Na volta de Ohio para Washington eu não estava nem um pouco a fim de dormir no avião, então fui procurar algum livro divertido pra ler na viagem e acabei comprando The Undomestic Goddess, de Sophie Kinsella.
É uma historinha bem água-com-açúcar, mas achei simpática e divertida. Uma advogada de 29 anos completamente perfeccionista e workaholic comete um erro que vai causar um prejuízo de milhões no dia da sua tão esperada promoção. Totalmente desorientada, ela sai pelas ruas e entra no primeiro trem que aparece, sem saber pra onde ir. Depois de tomar todas, ela acaba parando em uma cidadezinha e ao bater na porta de uma casa rica pra pedir uma aspirina ela acaba sendo confundida com uma candidata a governanta. Quando ela descobre a confusão na qual se meteu, resolve aceitar o trabalho por não ter coragem de voltar e encarar o seu erro e acaba descobrindo uma nova vida mais simples, com menos pressões do trabalho e mais tempo para si mesma.
Acho que todas as mulheres que se dedicam a uma carreira se identificam com os problemas da personagem, mas temos que fechar os olhos pra simplicidade como tudo se resolve no livro (ah, se fosse tão fácil!). Como uma mulher que nunca fritou um ovo vira uma cozinheira gourmet em menos de um mês eu não sei 🙂 Mas é um livro gostosinho de ler.
Livrinho parece ser interessante.
Menina, sabe que estava com esse livro na mão ontem pra comprar, mas acabei optando pelo “History of Love”, de Nicole Krauss. Que coisa…
Procurei aqui no Brasil, mas não saiu por aqui ainda não. Quando sair vou comprar.
Eu também gosto de coisas de papelaria. Por aqui (RJ) eu compro no Papel Picado.
Abraços para você.
Lu, recebi aquele email que você me mandou sim e respondi procê no mesmo dia, mas obviamente você não recebeu a resposta. Te mandei a resposta novamente hoje, depois do seu email da Comcast chegou e ele retornou. Parece que meu server está blacklisted… 🙁 Tentei novamente, só que dessa vez enviei o email pro suporte do pixelzine… Vamos ver se dá. Beijocas.
Ms. Kinsella tem o jeito. Costumo dizer que ela tem a pegada para essas literaturas-quase-roteiro-de-comédia-romântica-holywoodiana 🙂
Li Os Deilírios de Consumo de Becky Bloom [ou algo assim] para uma pauta na revistaparadoxo.com e achei bem interessante o modo como ela faz literatura.