Ontem fomos a Detroit para Noel Night, que acontece todos os anos no início de dezembro, e das 5 as 9 da noite vários locais bacanas como Igrejas e Museus, ficam abertos ao público apresentando concertos de Natal. Você vai andando de um lugar para o outro, todo mundo na rua, e onde quer que entre tem gente cantando, quartetos, corais, e também orquestras, bandas e até um grupo que toca músicas apenas com sinos. Apesar da temperatura negativa, tinha muita gente na rua e ficamos até o final.
Fomos à Congregational Church, tinha uma dupla se apresentando que tocava música muito antiga, não sei dizer o tipo. Não gostamos muito e fomos para a Catedral Saint-Paul, a que coloquei as fotos aqui semana passada, eles estavam com um coral se apresentando junto com o órgão, daqueles de tubos. Depois um quarteto, cantando, 4 caras, cantavam muitíssimo bem. De lá andamos até o DIA, Detroit Institute of Arts, mais um coral se apresentando e uma banda tinha acabado de tocar. Aproveitamos e andamos um pouco pelo Museu, que é lindo, tenho que voltar lá, ainda não fui ver a exposição de Degas. Fomos então para o Detroit Historical Museum, que logo na entrada tinha o tal grupo de sinos, achei fantástico, nunca tinha ouvido músicas tocadas apenas por sinos. Entramos no museu, que também é o máximo, lá dentro tem a reprodução das ruas da cidade em diferentes períodos, e você vai andando e olhando as lojas e vitrines da época. Logo depois tudo começou a fechar e fomos jantar em um restaurante pertinho. Ano que vem vamos mais cedo, infelizmente chegamos por volta das 7h30 e perdemos a maior parte das apresentações.
Tereza, tudo isso na mesma noite! Esses lugares todos ficam de portas abertas e voce vai andando de um para o outro, a rua fica cheia de gente, nao importa o frio! Tem barraquinhas vendendo pipoca, vinho quente, sopa, o que precisar para esquentar um pouquinho. Foi muito legal!!
Beijos
Luciana
Puxa, agora é que li esse post. Tudo isso em um dia só? Que sorte, hein? Pelo jeito animação poraí é coisa que não falta! Tanta coisa interessante que eu, infelizmente, não teria visto porque quando a temperatura está negativa eu não saio de casa
Ainda não me “curei” da “secura” e do calor do Nordeste brasileiro