Em relação a morar nos EUA, eu estou completamente perdido – pra não dizer “descartado”. Quanto mais eu pesquiso, sobretudo vistos, mais confuso fico.
Visto de trabalho, no meu caso, não rolaria, pelo menos neste momento, com meus 24 anos. Visto de estudante… bem, ele expira uma hora e bye bye. Visto de turismo… não me arrisco: sinto que mergulharei numa depressão ao fim da viagem. Não tenho um familiar residente fixo nos EUA. Também não conheço ninguém com cidadania norte-americana. Ilegal: NEM PENSAR!
Então: Visto de Casamento? Não. Visto de Parentesco? Não. Visto de Trabalho? Não.
Portanto, “Greencard” parece um sonho distante, meio inalcançável. Cidadania (o que garante o direito ao voto) então… é utópico.
Por isso eu te disse que seria uma luta. O problema é que eu nem sei como lutar contra tantas impossibilidades.
Atualmente eu trabalho com Design Gráfico, como freelancer. E minha família tem um comércio, onde eu ajudo. E, por fora, estou finalizando um livro que me custou uma década de empenho.
Sim, eu nunca fui aos EUA, mas eu “estudo” o país há pelo menos 8 anos: de sua colonização de povoamente à Modernidade capitalista. Inclusive, sou leitor de seu blog há anos, e o encontrei justamente pesquisando sobre os EUA. Na época, a Julia tinha meses de nascida. Desde então favoritei e não parei mais de acessar.
Em relação ao país, até agora tenho mais pontos prós do que contras – e com uma larga vantagem.
Eu concordo que “uma coisa é estudar de fora”, outra coisa é “vivenciar a cultura, o dia-a-dia”, mas depois de ler e ver tanto, não devo estar tão enganado assim quanto ao meu conceito já formado. Os EUA inundam nossa mídia com o “american way of life”, embora eu tenha consciência de que este país não é uma Disneylândia e toda aquela coisa minimamente perfeita que a gente vê nos filmes. Principalmente nos tempos atuais.
Ao contrário de muitos jovens brasileiros que fazem uma imagem dos EUA pelo o que assistem nos seriados teen, eu vou atrás de fontes mais realistas.
E, neste momento, quando acabo de saber pelo telejornal que teremos MAIS 6 dias de feriado prolongado no Brasil – ou seja, o país vai parar –, só reforça a minha certeza de que, se eu emigar e não me adaptar aos EUA, ainda assim estarei melhor do que no Brasil, onde sempre me senti deslocado.
Enquanto esse dia não chega, eu fico lendo blogs como o seu e aprendendo cada vez mais sobre a cultura local. 😉
Ah, eu particularmente tenho preferência pelos estados – “frios” – da região da Nova Inglaterra, sobretudo Massachusetts. 😉
Um dia, eu quero apresentar um desse “I Voted”! 🙂
Até esse dia, porém, muiiiiita luta!
😉 onde voce mora Robert?
Brasil – litoral de SP –, ainda. =/
Em relação a morar nos EUA, eu estou completamente perdido – pra não dizer “descartado”. Quanto mais eu pesquiso, sobretudo vistos, mais confuso fico.
Visto de trabalho, no meu caso, não rolaria, pelo menos neste momento, com meus 24 anos. Visto de estudante… bem, ele expira uma hora e bye bye. Visto de turismo… não me arrisco: sinto que mergulharei numa depressão ao fim da viagem. Não tenho um familiar residente fixo nos EUA. Também não conheço ninguém com cidadania norte-americana. Ilegal: NEM PENSAR!
Então: Visto de Casamento? Não. Visto de Parentesco? Não. Visto de Trabalho? Não.
Portanto, “Greencard” parece um sonho distante, meio inalcançável. Cidadania (o que garante o direito ao voto) então… é utópico.
Por isso eu te disse que seria uma luta. O problema é que eu nem sei como lutar contra tantas impossibilidades.
Tô precisando do Visto do Milagre. 🙂
Pô, mas se você nunca veio nem sabe se vai gostar!
Qual é a sua profissão?
Atualmente eu trabalho com Design Gráfico, como freelancer. E minha família tem um comércio, onde eu ajudo. E, por fora, estou finalizando um livro que me custou uma década de empenho.
Sim, eu nunca fui aos EUA, mas eu “estudo” o país há pelo menos 8 anos: de sua colonização de povoamente à Modernidade capitalista. Inclusive, sou leitor de seu blog há anos, e o encontrei justamente pesquisando sobre os EUA. Na época, a Julia tinha meses de nascida. Desde então favoritei e não parei mais de acessar.
Em relação ao país, até agora tenho mais pontos prós do que contras – e com uma larga vantagem.
Eu concordo que “uma coisa é estudar de fora”, outra coisa é “vivenciar a cultura, o dia-a-dia”, mas depois de ler e ver tanto, não devo estar tão enganado assim quanto ao meu conceito já formado. Os EUA inundam nossa mídia com o “american way of life”, embora eu tenha consciência de que este país não é uma Disneylândia e toda aquela coisa minimamente perfeita que a gente vê nos filmes. Principalmente nos tempos atuais.
Ao contrário de muitos jovens brasileiros que fazem uma imagem dos EUA pelo o que assistem nos seriados teen, eu vou atrás de fontes mais realistas.
E, neste momento, quando acabo de saber pelo telejornal que teremos MAIS 6 dias de feriado prolongado no Brasil – ou seja, o país vai parar –, só reforça a minha certeza de que, se eu emigar e não me adaptar aos EUA, ainda assim estarei melhor do que no Brasil, onde sempre me senti deslocado.
Enquanto esse dia não chega, eu fico lendo blogs como o seu e aprendendo cada vez mais sobre a cultura local. 😉
Ah, eu particularmente tenho preferência pelos estados – “frios” – da região da Nova Inglaterra, sobretudo Massachusetts. 😉
Parabéns por ter votado certo! 🙂
Brigada 😉 ainda bem que ele ganhou! Nao sei como tem gente que e contra a reforma do sistema de saude, soa surreal pra mim…