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Archive for September, 2009

Sea World, curtindo o parque aquático

September 27th, 2009 by Luciana Misura

Levamos o meu irmão pra conhecer o Sea World de San Antonio e aproveitamos pra conhecer a área das piscinas que tem lá dentro (das outras vezes nós fomos no inverno e não estavam abertas). Estava um dia lindo e super quente, e nem sabíamos mas era o último final de semana que o parque aquático estaria aberto, eles fecham agora em outubro e só vão reabrir as piscinas lá pra abril do ano que vem. O resto do parque continua funcionando como sempre – e quando fomos no inverno nem reparamos que tinha essa área de piscinas, fica escondidinha perto da entrada.

Entramos e Julia quis ver as aves variadas que ficam ao redor de um laguinho, tem vários tipos e super coloridas, ficamos lá até a hora do show das baleias. O show foi o mesmo com a música cafona que vimos ano passado, e a Julia não quis ficar. Meu irmão não tinha visto ainda então fiquei lá com ele enquanto o Gabe passeava com a Julia. De lá ainda vimos um pouquinho do show dos golfinhos e belugas, os cavalos Clydesdale e a piscina de golfinhos. Fizemos carinho nos golfinhos por um tempo, compramos peixinhos pra eles, depois de uma passada no aquário fomos para as piscinas.

Ficamos na piscina de ondas, na piscininha para crianças (uma graça, rasinha e com chafarizes, escorrega e piso macio) e numa outra que tem um balde gigante que vai enchendo no terceiro andar e depois vira a água toda em quem está lá embaixo. Essa piscina tem um monte de brinquedos que espirram água, é bem legal. Tem ainda um toboágua e um rio com bóias (lazy river) mas não fomos por causa da Julia. Só saímos das piscinas quando anunciaram que iam fechar (as 17h) e aí fomos andar pelo resto do parque até fechar as 18h. A gente queria passar ainda na Riverwalk pra mostrar pro meu irmão mas não conseguimos, Julia capotou ainda no carrinho dentro do parque, então resolvemos ir direto pra casa. Todas as fotos de hoje quem tirou foi o meu irmão.















Passeando por Austin

September 26th, 2009 by Luciana Misura

Hoje nós levamos o meu irmão pra passear por Austin. Fomos ao Salt Lick pra ele provar o melhor churrasco texano da cidade, depois a Barton Springs pra dar um mergulhinho na piscina natural (eu nunca entro, muito gelada pro meu gosto), uma voltinha a pé pela 6th Street (onde vimos essa cobra gigante) e finalizando com o pôr-do-sol do Oasis. Julia está adorando ter o tio por aqui, ela acordou de manhã e foi direto bater na porta dele, não quis nem saber de chamar a gente ;-)








Barton Springs

September 26th, 2009 by Luciana Misura

Estamos passeando pela cidade com o meu irmao que esta visitando por uns dias. Ele, Julia e Gabe acabaram de nadar um pouco nessa piscina natural. Agora vamos caminhar pelo centro de Austin.

Visita

September 25th, 2009 by Luciana Misura

Meu irmão chegou e Julia já está chamando o “tio Gugu” pela casa toda ;-)

Correndo

September 14th, 2009 by Luciana Misura

Amanhã viajo pra White Plains, NY a trabalho então o final de semana foi todo dedicado a preparar tudo pra viagem. Julia vai ficar com o Gabe em casa dessa vez, vou amanhã cedinho e volto na quinta-feira a noite. Dá uma agonia danada deixá-la em casa – não por preocupação, porque o Gabe tira de letra – mas porque ela não entende muito bem ainda onde eu vou estar e quando volto, aí morro de pena da bichinha. Por isso ainda não consegui colocar as fotos da viagem pra Miami aqui, só depois que eu voltar.

Me leva junto

September 10th, 2009 by Luciana Misura

Ele ficou aí dentro um tempão, acho que quer viajar também ;-)

Fast Food Orgânico

September 9th, 2009 by Luciana Misura

Hoje o Gabe passou no TerraBurger no caminho pra casa e trouxe os burgers de lá pra gente provar. O TerraBurger é uma lanchonete onde os ingredientes principais são orgânicos e todo o resto é no mínimo natural – sem preservativos, corantes, gorduras trans e afins. A carne dos hamburgers é orgânica, por exemplo. E eles listam os ingredientes todos dizendo o que é orgânico e o que não é. A preocupação vai além da comida, eles também mostram todas as medidas que tomaram pra reciclar, usar energia de forma eficiente, muito interessante.

A comida em si: os sanduíches são gostosos, o pão tem que melhorar, foi a parte mais fraquinha. Adorei as batatas doces fritas em palito, mas as batatas fritas de um modo geral estavam um pouco gordurosas, mas como não eram fresquinhas (o Gabe trouxe pra casa) não sei se na hora teriam sido melhores. Julia comeu o mini-burger dela feliz e uma salada de frutas de sobremesa. Obviamente o preço é mais alto do que os fast foods normais, $24 pra nós três, um McDonald’s teria sido uns $15 no máximo, mas até que a diferença não é TÃO gigante assim e se for comparar com um lugar que serve burgers mais incrementados tipo a rede Red Robin, que não serve orgânico nem é ecologicamente correta, fica na mesma faixa.

O que me irrita é que lugares ecologicamente corretos deviam ser a norma, e não a gente ter que pagar mais caro pra salvar o meio-ambiente e a saúde. Mas aí é outra história, o TerraBurger é só uma consequência…

South Beach, com sol

September 7th, 2009 by Luciana Misura


A segunda-feira amanheceu com sol, contrariando a previsão de chuva mais uma vez, e resolvemos voltar a South Beach pra pegar a praia com sol. Quando eu colocar as fotos aqui do sábado vocês vão ver que a gente tinha que voltar pra ver essa praia com tempo bom. Dessa vez conseguimos estacionar nas vagas da prefeitura, compramos paninis no Pinocchio Cafe, muito bons, e novamente em frente ao Lummus Park na 8th St, fomos curtir a praia – afinal viemos a Miami querendo aproveitar o final do verão na praia. Alugamos uma barraca e a Julia quis logo ir pra água. Ficamos ali curtindo a água morna mas hoje cheia de algas, vendo a praia encher e as italianas chegando e fazendo topless. Então tá. Difícil tirar fotos da praia tentando não invadir a privacidade alheia ali exposta…



Quando deu 1 da tarde levantamos acampamento pra ir embora. Chegamos no aeroporto procurando lugar pra comer e foi uma decepção – os terminais são separados e só tem um restaurante fast food por terminal, então fomos obrigados a comprar uns sanduíches porcarias e caros ali mesmo. Enfim, devíamos ter almoçado em South Beach mas por conta do mau humor da Julia que estava com sono, resolvemos ir direto pro aeroporto e evitar um fiasco no restaurante. Felizmente deu pra matar a fome e embarcamos de volta a Austin às 4 PM. Gostamos muito de Miami e vamos voltar com mais tempo pra explorar melhor a região – incluindo o parque Everglades e Naples, e a própria Fort Lauderdale que só vimos de passagem. Seria um lugar ótimo pra morar se não fossem os furacões!


Florida Keys bate-e-volta

September 6th, 2009 by Luciana Misura

Não era o nosso objetivo fazer esse trajeto em um dia só, porque são mais de 3 horas de Miami até Key West, mas como a nossa melhor chance de sol e praia era essa, resolvemos encarar. O plano: ir parando pelo caminho durante o dia e curtindo o visual e as praias, jantar em Key West e dirigir pro hotel direto, sem parar, de noite, já que a estrada é a mesma e não é necessário ir parando nos mesmos lugares na volta.


Nessas horas telefone com acesso a internet é tudo – Gabe dirigindo e eu no Google Maps olhando o nome de cada uma das Keys (as ilhas) do caminho e checando no TripAdvisor as Things to Do (coisas pra fazer) em cada uma delas. Compilei a seguinte lista de atrações:

- Key Largo: John Pennekamp Coral Reef Park, que pulamos porque não dá para fazer snorkeling com a Julia e nem trouxemos o nosso equipamento por causa disso. Mas parece um lugar bacana e vai ficar pra próxima vez.

- Islamorada: Theater of the Sea, um parque temático pequeno que tem como a maior atração os programas para nadar com golfinhos, raias ou leões marinhos, todos pra crianças maiores então resolvemos não parar já que o tempo é curto. Mas tem boas reviews desse lugar no TripAdvisor. Windley Key Fossil Reef Geological State Park, onde o coral era extraído para construção e decoração, agora a área é um parque com trilhas e paredes de coral onde era feita a extração. Passamos direto, sem ter certeza se valeria a pena parar ou não.

- Long Key: Long Key State Recreation Area, um parque com trilhas, área de barcos, picnic, etc. Paramos o carro pra entrar mas o guardinha muito simpático nos explicou que não tem praia de areia aqui, só pedras, e o fundo é meio lama, que o primeiro parque que iríamos encontrar com praia de areia é o Curry Hammock State Park, mas que nem tem uma praia tão grande assim e que seria melhor ir até o Bahia Honda State Park, que já estava nos planos mesmo.



- Grassy Key: Dolphin Research Center, uma ONG que resgata e estuda golfinhos, você paga entrada pra ver os golfinhos (tem várias lagoas cercadas com 2, 3 golfinhos em cada uma) e se quiser, compra um dos programas pra nadar com os golfinhos – que vão desde fazer carinho nos bichos até ser treinador por um dia inteiro. O Dolphin Research Center é o que oferece a maior variedade de programas para todos os bolsos, de $25 a $600 dólares, e idades também – crianças de 1 ano pra cima podem participar do programa mais baratinho que é só fazer carinho nos golfinhos. Paramos lá pra ver, o lugar é simples, não é um parque e sim um centro de pesquisa, mas foi bem legal porque você fica bem pertinho vendo os golfinhos caçando peixinhos na lagoa, pulando, e etc ali quase ao alcance do braço. Julia amou. E claro que é mais bacana dar o dinheiro pra uma ONG do que pra um parque temático, na minha opinião ;-) Almoçamos lá mesmo, pra não perder tempo parando mais uma vez só pra comer.

- Marathon Key: Turtle Hospital, outra ONG, essa resgata e reabilita tartarugas marinhas. Eles dão um tour do hospital e você pode dar comida pras tartarugas que estiverem lá. Diariamente em 3 horários: 10 AM, 1 PM e 4 PM. Infelizmente passamos lá entre 1 e 4 da tarde e não pudemos esperar pra fazer o tour, mas o centro de visitantes fica aberto das 9 AM – 6 PM.

- Little Crawl Key: Curry Hammock State Park, o parque que tem uma praia de areia, mas preferimos prosseguir para o Bahia Honda Park.





- Big Pine Key: Bahia Honda State Park, que é o parque que tem as melhores praias das Keys. Duas praias de areia bem grandes, lindas, rasinhas e com água morninha, perfeitas. Infelizmente por causa das tempestades tinham muitas algas na praia, pelo menos na praia do norte estavam na areia e nem tanto na água, mas a praia não estava tão bonita quanto é normalmente. Mas não atrapalhou em nada pra gente – ficamos lá horas, curtindo a água calminha, uma delícia. Julia ficou tão à vontade que entrava e saía da água sem nenhuma preocupação de cair e levar um caixote das ondinhas ;-) Esse parque tem uma área de camping, pra quem gosta de acampar deve ser o paraíso, e também uma boa área pra snorkeling com aluguel de equipamento e tudo.




- Key West: a última ilha das Florida Keys, fica a apenas 90 milhas de Cuba. O centrinho histórico, a praça Mallory para ver o pôr-do-sol e os passeios de barco são as atrações mais populares. Como a gente chegou já morrendo de fome com o sol se pondo, fomos direto jantar antes de colocar o pé na estrada novamente. Mais uma vez o Yelp deu a dica: o restaurante italiano Salute on the beach, super relax bem na areia mesmo, foi ótimo pra quem estava chegando direto da praia. Comida bem feita, frutos do mar fresquíssimos, comi um Scallops Chablis Fettutine e o Gabe foi de Yellow Tail com molho de limão, espinafre e batatas, tudo uma delícia. Serviço simpático, uma brisa soprando, fechou o dia muito bem. Saímos de lá quase 9 da noite e voltamos pra Miami vendo a lua nascer dourada e gigante na Ocean Highway.

Miami Beach e arredores

September 5th, 2009 by Luciana Misura

Acordamos e infelizmente o tempo estava cinza, uma garoa fininha e a névoa encobrindo o porto eram desanimadores. Mas como as chuvas de verão nessa área são imprevisíveis – leia-se podem durar o dia inteiro ou desaparecer completamente em questão de horas – saímos do hotel preparados pra pegar praia se o tempo melhorasse.

Novamente recorremos ao Yelp pra encontrar um local pra tomar café. Fomos a um diner tradicional chamado Jimmy’s Eastside Diner pra um típico café-da-manhã americano – ovos, panquecas, bacon, batatas e afins. Estava cheio, pegamos a última mesa vazia e todo mundo que chegou depois teve que esperar numa fila que foi aumentando até a hora que saímos (junto com o sol!). Mas achei a comida normalzinha, nada de especial pra justificar a fila.


Como o sol resolveu aparecer, pegamos o carro e fomos direto pra Miami Beach. Dirigimos do norte ao sul da ilha pela Collins Ave, apreciando as casas nas beiras dos canais, os hotéis de todos os tamanhos e o distrito com os prédios art-déco históricos. Vimos o maior número de Lamborghinis que eu já vi até hoje nas ruas, muita gente de roupa de praia andando nas calçadas e muitas lojas de todos os tipos – grifes famosas a lojinhas alternativas locais. No sul da Collins viramos pra pegar a Ocean Drive no sentido sul-norte – lindinhos os prédios art-déco e os jardins do calçadão de South Beach. Estacionar estava impossível e acabamos deixando o carro em um estacionamento particular que cobra o triplo do preço do estacionamento da prefeitura (como as vagas da prefeitura são insuficientes, os estacionamentos particulares metem a faca mesmo).

Fomos então pra praia ali na altura da 8th Street, no Lummus Park, o céu ainda estava ameaçando fechar novamente trazendo mais chuva, mas resolvemos encarar já que estava quente (uns 31 graus). A praia estava cheia, apesar do tempo feio, e entramos na água morninha deliciosa até a polícia aparecer pra alertar que a tempestade estava na direção da praia e que eles recomendavam que todo mundo saísse de lá. Contrariados fomos embora ao mesmo tempo que a chuva começava novamente, nos refugiamos em um restaurante na Ocean Drive já que a Julia estava com fome e ficamos por lá fazendo hora até a chuva diminuir (o restaurante era bem fraquinho e careiro, não vou nem colocar o nome aqui porque não recomendo). Momento bacana na praia: os pelicanos mergulhando e comendo peixinhos, Julia amou.



Quando a chuva torrencial virou uma garoa fina, resolvemos pegar o carro e ir dirigindo norte, rumo a North Miami Beach, Surfside, Bal Harbour, Sunny Isles, Golden Beach e Hollywood, que são cidades/praias praticamente continuação umas das outras. Depois que passamos de Hollywood demos meia-volta e paramos em Miami Beach, não sei exatamente em qual parque, pra mais um tempinho na praia. A água estava mais morna do que mais cedo, uma delícia. Curtimos bastante com a Julia que adorou “nadar” e pular as ondinhas, até a chuva mais uma vez nos expulsar da praia. Dessa vez já estava quase na hora do jantar então voltamos pro hotel antes de saírmos pra comer.

Dessa vez seguimos a recomendação do guia Frommers, que foi devidamente apoiada pelo Yelp: o restaurante cubano tradicionalíssimo em Little Havana chamado Versailles. Estava lotado, mas não demorou muito pra gente sentar porque o lugar é bem grande. Eu já tinha provado comida cubana antes e achado parecida com a comida brasileira, e mais uma vez confirmei essa impressão (atenção que eu não falei que é igual, é parecida, muito mais parecida do que a comida mexicana por exemplo, que os americanos sempre acham que deve ser igual a comida brasileira). O bolinho (croquete) de aipim com recheio de carne é idêntico ao que a empregada que tivemos quando eu era criança fazia (muito bom!), o aipim cozido com arroz, feijão e carne assada estavam gostosos, comida caseira mesmo – e os preços idem. O serviço foi bom mesmo com o restaurante cheio e apesar deles esquecerem que a gente não falava espanhol e volta e meia falarem algo em espanhol pra depois emendar em inglês. Julia curtiu o grupo tocando violão e cantando e ia seguindo os caras dançando e batendo palmas com entusiasmo toda vez que eles acabavam uma música. Do lado do restaurante tem a padaria de mesmo nome servindo cafezinho e pães fresquinhos, mas como os pratos eram bem grandes, saí de lá sem conseguir comer mais nada.

Chegando ao hotel, ficamos analisando a previsão do tempo pro domingo: mais chuvas de verão em Miami, probabilidade 60%, idem para Naples, Pompano Beach e Fort Lauderdale, somente Key West tinha uma previsão um pouco melhor – chance de chuva de 40%. Resolvemos arriscar e dirigir pelas Florida Keys até lá, cruzando os dedos pra chuva nos dar uma trégua.