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Archive for Janeiro, 2004

Casa Branca e arredores

Janeiro 18th, 2004 by Luciana Misura

Fomos novamente para downtown, desta vez para a área antiga, perto da Casa Branca. Estava frio e chuviscando, então só éramos nós dois na rua, tudo deserto.

Saímos do metrô e fomos andando até o Octagon, que é uma casa histórica. Esta casa era apenas a residência de inverno da família Tayloe, que morava o resto do ano na sua plantação de tabaco na Virgínia. O Sr. Tayloe, amigo de políticos e presidentes, ofereceu sua casa como residência oficial para o presidente James Madison quando a Casa Branca foi incendiada pelos ingleses, na guerra de 1812. A casa tem três andares e está relativamente conservada, pela Fundação de Arquitetura local. Só eu e Gabe e mais um turista que chegou depois fizemos o tour: no porão ficava a cozinha, a adega, um quarto e um salão onde dormiam os escravos da família e outros empregados da casa. Uma escada de serviço ligava o porão a todos os andares da casa, e é acessível por uma porta camuflada na parede em cada andar. No térreo, o hall de entrada, o salão de jantar e o salão de estar, onde a família dava muitas festas e recebia outros aristocratas e políticos da época. No segundo e terceiro andar, os quartos, 7 no total, e o escritório. Uma pequena parte da mobília original ainda está na casa, e algumas pinturas demonstram como eram alguns dos cômodos mobiliados e decorados. No quintal, uma casa de gelo, um estábulo, um galinheiro e um depósito de carvão completavam o complexo. Hoje em dia só restou a casa de gelo, mas está fechada. Infelizmente não se pode fotografar o interior da casa…

De lá andamos até a Casa Branca, circulamos o jardim enorme e fomos até o Visitor Center para ver fotos do interior, já que depois de 11 de setembro as visitas só podem ser agendadas com meses de antecedência, enviando carta com o pedido para algum político aprovar. Claro que não ficamos por lá muito tempo, para ver foto eu não preciso viajar, então resolvemos deixar o metrô de lado e andar até o National Building Museum.


O National Building Museum é dedicado a construções, incluindo técnicas e ferramentas. Mas o motivo da nossa visita foi o prédio do museu em si, que é incrível, com as suas 8 pilastras de mármore que são grandiosas. O espaço e a iluminação são lindos, e estavam sendo muito bem aproveitados por um grupo de aeromodelistas testava seus aviões no local, para a alegria das crianças que estavam por lá.

Nos dirigimos então a National Gallery of Art, mais precisamente para o prédio Leste, que abriga o acervo de arte moderna - e é um prédio perfeito para isso, uma construção moderna lindíssima, de concreto e vidro com diversos níveis e passarelas se cruzando no vão principal. Uma exposição especial de Picasso e um acervo com grandes nomes da pintura moderna, como Miró, Matisse, Braque, Kandinsky, completam esta fabulosa galeria. Com o museu fechando, lá fomos nós para o Lincoln Memorial.

O Lincoln Memorial, com sua arquitetura de templo grego, fica no extremo oeste do The Mall, de frente para o Capitol e o obelisco. O prédio é imponente e a noite, iluminado, fica ainda mais fantástico. A estátua gigante de Lincoln sentado, olhando para os visitantes, é de arrepiar. Nas paredes, discursos importantes do presidente que é lembrado por iniciar o processo que libertou os escravos nos EUA.


Resolvemos ir embora, pegamos um táxi e no caminho para o restaurante resolvemos ainda parar no Jefferson Memorial, pertinho do Lincoln Memorial. Construído à semelhança do Pantheon de Roma, este memorial fica no extremo sul do The Mall, de frente para o obelisco e a Casa Branca. Uma estátua do presidente Jefferson em bronze e discursos importantes, mais um centro de visitantes no subsolo com a história da vida do presidente completam este monumento, que fica às margens do rio Potomac.

Vencidos pelo cansaço e fome, encerramos o nosso dia em um restaurante italiano no centro antigo, o Tosca. Felizmente fizemos reserva porque o lugar fez jus a fama e estava lotado. Valeu a pena, a comida é excelente: comi um carpaccio com molho de trufas negras e um carneiro ao alho ótimos, e de sobremesa um bolinho de chocolate que me lembrou petit gatêau. Para completar, um café espresso Illy, igual ao que eu tomava quando morava em Sampa. Nem preciso dizer que cheguei no hotel e apaguei…

Conhecendo a capital

Janeiro 17th, 2004 by Luciana Misura

Chegamos a Washington DC quase 4h da manhã de sábado, depois de nos perdermos pelas ruas de Arlington procurando o hotel. Claro que fomos dormir acabados e acordamos tarde na manhã seguinte, só saímos meio-dia. Deixamos o carro no hotel e fomos para o metrô, que atende bem a área turística da cidade - a maioria dos museus e monumentos fica em downtown.

A estação do metrô Court House. Todas as estações tem esta mesma arquitetura. O Washington Monument, um obelisco de 170 metros, oferece uma vista panorâmica da cidade
O Capitol, na extremidade leste do gramado. O Museu de História Natural, uma das muitas construções neoclássicas da cidade.

Nem o frio nem o dia nublado espantou os turistas, que andavam em grupos pelo The Mall, que é um aterro onde ficam os museus e monumentos mais famosos. Um gramado em forma de cruz: na ponta oeste, o Lincoln Memorial, que parece um templo grego de mármore com a estátua enorme do presidente; no centro, o Washington Monument, que é o obelisco; na ponta oposta (leste) o Capitol (o congresso). Na extremidade norte, a Casa Branca, e ao sul, o Jefferson Memorial. Nas laterais do gramado, os museus da Fundação Smithsonian, todos gratuitos: Museu de História Americana, de História Natural, National Gallery of Art. Do lado oposto, o prédio da Fundação, o Museu Aeroespacial, o novíssimo Museu do Índio Americano (que inclui todos os povos indígenas das Américas, e não só norte-americanos, a ser inaugurado este ano) e o Jardim Botânico (uma estufa).

Entrada do Museu de História Natural O prédio da Fundação Smithsonian

Começamos o passeio pelo Museu de História Natural, um prédio lindo como todos os outros - aliás, a cidade parece mais européia do que americana, com a maioria dos prédios baixos e da mesma altura, em estilo neoclássico. Fomos direto para a exposição dos fósseis de dinossauros e animais pré-históricos. Impressionante ver aqueles esqueletos enormes dos dinossauros, incluindo um Tiranossauro. Achei o máximo também os fósseis de árvores, tanto de folhas como dos troncos e falando da evolução das plantas.

Os fósseis de dinossauros, impressionantes. O famoso diamante Hope, que é azulado. Foto by Gabe.
Alguém se arriscaria perto desse bichinho? Um arco-íris de pedras preciosas e semi-preciosas.

Depois dos dinossauros, fomos para a exposição de pedras de todos os tipos, das preciosas (incluindo o famoso diamante Hope) às semi-preciosas e metais, lapidadas ou em estado bruto. Tem uma variedade imensa, e eles explicam o processo químico que faz com que as cores sejam diferentes e mostram de onde as pedras vem. Logicamente tinha um monte de pedras brasileiras, como água-marinha, ametista e vários tipos de quartzo, a maioria vindo de Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul.

Patinação de gelo ao ar livre, no jardim das esculturas da National Gallery of Art. A escadaria do prédio principal da National Gallery of Art.
O Capitol domina a paisagem da cidade. Os pássaros andando no gelo.

Fomos então andando até o Capitólio, mas como não acordamos cedo para pegar senhas, acabamos não entrando. Tiramos umas fotos por fora e do lago em frente, com as aves andando sobre o gelo, e seguimos para o Museu Aeroespacial.

Ficamos mais na parte sobre o espaço do que na área sobre aviação. Vimos o protótipo do telescópio Hubble e mais um monte de foguetes, maquetes, várias roupas de astronautas em épocas diferentes e duas exposições muito legais: uma contando sobre como a humanidade desenvolveu meios de estudar o espaço, que falava desde os instrumentos de mapeamento de estrelas, passando pelo o telescópio de Galileu, os telescópios científicos enormes até o telescópio Hubble e outras descobertas importantes relacionadas à análise visual do espaço. Muito engraçado foi saber que a câmera digital do Hubble quando ele foi lançado tinha menos de 1 megapixel! A outra exposição era sobre computadores e como eles ajudaram na exploração espacial, em diversas áreas, como o projeto de espaçonaves, controles de equipamentos em geral e segurança. Saímos só quando o museu fechou, no final da tarde.

Roupas de astronautas antigas, tem algumas que chegam a ser engraçadas de tanto que parecem saídas de quadrinhos de ficção científica. John, Renata, Thomas, eu e Gabe.

Pegamos então o metrô para a casa da Renata, fomos lá nos conhecer ao vivo e a cores, incluindo o baby Thomas. Eles nos buscaram na estação, pegamos umas pizzas no caminho e ficamos lá batendo papo eu, Renata e a mãe dela, até o Gabe não aguentar mais de cansaço e pedir para ir embora. Eles são muito simpáticos e o baby é muito fofo, super tranquilo, só mamou e dormiu (até no meu colo!), uma gracinha. Estão convidados a virem nos visitar, claro! Enquanto estávamos lá na casa deles nevou, voltamos de metrô patinando depois pelas calçadas.

Apetrechos de inverno - parte 1

Janeiro 15th, 2004 by Luciana Misura

Coisas que para nós brasileiros são impensáveis, apenas vistas em filme ou completamente ignoradas, estes apetrechos de inverno salvam um dia com neve ou temperaturas nada amenas…à direita, a minha colega do trabalho Erika com seus earmuffs (protetores de orelha), para evitar a deliciosa sensação de que as suas orelhas vão congelar e cair. Muito útil em dias de vento, na falta de um gorro ou chapéu que cubra as orelhas.

Nas fotos acima, as luvas espertíssimas, com as suas duas formas de usar: cobrindo a mão toda ou abotoada deixando a ponta dos dedos de fora. Quem já teve que usar luvas o tempo todo sabe bem que para pegar ou segurar qualquer coisa é um pesadelo, principalmente dinheiro, moedas, abrir a carteira ou bolsa. Nesses momentos, a super luva deixa os dedinhos de fora para resolver o problema sem aquele tira-e-põe das luvas tradicionais.

Amanhã vou mostrar mais alguns apetrechos fundamentais para a sobrevivência no inverno de Michigan: a pá-vassourinha de neve para carro, a pá de limpar neve da calçada e as botas de neve, tenho que tirar fotos…

Deslizando na neve

Janeiro 14th, 2004 by Luciana Misura

Hoje foi a primeira vez que eu dirigi com todas as ruas cobertas de neve. Começou a nevar de manhã cedo e a previsão do tempo diz que só vai parar as 9 da noite. Como já estava todo mundo a caminho do trabalho, não deu tempo para a prefeitura limpar as ruas (e porque continua nevando sem parar). Resultado: todo mundo dirigindo 40 km por hora, literalmente, porque todas as ruas estão escorregadias.

É impressionante como fazer uma curva é uma tarefa de risco, o carro vai deslizando a cada mudança de direção - e não pode pisar no freio, senão as rodas travam e aí que você vai deslizar até o carro parar (sabe-se lá onde o carro vai parar). Mas hoje estava tão escorregadio que até para trocar de pista o carro saía patinando, estava me sentindo deslizando no gelo com o carro, uma loucura. Felizmente não vi nenhum acidente no caminho, mas a neve continua lá fora e na hora de ir pra casa vai ser igual ou pior, porque vai ter muito mais neve acumulada.

Levei quase uma hora e meia para chegar aqui, normalmente levo de 30 a 40 minutos. Sem falar que vou ter que “desenterrar” o carro para ir embora! Cheguei aqui e todos os meus colegas estavam me perguntando se depois de hoje eu ainda gosto de neve. Hehehe, ainda vai demorar muuuuito tempo para eu me cansar, só o dia que eu não puder sair de casa porque tem muita neve é que eu vou achar que vi neve o suficiente. Até lá, let it snow!

Update, as 15h30: fomos todos liberados para ir pra casa, já que ainda está nevando muito e vai ser um engarrafamento monstro para ir embora. Meu primeiro snow day, mesmo que pela metade!

Update, as 19h45: levei simplesmente 3 horas para chegar em casa. Não é força de expressão, foi marcadinho no relógio. Todas as ruas que eu passei de manhã ainda estão cobertas de neve, só que no final do dia, claro, tinha MUITO mais neve. Mas tá lindo demais, minha casinha toda enterrada na neve ficou uma graça. Abaixo, as fotos do celular…



E essas, com a câmera “de verdade”, o Gabe tirou em casa durante o dia e eu tirei quando cheguei…




Eu queria que o Gato desse um pulinho na neve, ia afundar ali no meio, seria muito fofo (e claro que eu estava com a câmera de prontidão). Mas ele não é bobo e não se aventurou não, olhou um tempão e voltou para o conforto do aquecimento.

Gato esperto

Janeiro 13th, 2004 by Luciana Misura

E não é que o Gato aprendeu a abrir a porta do meu armário? Ele adora entrar no armário e ficar sentadinho na quina, perto dos sapatos, e faz isso todos os dias enquanto eu estou me arrumando pro trabalho. Ontem eu estava dormindo ainda e ouvi um tum tum tum na porta, o Gato descobriu que se jogar o peso do corpo em um determinado ponto, a porta abre (é uma porta de correr, daquelas que dobram ao meio para abrir). Como ele não é muito pesado, isso só funciona se a porta não estiver totalmente fechada. Hoje eu fechei direitinho, para ver no que dava: ele foi lá novamente, na mesma hora, e ficou se jogando na porta, tentando abrir. Ficou frustrado que não conseguiu e ficou miando até eu levantar da cama…danadinho!

Choques, bzzzz

Janeiro 12th, 2004 by Luciana Misura

Como já comentei antes, o inverno é a estação dos choques. O ar fica muito seco, tanto dentro de casa, por causa do aquecimento (que seca tudo que nem ar condicionado), quanto do lado de fora, porque a umidade do ar congela. Qualquer atrito vira eletricidade, e os novos choques que andei levando são ridículos: fazendo carinho no Gato, abrindo o laptop, ligando o carro, trocando de roupa, acendendo a luz, e por aí vai. Tenho que tirar uma foto do meu cabelo voando toda vez que tiro o casaco, principalmente o de náilon. O problema disso tudo, além dos choques, é que eu pago o maior mico: sempre levo susto ou solto um “ai”, provocando a gargalhada geral. Eles aqui já são ultra acostumados e raramente se surpreendem com os choques, então os meus sustos são a maior diversão. E eu que achava que em São Paulo tinha muita eletricidade estática, mal sabia o que me esperava…

10 livros de uma vez

Janeiro 12th, 2004 by Luciana Misura

Foi o que eu ganhei de presente de Natal do meu sogro: 10 livros que eu estava querendo. Na verdade ele comprou 2 e os outros 8 ele já tinha lido, e me deu a série. The Mists of Avalon e The Da Vinci Code são os novos, o primeiro (As Brumas de Avalon, em português) eu li metade há anos e como o livro era emprestado, tive que devolver antes de terminar; o segundo é um best-seller aqui nos EUA e foi recomendado nos livros do ano pela Amazon, fiquei curiosa. A série dos 8 livros se chama The Sword of Truth, e o amigo que tinha me emprestado a série The Chronicles of Thomas Covenant, The Unbeliever, tinha me falado a respeito, que eram excelentes e que eu tinha que ler. Coloquei todos na minha wish list da Amazon, esperando ganhar o primeiro da série, nem sabia que o meu sogro tinha todos eles! Agora tenho um monte de livros para ler, vamos ver em quanto tempo eu leio (devoro) todos eles. Ah, e ainda estou com o original de Scarlet Letter emprestado do meu outro sogro…

A Britney casou, eles casam também

Janeiro 11th, 2004 by Luciana Misura

Todo mundo ouviu bastante a história do casamento da Britney Spears, em Las Vegas, que foi anulado no dia seguinte? Esse foi o assunto da semana por aqui, e uma rádio de Detroit resolveu entrar na brincadeira: um dos produtores do programa, assumidamente solteiro (já rolou até um especial tipo Bachelor na rádio, com um monte de ouvintes solteiras pro cara escolher uma), vai para Las Vegas com uma ouvinte para fazer o mesmo roteiro da cantora. Vão ficar no mesmo hotel chique e casar na mesma capela cafona, com direito a um advogado anulando tudo no dia seguinte. E não é que apareceu um monte de mulher querendo casar com o cara? Vai ser na semana que vem, se ninguém desistir antes. O que esse pessoal não faz por audiência…

História dos videogames

Janeiro 11th, 2004 by Luciana Misura

Eu e Gabe estávamos aqui tentando achar o jogo Gauntlet que eu jogava no Phantom System (alguém lembra?), só que esbarramos em um probleminha básico: os nomes dos consoles no Brasil eram diferentes. Conseguimos descobrir que na verdade o Phantom era nada mais do que o NES (Nintendo 8 bits) mas mesmo assim não conseguimos achar o jogo na internet, só a versão do Atari, que não é a mesma. Em compensação, acabei entrando neste site fantástico com a história dos videogames, com direito a muitas fotos dos consoles e jogos. Para quem é fã, como eu, vale a pena dar uma olhada - um trabalho primoroso, tudo explicadinho com detalhes, Gabe ficou até com inveja que é tudo em português.

Quase me estressei…

Janeiro 10th, 2004 by Luciana Misura

…quando estava no shopping hoje, tudo em liquidação, e vi que o casaco que eu tinha comprado por $110 em novembro estava custando $24,99. Só não morri do coração porque não tinha nenhum da cor que o meu (cinza), e a vendedora informou que o casaco cinza não chegou nem a entrar em promoção, vendeu tudo no preço regulamentar mesmo. Ufa! Acabei de entender por que os americanos são viciados em liquidações. E eu deveria levar mais a sério a regra de nunca olhar de novo o preço de uma coisa que você já comprou.

Para ficar mais feliz, comprei logo as blusinhas que de $40 estavam por $16. O Gabe, claro, não achou nenhuma graça na minha tática…

A Cidade Gorda

Janeiro 9th, 2004 by Luciana Misura

Detroit ficou em primeiro lugar no ranking das cidades mais “gordas” dos EUA. Só comprovou o que a gente vê no dia-a-dia: o clima é frio, as pessoas saem pouco de casa, um verdadeiro regime de engorda. Além disso, é a capital do automóvel, todo mundo só dirige ao invés de caminhar, não tem nem transporte público. Some-se a isso tudo uma quantidade enorme de restaurantes fast-food, pouquíssimas academias de ginástica (a mais perto da minha casa fica a 45 minutos de carro) e pronto, a receita ideal para a obesidade. Pelo menos as pessoas que trabalham comigo são todas conscientes dessas condições e se preocupam bastante em ter uma alimentação saudável, já que fazer exercício é mais complicado. Na hora do almoço ontem por exemplo, todo mundo pediu combinado de sopa e salada.

Atualização no Mundo Pequeno

Janeiro 8th, 2004 by Luciana Misura

Acabei de acrescentar um monte de blogs novos, removi alguns que sabia que não estavam mais no ar e troquei endereços velhos. O saldo: 300 blogs, país novo (Ucrânia) e a volta de Polônia, Noruega e México à lista. Sei que ainda tem um mooonte de blogs que precisam ser removidos, mas falta tempo para entrar em um por um conferindo…

Washington DC, aí vamos nós!

Janeiro 8th, 2004 by Luciana Misura

Dia 16 de janeiro, sexta-feira que vem, estaremos a caminho da capital americana. Tudo porque descobri hoje que no dia 19, segunda-feira, será feriado - aniversário de Martin Luther King Jr. Na mesma hora comecei a procurar uma cidade que a gente pudesse visitar. A escolhida foi Washington DC, porque além do tempo de viagem ser razoável (8h de carro), é famosa por seus museus (ótima pedida para o inverno, já que não dá para ficar do lado de fora mesmo) e ainda vou aproveitar para conhecer a Renata e o seu baby. Acabei de reservar o hotel e agora tenho uma semana para pesquisar lugares bacanas que tenho que visitar, sugestões são bem-vindas!

Colagem na mídia

Janeiro 8th, 2004 by Luciana Misura

Olha a minha foto ali na chamada no alto a direita
Este bloguinho e a autora que vos escreve saíram recentemente na Revista Viagem e Turismo, na matéria da Luciana Benatti sobre amizades via blog que renderam viagens. O artigo fala de quando eu encontrei a Cíntia e a Adriana em Chicago, em novembro passado e tem fotos de nós três, uma foto da cidade à noite que eu tirei e uma que a Cíntia tirou. Veja aqui a matéria (página 1
e página 2
), que a Márcia-SP gentilmente escaneou e mandou para a Cíntia. Coincidentemente, saiu ao mesmo tempo no jornal brasileiro publicado no Japão, International Press, a reportagem do Ewerthon Tobace sobre como vivem brasileiros no exterior, que fala também de vários outros expatriados na Europa e EUA (incluindo o Sérgio e a Danielle, do Mundo Pequeno, que moram em Dallas). Obrigada Luciana e Ewerthon e aos visitantes que chegaram aqui através destas reportagens!

Esfriando

Janeiro 6th, 2004 by Luciana Misura

Essa foi a temperatura hoje e vocês podem ver a previsão para os próximos dias, agora realmente o frio chegou (reparem no feels like, que é a sensação térmica, e que agora de noite bateu os 22 graus negativos). A neve está seca, um farelo, igual areia de praia. Apesar da temperatura, como fez sol, um bocado evaporou, principalmente das ruas, por causa do movimento dos carros. O problema é que a estrada fica molhada, a água bate no pára-brisa e vira gelo quase que instantaneamente, fica tudo grudado e não tem limpador de pára-brisa que resolva. Os carros limpa-neve passaram nas ruas, removeram a neve acumulada e empurraram para as calçadas, fazendo montes de neve enormes. Depois vieram os caminhões de sal, que é colocado para que a neve e gelo não se acumulem. As fotos são das janelas do prédio em que trabalho, tava todo mundo me perguntando por que eu tava tirando tanta foto da janela…


Ah, repararam nas fotos como aqui é tudo plano? Não tem nem um morrinho, nada, tudo flat