E não, não estou falando daquele show de patinação no gelo, mas sim do pequeno livro de contos de Natal escrito por David Sedaris. Os contos são de humor negro, que é o estilo do escritor, com acontecimentos do dia-a-dia que fugiram ao controle e famílias tão obcecadas por suas tradições de Natal que nem percebem as loucuras que cometem. Os meus preferidos foram SantaLand Diaries (memórias do autor de quando ele trabalhou como elfo em uma loja de departamentos em New York), Dinah, the Christmas Whore (também autobiográfico, o encontro da família com uma prostituta) e Based Upon a True Story (como a mídia manipula uma comunidade inteira sem a menor cerimônia). Os outros três contos também são bons, mas tão absurdamente histéricos que eu fiquei achando as histórias mais estranhas e bizarras do que engraçadas. Acabei o livro com uma sensação estranha sem saber se gostei ou não.
Acho tão interessante quando isso acontece… normalmente eu preciso ler de novo, e as vezes, isso é suficiente para que eu descubra que amei o livro (filme). E as vezes, eu simplesmente concluo que não, não gostei mesmo. Mas é curioso!!!!
abraços,
Sam, eu vou ter que ler de novo mesmo, mas em uma outra ocasiao, pra ver se muda alguma coisa 🙂 De repente e o meu humor no momento (ou nao).
Eu amo ler, mas vc parece uma maquininha… RS Não sei como consegue ler tão rápido ! Bom, eu gosto de “degustar” o livro com mais calma; e comoBacharel em Letras (se é que eu ainda posso afirmar isso, depois do estrago que o uso diário de inglês está fazendo com o meu português) sempre demoro mais, porque acabo parando para analisar tudo… Paranóia! RS Comprei um livro do Zeca Camargo, no aeroporto de Cumbica, na volta do Brasil (2 meses atrás!), comecei a ler, mas não consigo terminar, porque o estilo dele é muito muito chatinho (jornalístico, enrolado, vapt-vupt). Aí, acabo com outro livro na mão e deixo o dele de lado.