Segunda-feira choveu e o tempo estava cinza o tempo todo. Arrumamos tudo para a viagem de volta e fomos aproveitar o que restava do dia: pegamos o metrô e fomos para o Upper East Side, na tentativa de ir ao Metropolitan Museum. Como não tínhamos nenhum guia de viagem conosco, não sabíamos o básico: o Metropolitan fecha toda segunda. Chegamos lá e demos de cara na porta, assim como outros turistas desavisados.
Rumamos para o Guggenheim, sem saber se estaria aberto, mas eu queria ver o lugar por fora de qualquer forma. Para nossa sorte estava aberto. Parece que todo mundo que não entrou no Metropolitan foi para lá, estava lotado 😉 A exposição principal era “De Picasso a Pollock”, e vi todos os pintores modernos que tanto os professores falavam nos tempos de faculdade – como Kandinsky, Leger, Mondrian, entre outros. Eu particularmente não gosto muito de arte moderna, com poucas exceções – como Picasso por exemplo. Então acabei ficando mais encantada mesmo é com a arquiteura – obra do gênio Frank Lloyd Wright.

De lá fomos para o apê pegar as malas e pro aeroporto. O nosso vôo foi para a Philadelphia e de lá para Detroit. Ficamos horas no aeroporto (das 18h30 até 22h30, quando saía o nosso vôo) que é muito bacana e tem cadeiras de balanço espalhadas pelos corredores, além de lojas legais e muitos restaurantes – comemos no Cibo Bistrô, acho que foi a melhor comida em um aeroporto que já provei – e desabou um temporal absurdo. Resultado: o vôo só saiu meia noite, depois de horas na pista sendo sacudidos pelo vento. Chegamos quase 2h da madrugada em casa, totalmente acabados.
NY, até a volta!
Menina, fiquei uns 10 dias em NY e só vi céu azul. Mas adoraria ter visto essas paisagens em tom cinza.