Site Meter

Mercado 28

February 24th, 2010 by Luciana Misura

Acordamos com 3 doentes, meus pais e Gabe enjoados e passando super mal. Não sabemos se foi a comida do parque ou a pizza, mas como nós todos comemos as mesmas coisas e eu e a Julia não ficamos doentes, não temos certeza o que causou o problema. O dia estava horrível, uma tempestade forte lá fora, cancelamos o passeio a Chichen Itzá que já estava mesmo pra sair do roteiro por causa da distância (3 horas pra ir e 3 pra voltar com a Julia no carro não é uma boa idéia).

Pra não perder completamente o dia no apartamento trancados, eu, Gabe e Julia fomos ao Mercado 28, no centro da cidade. Gabe foi passando super mal e eu estava com pena dele, mas ele quis nos acompanhar. Fomos direto almoçar no El Cejas, que estava na minha lista desde que o Ricardo falou nele no VnV e pedi os mesmos camarões ao molho de alho – ótimos! Comidinha simples, honesta e deliciosa (além de barata). Vários músicos cantavam pra quem quisesse pagar e almocei enquanto o Gabe fazia um esforço pra não dormir na mesa. Ele acabou indo pro carro porque não estava aguentando o cheiro de comida e eu fiquei passeando no mercado enquanto a Julia dormia. O mercado vende souvernirs de todos os tipos, preços e para todos os gostos. Os vendedores são chatinhos e ficam convidando a entrar nas lojas, a maioria delas com um monte de bobagens coloridas que se repetem por todo o mercado. Consegui garimpar um árbol de la vida (só vi em uma única loja) e do lado de fora do mercado tinha uma loja especializada em arte huichol que amei, comprei três quadros e um vaso de miçangas, depois de passar um tempão lá dentro olhando cada desenho incrível. Julia acordou, quis ver um pouco do mercado também e no final da tarde fomos embora.





Ninguém quis sair pra jantar e acabamos indo eu e Gabe ao Captain’s Cove que é um restaurante de frutos do mar em frente ao hotel. Pedi um trio de camarões com arroz selvagem que estava gostoso e uma mousse de chocolate branco deliciosa de sobremesa (e eu não sou fã de chocolate branco). Comida gostosa mas mais cara que os demais restaurantes que fomos, sem justificativa. O serviço foi bom e não muito demorado, mas o restaurante ao lado estava fazendo uma noite de karaokê e dava pra ouvir tudo, comi rapidinho e voltamos pro hotel esperando que os três doentes se recuperem pra amanhã e que o tempo melhore também.

Xcaret

February 23rd, 2010 by Luciana Misura

Passamos o dia nesse “ecoparque” que é o maior da região e junta atrações históricas e culturais com golfinhos, tartarugas marinhas, praia e outros bichos. Xcaret fica ao sul de Playa del Carmen, na mesma estrada 308 que vai de Cancun a Tulum. Mal chegamos, ainda no estacionamento, um bando de araras vermelhas sobrevoou o carro, pena que eu não estava com a câmera na mão pra tirar uma foto.

O parque é bem bonito, com trilhas no meio da vegetação nativa, uma praia lindinha deliciosa que a Julia amou, uma baíazinha bacana para mergulhar e o rio subterrâneo enorme que atravessa o parque pra fazer snorkeling. A água estava MUITO fria, Julia não queria desgrudar e acabamos desistindo do rio subterrâneo, fica para uma próxima vez. Passamos um tempão vendo as tartarugas gigantescas nadando, o aquário e os golfinhos. Julia adorou as araras, que estavam desesperadas assistindo a Julia comer pipocas, doidas pra roubar uma, disputando pra ver quem chegava mais perto.

Fizemos um almoço no final do dia no restaurante La Laguna, um dos vários restaurantes buffet incluídos no nosso ingresso. A comida era boa, bastante variedade, internacional e mexicana. Comi de paella a frango com molho mole (de chocolate, tradicional mexicano, mas não é doce, gostei), de tudo que provei só não estava bom um peixe grelhado que tinha passado do ponto e estava ressecado, o resto estava gostoso (esperava bem menos da comida, já que comida de parque em geral é fraca, então foi uma boa surpresa). Muitas sobremesas, várias tradicionais mexicanas como o bolo tres leches que tem em todo lugar aqui no Texas, frutas, sorvete (incluindo de tamarindo) e outras coisas diferentes.

Saímos com o restaurante fechando e seguimos para o show noturno com dança e músicas mexicanas, contando a história do país desde os maias, a chegada dos espanhóis, números típicos das diversas regiões do México. Foi um show bem produzido e com boas músicas, Julia assistiu ao show inteiro (2 horas) aplaudindo e pedindo mais, coisa que ela nunca tinha feito.

Ainda demos uma passadinha no museu de arte mexicana que tem na entrada com peças lindíssimas, fiquei apaixonada por dois tipos de arte: as cerâmicas El Arból de la vida e as peças feitas pela tribo huichol – desenhos com linhas coloridas e esculturas e vasos cobertos com desenhos em um mosaico de miçangas. Lindos. Aliás, voltei dessa viagem babando na arte mexicana, achei um PDF legal que tem um panorama do que é produzido em diferentes regiões.

Acho que vimos metade do parque, o lugar é enorme e planejamos mal o dia, então andamos muito de um lado pro outro e como as distâncias são grandes, perdemos muito tempo e vimos pouco. Chegamos super tarde da noite no hotel acabados, só tivemos forças pra pedir uma pizza, banho e cama.

Alerta: você pode comprar os ingressos para Xcaret e Xel-ha antecipados pela internet para ter um desconto de 10%. Nós tentamos comprar 3 vezes, deu erro nas 3 vezes (o site começava a processar o cartão e de repente dava um erro, aparecia uma página dizendo que o site estava em manutenção, desculpe pelo inconveniente). Acabamos comprando pela agência de viagem do hotel pelo preço com desconto. Ao chegarmos em casa, descobrimos que as 3 tentativas que deram erro entraram na fatura do cartão e estamos em contato com a Mastercard pra estornar as cobranças, mas fica o aviso pra não confiar nos sites dos parques.



















Puerto Morelos & Playa del Carmem

February 22nd, 2010 by Luciana Misura

Tiramos o dia para conhecer Puerto Morelos, uma das praias favoritas da Canucka (uma canadense vivendo em Cancun, que escreve o melhor blog sobre Cancun que encontrei). A cidade é uma vila de pescadores quase intocada pela indústria do turismo e fica no caminho para Playa del Carmem. Até Puerto Morelos são uns 20 minutos de carro, e depois mais 30-40 minutos até Playa del Carmen. Muitos blogs comparam Playa a cidade de Búzios (concordo, mas acho Playa ainda melhor urbanizada que Búzios) e nessa linha, Puerto Morelos seria então Arraial do Cabo.


Encontramos uma praia enorme, linda, quase deserta, pouquíssimos turistas. A maioria dos turistas por ali pegava os barquinhos para mergulhar nos recifes de Puerto Morelos, mas como estávamos com a Julia não ia dar certo fazer esse mergulho e curtimos a praia. Estava um dia lindo, solzão e céu azul, alugamos um guarda-sol e cadeiras no restaurante ali na beira da praia e curtimos o marzão turquesa cheio de peixinhos, as gaivotas tentando roubar os biscoitos das crianças perto da gente e os pelicanos mergulhando na nossa frente.







Quando bateu a fome fomos até o centrinho almoçar no Los Pelicanos, que é a instituição local. Um restaurante com um varandão lindo enorme de frente pro mar e músicos mexicanos cantando e tocando pra quem quisesse pagar. Eles tocaram uma música de criança para a Julia que ficou fascinada com a harpa. Dali andamos uma quadra até o mercadinho de artesanato, vimos redes e tapetes coloridíssimos e mais um monte de souvenirs de gosto duvidoso, conversamos com os vendedores que acharam graça na Julia andando com as mãos para trás pra não quebrar nada dentro das lojas (nem sempre ela faz, mas naquele dia ela resolveu obedecer). Ela até ganhou uma tartaruguinha de presente de um vendedor ;-)








Seguimos viagem para Playa del Carmen, a estrada é boa e bem sinalizada, só achei ruim a sinalização dentro de Playa pra chegar na praia em si, mas como a gente sabia a direção do mar era só ir dirigindo até as ruas acabarem na areia (foi o que aconteceu). Saímos bem no Mamita’s Beach Club que é um dos maiores – você aluga cadeiras, guarda-sóis, etc e ganha uma pulseirinha que dá direito ao uso dos banheiros e chuveiros. Os garçons trazem bebidas e comidas do bar pra quem está na areia. Ficamos na praia até o pôr-do-sol e começou a chover, uns pingos fortes e depois o maior toró. Trocamos de roupa e ficamos esperando uns 20 minutos dirigindo pela cidade pra ver se a chuva parava pra podermos andar pela Quinta Avenida (que é uma rua só para pedestres cheia de restaurantes e lojinhas, a Rua das Pedras local). Nada da chuva melhorar, fomos embora pra Cancun.




Jantamos no La Dolce Vita, um italiano na Zona Hotelera com serviço impecável (e rápido, raridade até agora) e a comida estava muito boa. Comi um ravioli ao funghi gostoso, todo mundo foi de massa e gostou. E os profiteroles de sobremesa estavam do tamanho certo (eram só dois, um com chocolate preto e outro com chocolate branco). O restaurante também tem uma vista bonita pra lagoa, mas o friozinho fez a gente sentar na parte de dentro (a temperatura tem caído para uns 19-20 graus a noite, com vento).

Isla Mujeres

February 21st, 2010 by Luciana Misura

O destino do dia foi Isla Mujeres (seguindo a recomendação do Ricardo Freire) que é uma ilha ao norte de Cancun e tem praias calmíssimas, perfeitas para crianças e (ainda) não tem os prédios dos mega hotéis de Cancun rodeando as praias. Pegamos o barco no Embarcadero e com o mar agitado a travessia levou mais de 40 minutos chacoalhando bastante em um barco semi-aberto; pra quem fica enjoado não recomendo essa travessia num dia de mar agitado como o que pegamos (melhor pegar o barco de Puerto Juarez).

Chegando em Isla Mujeres alugamos um carrinho de golfe (o meio de transporte mais comum na ilha) e seguimos para a Playa Norte, onde o mar é igual a uma piscina de tão calminho e transparente. Almoçamos ali mesmo, no Sunset Grill, um restaurante bonzinho na areia mas demoraaaaaaado enquanto a Julia brincava correndo da areia para água milhares de vezes. A comida era boa mas não excelente como os reviews do Trip Advisor indicavam, mas tudo bem, pelo menos não foi ruim.

O tempo não estava firme, o sol passou o dia brincando de esconder, e a temperatura devia estar por volta de 27 graus mas deu para curtir a praia. Fomos para o canto direito, em frente ao bar e restaurante Zazil-Ha, escolhemos uma mesinha na beira d’água para comer uma sobremesa e saí­mos quase as 5 PM, hora de devolver o carrinho e voltar a terra firme. Julia adorou a prainha mas acho que ela gostou ainda mais de andar no carrinho de golfe, dava gritos de alegria e não queria devolver o carrinho de jeito algum. A volta fizemos no barco mais moderno que vai para Puerto Juarez, levou 15 minutos no máximo e o barco balança bem menos.

Como era domingo o Mercado 28 já estava fechando (as 6 PM ao invés das 8 PM dos dias de semana) então fomos direto pro hotel. Nos arrumamos rapidinho e fomos jantar no Crab House, que fica na Zona Hotelera mesmo. A comida estava deliciosa, aprovadíssima por todos e o serviço também foi muito bom. Comi umas fajitas de lagosta e camarão ótimas, meus pais comeram pratos de peixes e o Gabe foi de carne que ele não é muito chegado em nada do mar. Julia se divertiu vendo as lagostas vivas no tanque (mal sabe o que acontece com as bichinhas). O restaurante tem um deck cheio de mesinhas com vista para a lagoa Nichupté, mas como estava ventando muito (e friozinho) ficamos lá dentro mesmo.









Estamos em Cancun

February 21st, 2010 by Luciana Misura

Curtimos uma praia em Isla Mujeres hoje, mas o tempo está meio nublado. De qualquer forma estamos adorando o calorzinho já que em Austin tem feito bastante frio. Julia está feliz com a praia, nós estamos boquiabertos com a cor da água por aqui e só falta um céu azul pra completar o cenário perfeito. Vou tentar colocar umas fotos mas só tem internet wireless aqui no lobby do hotel, então vai ser uma foto ou outra até a gente voltar pra casa no final de semana. Adios!

Chegando a Cancun

February 20th, 2010 by Luciana Misura

Nosso vôo saiu de Austin 7 da manhã, com conexão em Houston e de lá para Cancun. São dois vôos curtinhos: Austin-Houston mal leva 1h e Houston-Cancun apenas 1h30. A gente leva mais tempo chegando no aeroporto e passando por segurança, esperando embarque, do que voando mesmo. O aeroporto de Cancun é bonitinho e organizado, fizemos a imigração e alfândega (eles resolveram revistar as nossas malas, não sei por quê) e pegamos o carro alugado (já tínhamos uma reserva para a semana na Thrifty, que estava com o melhor preço). A fila pra pegar o carro é que estava gigante e lerda, levou mais de uma hora. Do aeroporto para a Zona Hotelera a estrada é boa e bem sinalizada, tudo bem cuidado, mas com atrasos de vôo e demora da locadora só chegamos no hotel quase 3 da tarde, famintos e cansados. Não sem babar na água claríssima e absurdamente azul de Playa Delfines, no caminho pro hotel.

Ficamos no Royal Caribbean, parte da rede Royal, que é simpático e tem uma piscina que conquistou a Julia de imediato. Nosso apartamento era no 10o andar e tinha uma vista linda do mar inacreditavelmente turquesa da região. Das varandas a gente via o mar e saindo do apartamento a vista era da lagoa Nichupté (a Zona Hotelera fica em uma faixa fina de terra entre o mar e a lagoa). A boa surpresa foi que o projeto de restauração das praias terminou mês passado e a praia na frente do hotel que tinha sumido durante o furacão Wilma em 2005 está de volta (a Zona Hotelera inteira foi concluída).

Almoçamos no restaurante do hotel mesmo, que tinha uma comida decente, e Julia não sossegou enquanto não entrou na piscina ;-) Capotamos lá pelas 10 da noite, destruídos, só tivemos forças para comprar umas coisinhas pra abastecer a cozinha pro café da manhã da semana. Tem algo muito errado com o sistema atual que faz com que a gente gaste mais de 6 horas em trânsito pra voar 2h30…




Playa Delfines

February 20th, 2010 by Luciana Misura

Alegria

February 18th, 2010 by Luciana Misura

Fomos assistir ao espetáculo “Alegria“, do Cirque du Soleil, que está aqui em Austin até domingo. Fizemos uma surpresa pros meus pais que chegaram aqui ontem e não contamos pra eles aonde estávamos indo, eles só descobriram quando entraram no lugar. Não foi em uma tenda, e sim em uma casa de shows em uma cidade aqui perto, e não tinha UM cartaz do lado de fora do lugar indicando que o Cirque estaria fazendo show ali. Nós todos somos fãs do Cirque e claro que eles curtiram a surpresa.

Foi a primeira vez que ficamos super perto, estávamos literalmente na fila B de frente pro palco, e o meu pai que estava sentado na cadeira da ponta ficava nervoso toda vez que descia alguém do palco para escolher um voluntário da platéia, hehe. Felizmente ele não foi escolhido ;-) Adoramos a dupla de contorcionistas fantásticas, o grupo pulando de trave em trave melhor do que qualquer atleta nas Olimpíadas (sério, como é que pode o povo na Olimpíada cair tanto e eles não caírem nenhuma vez) e o grupo que dançou nas camas elásticas. Mais um espetáculo maravilhoso do Cirque, apesar de que esse não superou os outros que assisti – “O” (que eu acho o melhor dos que eu já vi, impressionante a mistura de acrobacias com água e nado sincronizado), “Love” (que é lindo e a música dos Beatles maravilhosa, muito dançado mas não tem tantas acrobacias quanto os outros) e “Varekai” (que acho a melhor música original, fantasias e tem ótimos números de acrobacias). Mas são todos lindos e a gente adora, quero ainda ver os outros em Las Vegas (são muitos, 7 no total, “O” e “Love” estão nesse grupo), incluindo o mais novo “Viva Elvis“.

Julia não foi, ela ainda é muito pequena para agüentar 2h30 de show e tenho certeza que ela ia ficar com medo, por enquanto ela ainda se assusta com teatrinho infantil…

E a pergunta que não quer calar – por que o Cirque du Soleil que é canadense não participou da cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno em Vancouver hein? Eles seriam perfeitos pra ocasião! ;-)

Acidente de avião em Austin

February 18th, 2010 by Luciana Misura

Um avião pequeno (um motor, para 4 passageiros apenas) bateu em um prédio de escritórios aqui em Austin hoje de manhã. Estão tentando descobrir o motivo, ao que parece (nada confirmado ainda) o piloto incendiou sua casa antes de ir pro aeroporto e não deixou um plano de vôo, e testemunhas dizem que o piloto bateu no prédio de propósito. Não se sabe qual o número de feridos e aparentemente ninguém no prédio morreu (só o piloto) – mas há uma pessoa desaparecida. O jornal local está colocando as últimas notícias no site. A polícia não acredita que seja terrorismo, mas não sabe ainda se foi um acidente ou se o piloto realmente tinha a intenção de bater no prédio.

Update: Essa matéria relata o que foi divulgado até agora. O doido realmente bateu no prédio de propósito, o alvo era o escritório do IRS (a Receita Federal Americana) que ocupava parte do prédio e ele deixou uma mensagem suicida explicando os “motivos”. Ele morreu e mais uma pessoa que trabalhava no local, ainda não identificada. Dois feridos foram levados para um hospital perto e o resto dos feridos teve apenas ferimentos leves porque o avião bateu em uma área do prédio que estava vazia, para alugar. O Gabe dirige pro trabalho justamente por essa estrada e passa na frente desse prédio, ele tirou umas fotos com o celular quando estava voltando pra casa, depois coloco aqui. É uma parte da cidade super movimentada, tem duas grandes áreas de lojas, supermercados, shoppings dos dois lados da estrada. Muito doido pensar nessas pessoas que foram trabalhar normalmente e de repente um maluco com raiva da sua empresa apareceu pra explodir o lugar. Se a moda pega…

Pesquisa: rotina de leitura

February 16th, 2010 by Luciana Misura

Essa história começou quando uma amiga minha lançou um site onde você faz uma gravação sua lendo um livro infantil e manda pra uma criança da família que more longe – por exemplo, avós lendo um livro pro netinho que mora longe. Ela me mandou um cupom pra testar o site e eu dei pra minha sogra gravar um livro pra Julia. O nome do site é A Story Before Bed (uma história antes de dormir).

Aí fiquei pensando – aqui nos EUA essa rotina de ler para as crianças antes de dormir é muito forte, e não me lembro de ser assim no Brasil. Minha mãe lia para mim mas não antes de dormir, pelo menos não que eu me lembre. Aqui os pais lêem para os filhos desde bebezinhos, e existem vários livros que são “clássicos” da hora de dormir. O mais famoso é o Goodnight Moon, que 10 entre 10 crianças americanas conhecem. Existem inúmeros livros com o tema “hora de dormir” com histórias para preparar as crianças para o soninho. Se alguém me perguntasse qual o livro clássico da hora de dormir no Brasil eu não saberia dizer – nem se existe.

Sou só eu ou a experiência de vocês é a mesma? Seus pais tinham uma rotina de leitura antes de você dormir? Se você mora no Brasil, você tem essa rotina de leitura com os seus filhos?