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Archive for the ‘Cultura’ Category

Not Afraid of the Dark

Setembro 21st, 2008 by Luciana Misura

Por acaso essa semana lendo mensagens em um forum de mães uma delas comentou que o Ballet Austin faria uma apresentação no final de semana chamada Not Afraid of the Dark, um ballet com efeitos especiais para crianças. Imediatamente já fui procurar detalhes sobre o show, já que eu adoro ballet e achei as fotos muito bacanas. Chamei as amigas e a Isabella topou, e lá fomos nós no domingo de tarde para o histórico Paramount Theatre em downtown Austin.

Chegamos bem na hora que o ballet ia começar e não deu para ver bem o teatro, que parece bem legal. É bem pequenininho e estava lotado com crianças de todas as idades (tinha gente até com bebê). O ballet foi muito bacana, uma pena a Julia não ser mais velha para assistir! Qualquer criança ia adorar, as que estavam lá faziam ooooooohhhhhs e davam gargalhadas com as letras das músicas e os dançarinos vestidos de preto com acessórios fluorescentes flutuando no escuro. O tema é a noite de uma criança - do final do dia de brincadeira, passando pela hora do banho, colocando o pijama e indo para cama, o medo dos barulhos no escuro, os monstrinhos debaixo da cama, os sonhos, até o amanhecer do dia seguinte. E claro, mostrando para os pequenos porque não precisam ter medo do escuro. A trilha sonora é excelente, eu não conhecia o cantor e compositor infantil Joe Scruggs e me surpreendi. Saí de lá com o CD para a Julia e as musiquinhas simpáticas no ouvido. Foi a primeira vez que esse espetáculo foi apresentado e espero que o Ballet Austin decida repetir todos os anos, para que eu possa levar a Julia no futuro!

cirque du soleil

Maio 16th, 2006 by Luciana Misura



cirque du soleil

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Vai comecar ja ja…

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Depois do show: M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. Só vendo pra conseguir entender o quão fantástico o Circo é. Assistimos ao espetáculo Varekai, que nem é novo nem nada mas tudo é lindo, dos movimentos precisos e dificílimos dos acrobatas (tem uma mulher que deveria ser estudada, não é possível que ela tenha ossos ou espinha!) às roupas, iluminação (os vaga-lumes voando em cima da platéia são simples e geniais), cenário (o palco com seus vários buracos secretos é demais) e destaque para a música, ao vivo e linda, estou pensando seriamente em comprar o CD. Se você estiver em alguma cidade no caminho do Cirque du Soleil, só tenho uma coisa a dizer: vá. Vale cada centavo.

PS: Infelizmente fotografia não é permitida, o Gabe tirou essa foto com o meu celular antes do show começar e levou a maior bronca.

Cirque du Soleil apresenta…LOVE!

Maio 1st, 2006 by Luciana Misura

Eu já estava querendo ir a Las Vegas faz tempo, agora encontrei mais um incentivo: o Cirque du Soleil estréia em julho o espetáculo LOVE, que é um tributo aos Beatles. Vai ser um arraso, a performance do Cirque com a música dos Beatles e o teatro 360 graus do hotel Mirage, putz! Já estou de olho no feriadão no final de agosto pra gente ir até lá…

Uma colagem musical

Dezembro 16th, 2004 by Luciana Misura

Fomos novamente naquela escola onde tirei as fotos da peça de teatro, desta vez para um evento chamado Collage, que é literalmente uma colagem musical. Os estudantes que participam da orquestra, banda, grupo de jazz, de sinos e coral se apresentam sem intervalo, emendando uma música com o grupo de cordas por exemplo com outra cantada pelo coral, com outra tocada pelo grupo de sinos, e por aí vai.

Foi muito legal, principalmente pelo grupo de sinos, que eu acho lindo - elas tocaram uma das músicas de “O Quebra-Nozes” que todo mundo conhece, e o coral no final que cantou um arranjo lindíssimo do hino americano (eram uns 100 adolescentes no coral) de deixar a platéia com lágrimas nos olhos - incluindo os meus pais, que nem a letra da música entendem. É o poder de uma boa música…





Escher no Google

Junho 17th, 2003 by Luciana Misura

E hoje o Google faz uma homenagem a um dos meus artistas preferidos: M.C. Escher. Seria o aniversário desse artista fantástico, que criou gravuras totalmente baseadas em matemática e geometria, cheias de perspectivas distorcidas. Cada desenho de Escher é de dar um nó na cabeça, e melhor, um mais lindo do que o outro.

O desenho que o Google usou para a brincadeira com o logo foi o famoso Drawing Hands. Entre os meus preferidos estão Sky and Water e Day and Night (abaixo), com suas transições impressionantes. High and Low e House of Stairs são alguns de perspectivas surreais, mas que da forma maravilhosa que foram feitas, parecem perfeitamente possíveis. Sua obra mais fascinante é Metamorphose, um mural gigante com transformações diversas.

Escher nasceu na Holanda e viveu um bom tempo na Itália, onde produziu grande parte do seu trabalho. Ele morreu aos 73 anos, em 1972.

Science Musem

Junho 8th, 2003 by Luciana Misura

Eu estou atrasada com os meus posts mas o marido não está…

Medici, Michelangelo e o Renascimento

Junho 4th, 2003 by Luciana Misura

Fomos ao Detroit Institute of Arts para a exposição Magnificenza!, Os Medici, Michelangelo e a Arte do final do Renascimento em Florença. Esta exposição já esteve em Chicago, quando fui ao Art Institute of Chicago, mas estava tão cheia que não pude ver.

A exposição foi dividida em salas com os trabalhos artísticos desenvolvidos com o patrocínio de cada um dos Duques da família Medici. Desde 1537 até 1621, sucessivos herdeiros se tornaram Duques em Florença e contratavam artistas para criarem obras de arte que aumentassem o prestígio e o nome da família. De pinturas a esculturas, passando por tapeçarias e trabalhos em pedra, a produção artística foi enorme, e Michelangelo foi o líder. Ele inspirou uma legião de discípulos, que o consideravam “divino”.

O que eu mais gostei foram as esculturas e os trabalhos em pedra, todos fantásticos. A escultura de Michelangelo “Apollo/Davi” na época foi uma revolução, tanto pela postura do modelo quanto pelo fato de poder ser vista de qualquer ângulo. Os trabalhos em pedra, todos em granito, como na foto abaixo, são impressionantes: um verdadeiro quebra-cabeças, de pedras coloridas cortadas finíssimas e montadas de acordo com suas texturas.

Os três “Bs”: Bach, Beethoven, Brahms

Maio 3rd, 2003 by Luciana Misura

Ontem fomos a um concerto com músicas de Bach, Beethoven e Brahms. A orquestra, Macomb Symphony, é a que o meu sogro toca (ele toca viola agora, antes tocava violino). Acho que toda a comunidade alemã da região estava lá, nunca vi tanta gente por aqui falando em alemão junta (os três compositores são alemães).

Eles tocaram uma das minhas músicas preferidas de Bach, uma sinfonia de Beethoven muito bonita (Fantasy), com uma pianista fantástica que tocou a peça inteira interagindo com a orquestra SEM ler a música, tudo de cabeça. A peça de Brahms não gostei muito, achei monótona. Um coral bem grande cantou em Fantasy e Jesus Joy (de Bach, que o nome em português é Jesus Alegria dos Homens). Mas a melhor foi no final, a Toccata e Fuga, de Bach, que deixa a orquestra doidinha, os instrumentos “conversando” numa velocidade absurda.

Mozart’s Requiem

Janeiro 24th, 2003 by Luciana Misura

Ontem fomos a um concerto da DSO (Detroit Symphony Orchestra), que apresentou Requiem, de Mozart. A história dessa composição é muito interessante e quem assistiu ao filme Amadeus provavelmente vai lembrar da obsessão de Mozart antes de morrer, compondo o Requiem (que é uma homenagem póstuma, pode ser um discurso ou música). O programa tem um texto interessante, vou traduzir e resumir: Mozart começou a escrever o Requiem sob encomenda de um desconhecido, que exigiu o anonimato quando contratou o músico. Este pedido aconteceu apenas alguns meses antes da morte de Mozart, que estava muito doente e durante a composição desta sinfonia começou a ter pressentimentos de que estaria compondo o seu próprio Requiem. Por causa disso, se tornou obcecado em escrever uma música suave, tranquilizante e confortante, que era a idéia que ele fazia da morte, segundo cartas a seu pai - e também uma sinfonia que fosse sua obra-prima, que fizesse jus a todas as suas composições anteriores. Morreu deixando a sinfonia quase pronta, e os trechos inacabados foram finalizados por um dos seus assistentes.

A apresentação foi no Detroit Orchestra Hall, que é o prédio original de concertos da cidade, construído em 1919 - e chegou a virar uma Igreja nos anos 50 - antes de ser restaurado e se tornar novamente palco para apresentações musicais. O estilo arquitetônico é bem parecido com o da Detroit Opera House, onde fui assistir aos ballets e publiquei as fotos aqui no site, só que menos suntuoso.

Degas and the Dance

Janeiro 2nd, 2003 by Luciana Misura

Fomos hoje à exposição Degas and the Dance, que está no Detroit Institute of Arts. Infelizmente não é permitido fotografar a exposição (nem preciso dizer que fiquei frustradíssima) e não vou poder mostrar pra vocês o trabalho maravilhoso desse artista.

Mais de 100 trabalhos incluindo pinturas, desenhos e esculturas, tudo mundo bem montado, começando com um filme de quase uma hora sobre a vida de Degas (opcional) e de lá para a primeira galeria com fotos da Ópera de Paris, onde ele assistia aos ballets que retratava. A segunda galeria mostrava os primeiros quadros, com retratos de alguns dançarinos que seriam personagens das centenas de desenhos e pinturas posteriores. Depois uma galeria com desenhos e pinturas dos ensaios, passando para uma outra com pinturas das apresentações, uma sala com o caderno de esboços do artista (original) e que foi escaneado e que podia ser consultado em um dos diversos computadores touch-screen. A quarta galeria mostrava mais apresentações e um filme sobre dança, com uma sala anexa com espelhos e barras onde o público poderia aprender as 5 posições básicas de ballet (para o meu espanto muita gente estava lá brincando, lógico que as crianças faziam a festa). De lá para a galeria com os nus das bailarinas e a última com os quadros da fase final do pintor, quando ele estava mais concentrado em detalhes e nas cores do que em retratar o cenário completo.

Todos os quadros e desenhos foram complementados com maquetes de cenários dos ballets representados, esculturas das bailarinas com as fantasias, sapatilhas encontradas no estúdio do pintor, tudo muito detalhado e bem-feito. Só fiquei com pena que faltaram os quadros mais importantes, que estão em museus na França e que não vieram para esta exposição, que contou com quadros de acervos de museus americanos e de coleções particulares. Mas valeu muito a pena, a exposição fica aberta até o dia 12 próximo.

Saímos da exposição e estava nevando muito, já estava tudo branquinho e a neve caindo forte. Pela previsão do tempo, vai nevar de 8 a 16 centímetros de neve de hoje para amanhã. Levei mais de uma hora para chegar em casa em um trajeto normalmente de 20 minutos…nesse ponto a neve é que nem a chuva no Rio e em Sampa.

Procurando fotos das pinturas que estavam na exposição, encontrei este site que é o mais completo que já vi com os trabalhos do artista. As pinturas e desenhos estão divididos por época, são mais de 400 imagens!

Ballet Quebra-Nozes

Dezembro 14th, 2002 by Luciana Misura

Fomos quinta assistir ao ballet O Quebra-Nozes, apresentado pelo Cincinnati Ballet. Como comentei aqui mês passado, quando fui assistir ao Lago dos Cisnes, este é um dos mais conhecidos ballets no mundo, com a música fantástica de Tchaikovsky. O segundo ato inteirinho é uma sucessão de músicas lindas e muito conhecidas, que a maioria das pessoas nem sabe que faz parte do ballet. Costumo dizer que O Quebra-Nozes é o primeiro ballet que se deve assistir, é o ballet para quem ainda não gosta de ballet; e para quem gosta é sempre um prazer ver de novo.

Para começar, tudo se passa na noite de Natal, então os cenários já são lindos e todo mundo se sente envolvido, o clima é familiar. E a história é pura fantasia: a menina Marie ganha de presente de seu padrinho, que fabrica brinquedos, um boneco Quebra-Nozes de presente de Natal. O boneco é mágico e dança para todos na festa, depois retorna ao seu tamanho normal e aos braços da menina. Todos aproveitam a noite celebrando e depois as crianças vão dormir. À meia-noite coisas estranhas começam a acontecer: a árvore de Natal e tudo mais na casa aumentam de tamanho, os ratos andam pela casa. Marie acorda e quando vai ver o que houve, está do tamanho dos ratos. Eles raptam seu Quebra-Nozes e ele luta com os ratos e com seu líder, Rei dos Ratos, ajudado por seus amigos soldadinhos de brinquedo. Depois de vencer a luta, o Quebra-Nozes se transforma em um príncipe da terra dos doces e brinquedos, e leva Marie para visitar a sua terra. Ela voa em sua cama pela noite e neve, e chega à terra do príncipe. Os brinquedos de terras distantes chegam para dar as boas-vindas e todos dançam, uma linda Rosa e suas amigas flores também participam e todos se divertem. No final da noite, Marie e o príncipe dançam para se despedir dos amigos e ela retorna à sua casa, quando acorda, com seu querido boneco Quebra-Nozes ao seu lado.

A apresentação foi na Opera House de Detroit novamente, e desta vez eu tirei umas fotos lá dentro, acho o teatro muito bonito e é bem diferente dos teatros importantes que temos no Brasil (o Municipal do Rio e de São Paulo e o teatro de Manaus). A arquitetura e a decoração nada lembram aos nossos teatros, que por sua vez, são copiados dos teatros famosos europeus. Tirei poucas fotos porque era proibido, então dei uma voltinha disfarçadamente e quando veio o primeiro funcionário falando que não podia, eu tive que parar. Aliás, não entendo porque um lugar desses, que é uma das atrações turísticas da cidade, proíba que se tire fotos. Entendo e respeito que não se possa tirar fotos durante a apresentação, mas não poder tirar fotos nem do prédio em si, no intervalo, não entendo mesmo.



Ballet Bolshoi

Novembro 24th, 2002 by Luciana Misura

Na sexta a noite fomos assistir ao Ballet Bolshoi, apresentando o clássico dos clássicos: O Lago dos Cisnes. A apresentação foi no Detroit Opera House, com orquestra, como manda a tradição.

Para quem não conhece ballet clássico, O Lago dos Cisnes, assim como O Quebra-Nozes, são dois dos mais conhecidos e apresentados ballets, ambos com música composta por Tchaikovsky e como a maioria dos ballets clássicos, extremamente românticos e fantasiosos. Mesmo que você nunca tenha visto nenhum deles, provavelmente reconheceria os acordes das músicas: estas duas peças contém algumas das mais famosas músicas clássicas de todos os tempos, como a Valsa das Flores, por exemplo. A primeira apresentação de O Lago dos Cisnes foi uma montagem do próprio Bolshoi em 1877, em Moscou.

A estória é uma versão francesa de um conto alemão (que infelizmente não sei qual é), sobre uma princesa, Odette, que foi transformada em cisne por um mago vilão, Rothbart; suas amigas são transformadas em cisnes também. Toda meia-noite, ela e as amigas se transformam em humanas novamente por algumas poucas horas. Em uma dessas noites, ela é descoberta pelo Príncipe Siegfried, que se apaixona e promete resgatá-la. Realiza-se um baile no castelo, o Príncipe Siegfried é apresentado a várias princesas, e precisa escolher uma delas para ser sua noiva. O príncipe não sabe o que fazer, quando então chega ao baile Odile, filha do mago, exatamente igual a Odette, mas como um cisne negro. O príncipe acredita que ela é Odette, e a escolhe como sua noiva. Odette então aparece e vê o que aconteceu, e ele também a reconhece. Vendo o erro que cometeu, quebrando sua promessa a ela, o príncipe se desespera. Ela foge para o lago, e ele vai atrás dela. Lá ela o perdoa, pois ele foi vítima de um feitiço do mago, mas Rothbart cria uma grande tempestade e Odette e Sigfried se afogam. Em algumas (muitas das) versões, há um final feliz: Siegfried luta com Rothbart e resgata Odette e suas amigas depois de quebrar o feitiço.

Eu, que adoro ballet e sempre que tinha apresentação importante no Brasil fazia questão de assistir, adorei, claro. Mas posso dizer que não foi das melhores que vi: os bailarinos principais não estavam em seus melhores dias, e essa montagem não tem o final feliz, que conta com a luta do príncipe com o mago, que é super dramática e muito bonita. Fica faltando um desfecho com mais emoção. A apresentação que assisti em setembro do ano passado, do Ballet Kirov em São Paulo, tinha esse final e foi maravilhosa. De resto, tudo nota 10: cenários, figurinos, iluminação, a música e a orquestra, é um espetáculo lindo mesmo. Se tiver oportunidade, largue o preconceito de que ballet é chato e vá assistir.

Degas vem aí

Outubro 16th, 2002 by Luciana Misura

Semana que vem, dia 20 de outubro, começa a exposição Degas e a Dança, no Detroit Institute of Arts (DIA). Eu simplesmente adoro os quadros deste impressionista que retratou com tanta beleza a rotina de bailarinos parisienses do século XIX. Tive o privilégio de ver algumas das obras no Musée D’Orsay, em Paris, mas esta exposição é mais completa, pois vai reunir obras que estão espalhadas em 11 países, colocando-as lado a lado com fotos, maquetes de cenários e figurinos usados na época. Além dos lindos óleos e pastéis, desenhos e algumas esculturas. As entradas custam $4 para adultos e $1 para crianças, e a exposição vai até dia 12 de janeiro. Se estiver por perto, vale a pena dar um pulinho lá. Maiores informações no site que o DIA preparou para a mostra. Consulte também a programação de palestras sobre desenho, história, pintura e dança, que serão oferecidas durante a exposição.

Renoir no MASP

Abril 29th, 2002 by Luciana Misura

Tá rolando uma super exposição aqui no MASP com as obras mais importantes de Renoir. Trouxeram quadros do Musée d’Orsay, de Paris e do Metropolitan de NY, mais de 100 obras, tenho que ir!

Orixás

Setembro 25th, 2001 by Luciana Misura

Ah, não comentei aqui ainda da “exposição” que estão fazendo no parque Ibirapuera. Tem umas esculturas dos Orixás boiando no lago, muito legais. Ficou bem bacana, eu gostei, as esculturas são bonitas, tirei umas fotos ontem à noite mas ainda não tirei da câmera, amanhã coloco aqui…

O conceito é o mesmo da árvore de natal da Lagoa, no Rio, que eu adoro, fica boiando lá toda iluminada. Aliás, podiam fazer uma árvore dessas para colocar no lado do parque também…Ah, mas os Orixás daqui não ficam à deriva não, estão fixos…