-inclusive, com todas as refeições e bebidas incluídas. A gente nunca tinha ficado em hotel all-inclusive antes, eu estava curiosa pra experimentar mas nunca quis ficar “presa” a um hotel porque a gente gosta de alugar carro e passear. Como Punta Cana é um destino pra ficar na praia fazendo nada mesmo (a maioria dos passeios interessantes é de barco), foi um bom destino pra testar a modalidade. Achei conveniente mas sinceramente achei a qualidade da comida muito fraca, e não pretendemos ficar nesse esquema novamente (a não ser que a gente ache all-inclusives com comida maravilhosa, mas parece que não é o forte da categoria).
O Barceló Bávaro Palace Deluxe tem 3 buffets (2 interligados perto da piscina e um mais afastado, só para adultos, que estava fechado durante a nossa estadia), um bar no estilo Sport Bar americano aberto 24h (com TVs mostrando vários esportes e sanduíches, hamburguer, etc) e 7 restaurantes a la carte: steakhouse (Santa Fe), francês (La Comedie), japonês (Kyoto), espanhol (La Fuente), mexicano (Mexico Lindo), italiano (La Dolce Vita) e frutos do mar (Coral). Os buffets abrem pro café da manhã, almoço e jantar e pode entrar com qualquer roupa ou roupa de banho por baixo (menos com toalha) e os restaurantes a la carte só abrem pro jantar e tem restrições de vestuário: homens só podem entrar de calça comprida e não podem usar sandálias. O Gabe esqueceu de levar uma calça comprida e acabou comprando uma numa loja do hotel na primeira noite pra poder entrar nos restaurantes o resto dos dias.
A comida dos buffets era fraquinha, mas a variedade era bem grande. Muitas carnes e peixes, estação de massas, várias saladas e muitas sobremesas, incluindo frutas tropicais e sorvetes. Vi camarão poucas vezes e frango também era escasso. A qualidade da comida me decepcionou um pouco, já comi em muitos restaurantes a quilo no Brasil mil vezes melhores. As sobremesas também eram bem fracas, todas muito parecidas – uma massinha, um creminho e uma fruta, o gosto era quase igual. E o sorvete com certeza foi o pior sorvete que já provei na vida! O sorvete da máquina ainda dava para encarar, mas o sorvete de massa que eles serviam no hotel inteiro era bem ruim (vale dizer que eu sou uma pessoa que não liga muito pra sobremesa, o meu negócio é sorvete). Alguém fala pra administração desse hotel que qualquer sorvete Kibon dá de mil a zero no que eles estão servindo por favor (não vou nem falar de marcas melhores, porque Kibon já seria uma evolução monumental). Pra quem não toma refrigerante ou bebida alcóolica o negócio fica complicado: só tem suco de laranja, abacaxi e às vezes limonada. Tem restaurante que só serve suco de laranja e pronto.
Os restaurantes a la carte também são fracos. O japonês foi o melhor (o teppanyaki, porque eles NÃO sabem fazer sushi, pedi uns rolinhos com camarão de entrada e com certeza entraram pra lista de piores sushis que já comi), seguido pelo mexicano, francês e steakhouse. O espanhol foi bem ruim e o italiano foi uma piada – a gente devia ter pedido massas que era menos provável que eles fizessem tão feio. Mas caí na bobagem de pedir um risoto de lagosta (HAHAHAHAHA um montinho de arroz microscópico com um caldo não identificado e uns micro pedaços de lagosta em volta) e o Gabe arriscou e se deu mal com um prato de vitela que não era vitela nem aqui nem na China. Não fomos no restaurante de frutos do mar porque o Gabe não gosta muito mesmo e eu já tinha lido várias reviews que era o pior de todos os a la carte, não dá nem pra imaginar.
Steakhouse (a fome era tanta que quando lembrei de tirar a foto da comida era tarde):

Espanhol (ou “o dia que a Julia se rebelou e deu o maior trabalho no jantar”, nem conseguimos tirar fotos do restaurante):


Serviço – no buffet eles são rápidos pra tirar os pratos, se você bobear e levantar pra pegar alguma coisa sem acabar de comer o que colocou no prato, corre o risco de voltar pra mesa vazia. Nos restaurantes o serviço é demorado, varia de um pro outro. Na hora de fazer o pedido, tem que pedir tudo de uma vez: entrada, prato principal e sobremesa. Mesmo assim chegamos a esperar quase 30 minutos depois que tiraram os nossos pratos até a chegada das sobremesas algumas vezes. O serviço de quarto também foi irregular, alguns dias o café-da-manhã chegou em 20 minutos, em outros dias levou uma hora (o mesmo pedido). Nenhuma vez eles acertaram de mandar água quente pra gente tomar chá (eu sempre dizia pra NÃO trazer café e mandar água quente pra chá, e eles sempre mandavam a garrafa de café de todo jeito). O almoço que pedimos no quarto foi ridículo: levou 1h40 minutos pra chegar. Eu liguei pro atendimento do Club Premium pra reclamar e não me deram nenhuma resposta, só que era “inadmissível”, mas ficou por aí. A arrumação do quarto era a mais consistente e eficiente, sempre no mesmo horário, tudo direitinho. E eles arrumam 2 vezes por dia, uma durante a manhã ou tarde, e uma segunda passada a noite, normalmente quando estávamos jantando. E a gente sempre dava gorjetas, primeiro em dólar e depois que o que trouxemos acabou, em pesos dominicanos, então não dá nem pra culpar falta de gorjetas por atendimento ruim.
Shopping – o hotel tem uma área de lojas que vendem souvenirs, roupas de marcas americanas e européias, agência de viagem, fotógrafo, duty free. A “farmácia” é uma piada, não conte com ela. Um casal com duas meninas que conhecemos não encontrou fraldas pra comprar, então pra quem vai com crianças é bom levar tudo de casa. Os preços são um pouco mais altos que os preços nos EUA, mas nada muito fora do normal.
Passeios – não fizemos nenhum. Não achei nada muito adequado para a idade da Julia, a maioria era de barco pra fazer snorkeling, ou lanchas de velocidade, ou por muitas horas. Crianças maiores que já nadam e podem fazer snorkeling com certeza tem mais opções do que os pequenos. O hotel é gigantesco e não dá pra fazer nada andando, e achamos desnecessário alugar um carro pra ir ao centrinho, do qual ouvimos falar mal.
Frequência – tinha gente de tudo quanto é lugar. Muitos europeus, sul-americanos, americanos, canadenses, literalmente tinha gente de tudo que é canto. Julia ficou amiga de uma menina argentina, uma chilena e 4 portuguesinhas, e brincou um pouco com um menino italiano e duas francesas também. Não encontramos crianças americanas, curiosamente. Vimos pouquíssimos brasileiros, 3 casais apenas. Bem diferente de Aruba e Cancun por exemplo, onde a maioria absoluta dos turistas vem dos EUA.
Índice da viagem para a Europa
April 27th, 2011 by Luciana Misura- 1o dia – Paris: Chegando em Paris
- 2o dia – Paris: Torre Eiffel e Museu D’Orsay
- 3o dia – Paris: Primavera em Paris
- 4o dia – Paris: Paris com chuva
- 5o dia – Paris: Mudança de planos, Sainte Chapelle e Palais Royal
- 6o dia – Paris: O Mickey fala francês
- 7o dia – Paris: Relaxando no Jardim de Luxemburgo
- 8o dia – Paris/Bruxelas: Au revoir, Paris! Prazer em conhecer, Bruxelas
- 9o dia – Bruges: Um dia em Bruges
- 10o dia – Amsterdam: Chegando em Amsterdam
- 11o dia – Amsterdam/Lisse: Um dia no Keukenhof, o jardim de tulipas
- 12o dia – Amsterdam: Explorando Amsterdam
- 13o dia – Amsterdam/Zaanse Schans: Zaanse Schans, a Holanda dos moinhos
Utilidade: O apartamento em Paris


































































































































































































