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Archive for the ‘África do Sul’ Category

Um ano depois…

September 26th, 2005 by Luciana Misura

Coloquei o relato e fotos dos dois dias finais da nossa viagem à África do Sul. Um dia com as baleias em Hermanus e um passeio as vinícolas de Cape Town.

Índice da viagem a África do Sul

October 31st, 2004 by Luciana Misura

1o dia: Chegando em Johannesburgo
2o dia: Lion Park e Kruger Park e O fantástico Kruger Park
3o dia: Segundo dia de safari
4o dia: Último safari
5o dia: Cape Town
6o dia: Cape Peninsula
7o dia: Hermanus: um dia com as baleias
8o dia: Vinícolas de Cape Town
Dicas de viagem

Mais fotos de viagem

October 31st, 2004 by Luciana Misura

Para quem não viu: ontem coloquei as fotos do último safari e o primeiro dia em Cape Town, e hoje coloquei as fotos do passeio em Cape Peninsula. Ainda faltam dois dias de fotos…ah, e tem mais um monte de fotos no Fotolog. Normalmente eu não coloco fotos por lá que estão aqui e vice-versa. E isso porque nem coloquei as fotos da festa de Halloween lá do trabalho por aqui ainda.

África do Sul: dicas de viagem

October 31st, 2004 by Luciana Misura

Passei meses e meses procurando pacotes para a África do Sul e foi dificílimo de encontrar. Sei que a partir do Brasil tem muitos pacotes, mas daqui dos EUA é raridade – os grandes sites de viagens simplesmente ignoram o continente africano. Acabei encontrando em um site de leilão de viagens, o SkyAuction. A operadora do pacote foi a Springbok Atlas Tours, uma empresa sul-africana.

O serviço do SkyAuction foi excelente, tudo muito explicadinho por email e depois recebemos tudo pelo correio – itinerário, telefones de contato em cada lugar do roteiro, dicas do que levar na mala, etc. O serviço da Springbok foi médio – o problema todo foi criado porque o primeiro guia, que foi nos buscar no aeroporto, não nos entregou os vouchers e o itinerário final com horários. Durante a parte Johannesburg – Kruger Park, a empresa Safaris Direct foi a responsável pela viagem e passeios, e não tivemos nenhum problema, pois eles nos informavam todos os horários e detalhes que precisávamos. Quando chegamos em Cape Town, que cada dia tínhamos um passeio e guia diferente, em horários diferentes, é que o negócio se complicou. A pessoa que foi nos buscar, achando que tínhamos os vouchers, não levou uma cópia e não tinha certeza do endereço do nosso hotel. Também não sabíamos que o passeio do dia seguinte era as 9h da manhã, e não à tarde como estava no primeiro itinerário que recebemos na época da reserva. Nada que não fosse resolvido com um telefonema para a Springbok Atlas e a nossa agente, Helen, mandou tudo por fax e resolveu com o hotel a falta do voucher. Mas foi um primeiro dia enrolado.

Compramos vários passeios depois que chegamos diretamente com a Springbok Atlas: um dia na Cape Peninsula (em grupo com ônibus, mas o grupo eram 6 pessoas só); um dia em Hermanus com motorista-guia particular (que foi ótimo) e meio dia nas vinícolas com motorista-guia particular (pra gente foi a melhor opção disparada, porque não queríamos dirigir na mão inglesa e não queríamos ficar presos a horários de passeios em grupo).

Os hotéis do pacote foram fraquinhos, com exceção do hotel em Sandton, o Crowne Plaza, que foi legal. O Protea Kruger Gate e o Protea Sea Point ostentam 5 e 4 estrelas não sei como, porque eu daria duas estrelas para o primeiro (o quarto) e três para o segundo (depois que trocaram a gente de quarto, porque eu reclamei), no máximo. As áreas comuns – lobby, restaurante, bar, piscina, são compatíveis com as 5 e 4 estrelas, mas os quartos não (não que os quartos sejam ruins, veja bem, mas se você vai esperando um 5 estrelas e o quarto é equivalente a hotéis 2-3 estrelas que você conhece, a impressão não é boa).

Esta época do ano é perfeita para fazer esta viagem, setembro e outubro são os meses da primavera, com temperaturas amenas e raramente chove. Os safaris ainda são bons porque continua seco e as árvores e arbustos não estão densos com as folhagens, o que atrapalha para ver os animais no verão. O inverno é a melhor época para safaris justamente porque é bem seco, mas sinceramente eu acho que seria frio demais fazer os safaris em carro aberto no inverno (a temperatura pode chegar a 10 graus, e com o vento, sabe-se lá quanto). O risco de malária é quase nulo no inverno e vai aumentando com as chuvas. Para ir a Cape Town, esta época também é boa, porque as chuvas e dias cinza de inverno já passaram e ainda não está um calorão insuportável, além de ser a época ideal para ver as baleias antes delas voltarem para o pólo sul para o verão.

Quanto a malária: nós tomamos um remédio chamado Malarone, que é uma pílula que deve ser tomada um ou dois dias antes de entrar na área de risco, todos os dias durante a permanência na área e mais 5 dias depois que você sai da área de risco. Não tivemos nenhum efeito colateral com essa pílula.

O que é mais caro e chato nessa viagem é o vôo. Do Brasil é bem mais tranquilo, mas para a gente, daqui de Michigan foram 2 horas até Atlanta, e mais 16 horas e meia até Johannesburgo. De lá até Cape Town são mais 2 horas. Como o câmbio estava 6 Rands para 1 dólar, para jantar em qualquer restaurante era barato, incluindo os vinhos locais. Mas é bom ficar de olho no câmbio se você pretende ir, porque nem faz muito tempo era 12 Rands para 1 dólar.

Para levar na mala, roupas informais – usei tênis a viagem inteira, até mesmo de noite nos restaurantes ninguém ligava. Jeans direto, um casaquinho ou jaqueta jeans por causa do vento e roupas leves, incluindo blusas de manga comprida para os safaris, para evitar as picadas de mosquito e o risco de malária.

Fomos alertados quanto à segurança, mas não é nada que alguém que more no Rio ou São Paulo já não conheça. Tem favelas, tem pedintes, e o melhor a fazer é andar nas vans dos hotéis ou de táxi. E perguntar sempre para o pessoal do hotel quais são as áreas que mesmo durante o dia não são aconselhadas. Coisa que turista não sabe, mas os locais sabem muito bem.

O país lembra o Brasil em muitos aspectos, partes da paisagem, o jeito da cidade, a simpatia das pessoas. Os bichos são diferentes dos nossos, claro, e a experiência de vê-los de perto em um safari é incrível. A comida é boa, comem bastante carne vermelha e carne de caça (crocodilo, antílopes, avestruz, etc), com arroz ou batatas, molhos e saladas, não tive problemas. Frutos do mar são quase tão caros quanto no Brasil. O fuso-horário para a gente foi de 6 horas a mais, para quem está no Brasil acho que são só 3 horas a mais dependendo da época e horário de verão.

É uma viagem fantástica, vale muito a pena!

De volta!

October 26th, 2004 by Luciana Misura

Cansados mas felizes, adoramos a viagem. Estou aqui às voltas com as 4 mil fotos que tiramos esses dias, acabei de postar o primeiro dia no Lion Park (18-10) , o primeiro (19-10), o segundo dia (20-10) e terceiro dia (21-10) no Kruger, e o primeiro dia (22-10) em Cape Town. Vou colocando tudo na ordem, então os posts vão aparecer aí embaixo na página. E tem algumas fotos no Fotolog também.

Vinícolas de Cape Town

October 25th, 2004 by Luciana Misura

No nosso último dia na África do Sul, fizemos um passeio pelas vinícolas do Cabo, uma área muito bonita que preserva a arquitetura Cape Dutch e vitoriano, e tem cidadezinhas lindas entre as montanhas e as plantações de uva. Começamos por Paarl, depois Franschhoek, onde paramos na maravilhosa Boschendal, e finalmente Stellenbosch, que é a cidade que produz os vinhos locais mais famosos e tem uma universidade bem conceituada. Pra fazer esse passeio contratamos novamente um motorista-guia através da nossa agência local, que na nossa opinião foi mesmo o melhor método de andar por aqui (porque não queríamos dirigir na mão inglesa).

Boschendal é uma vinícola e fazenda que foi muitíssimo bem preservada e hoje é um museu. O interior ainda tem a pintura e os móveis tradicionais das fazendas prósperas da época, o jardim de rosas é de cair o queixo e tem várias casas menores onde moravam as pessoas que trabalhavam na fazenda, uma horta e um galinheiro. Como o Gabe não bebe e eu achei muito cedo pra tomar vinho (e também porque eu não bebo quando vou encarar horas e horas no avião), pulamos as vinícolas que ofereciam o wine tasting que é famoso na região. Uma da tarde estávamos a caminho do aeroporto, já com saudades do pouquinho que vimos da maravilhosa África do Sul.












Hermanus: Um dia com as Baleias

October 24th, 2004 by Luciana Misura

Logo de manhã cedo partimos rumo a Hermanus, que é considerada a melhor cidade do mundo para ver baleias (da praia mesmo, sem barco). Esta área é onde as baleias da Antártida vem para ter os seus filhotes na primavera, antes de voltar para as águas geladas do pólo sul. Outra atração é o mergulho para ver os tubarões brancos, aquele onde você fica dentro de uma gaiola submersa com os tubarões brancos ao redor. Nem eu nem Gabe achamos a idéia muito atrativa, hehe. Um dos rapazes que estava no nosso ônibus no passeio para Cape Peninsula fez esse mergulho enquanto estávamos na praia observando as baleias, ele foi rodeado por 5 tubarões brancos e adorou a experiência.

Hermanus fica a 70 km leste de Cape Town, é uma cidade pequena e simpática, a “praia” (tem trechos de areia mas a maior parte em frente ao centro é pedra mesmo) é bem grande e tem bancos e mais bancos para acomodar o pessoal que fica de olho no mar o tempo todo. Infelizmente o tempo não estava muito bom, nublado e friozinho, mas as baleias não demoraram muito a aparecer. Uma, duas, três, quatro…não sei quantas vimos, volta e meia aparecia a cauda dando tchauzinho pra platéia na praia e mais ao longe algumas baleias arriscavam saltos espetaculares. Interrompemos o show quando bateu a fome, almoçamos em um restaurante ótimo em frente a praia que infelizmente não anotei o nome, mas fica bem em frente a essa placa da baleia.

A temperatura subiu durante o dia e o sol ameaçava sair, mas o vento não deu muita trégua. Eu já estava ficando com dor de ouvido só por causa do vento…Lá pelas 5 da tarde partimos para Cape Town pela estrada a beira-mar, que passa por várias cidades costeiras bonitinhas. A paisagem é lindíssima. Vimos dois Blue Cranes, que são o pássaro símbolo da África do Sul em uma fazenda na estrada. Também vimos muitas proteas, essas flores diferentes que são protegidas pelas autoridades e que fazem parte da paisagem tão especial dessa região. Encerramos o dia em Lion’s Rump, no mirante que fica lá em cima, apreciando o pôr-do-sol na pontinha do continente – os locais, bem preparados, faziam um pic-nic que estava com uma cara ótima.

De lá para o hotel e depois jantar africano no Khaya-Nyama, um restaurante bem bacaninha (e um pouco cafoninha na sua decoração theme park) no centro de Cape Town. Comemos carpaccio de crocodilo, kudu, avestruz e springbok de entrada e o prato principal foi filet de avestruz pra mim e filet de kudu para o Gabe, com acompanhamentos tradicionais que eu não faço a menor idéia dos nomes, mas sei que tinha feijão, arroz, milho e outras coisinhas gostosas. O filet de avestruz parece um filet de carne de boi mesmo, vermelho, mas não tem nenhuma gordura e o gosto é bem específico mesmo.

A Table Mountain com o topo encoberto pelas nuvens - nos 4 dias que ficamos na cidade, só no primeiro dia que o topo estava sem nuvens Paisagem na estrada, que sobe e desce as montanhas ao redor de Cape Town
Hermanus, a capital das baleias







Os Blue Cranes são o pássaro símbolo da África do Sul
As Proteas estão por toda parte nessa região do Cabo



Cape Peninsula

October 23rd, 2004 by Luciana Misura

Passamos o dia na Cape Península, começamos descendo a costa oeste até o Cabo da Boa Esperança e depois subimos de volta pela costa leste. Vimos focas, baleias, pinguins, avestruzes, alguns springboks e babuínos pelo caminho. O dia estava perfeito, temperatura em torno de 26 graus, céu azul e uma brisa que soprava constantemente – acabamos com o rosto queimado de sol.

Camps Bay, com os 12 Apostles ao fundo. Nosso guia estava contando como essa praia fica lotada durante o verão, que para dirigir de um ponta a ponta você fica uma hora no engarrafamento. Hum, parece mais o Rio do que eu imaginava... Esta montanha na entrada da Hout Bay se chama Sentinela. Fizemos um passeio de barco até Seal Island, na entrada da baía.
 No caminho, saindo da baía, vimos a primeira baleia, pertinho do barco. Ela mostrou a cauda e sumiu, não deu nem tempo de tirar foto. Seal Island é na verdade um amontoado de rochas tomado pelas focas. Dizem que de vez em quando aparece um tubarão branco para fazer a refeição do dia...

Acho muito engraçado quando as focas resolvem nadar assim, com as nadadeiras fora d'água.
A praia em Hout Bay. Mirante em Chapman's Peak, de onde se vê a Hout Bay por inteira. Vimos umas duas baleias ao longe, fora da baía.
A estrada foi cortada diretamente na rocha. Uma baleia pertinho da estrada.
O bondinho que vai até o topo de Cape Point, dentro do Parque do Cabo da Boa Esperança. Depois de descer do bondinho, ainda tem que subir não sei quantos degraus até o farol lá em topo.
O Cabo da Boa Esperança, direto das nossas aulas de história :-) Onde a corrente de Benguela (fria) e a corrente Agulhas (quente) se encontram. Cape Point.
Diretamente do paralelo 42 norte (Michigan, aqui perto de casa) para o paralelo 34 sul, haja chão. A paisagem no Cabo da Boa Esperança.
Avestruzes são presenças comuns no parque. Os machos tem penas pretas e as fêmeas, marrons. O deck que leva a The Boulders, onde fica a colônia de pinguins, já na costa leste, fora do parque.
Gabe olhando os pinguins - são aproximadamente 3 mil.
O nome desta espécie é Jackass Penguin, mas por motivos óbvios está sendo renomeada para African Penguin. São muito fofos.
Alguns pinguins estavam brigando, atacando sempre esse mesmo pinguim, que é um pouco diferente dos outros, não sei se é de outra espécie ou somente um pinguim jovem.
Kirstenbosch Botanical Gardens. Lindo, fica atrás da Table Mountain. Pena que quando chegamos a maior parte do jardim já estava na sombra das montanhas.

Cape Town

October 22nd, 2004 by Luciana Misura

Nosso primeiro dia na Cidade do Cabo foi de céu azul, perfeito. Foi a maior sorte, já que o tempo estava horrível por dias antes da gente chegar e todo mundo comentou que se continuasse assim, não poderíamos ir ao topo da Table Mountain, que é o cartão postal da cidade.

Nosso hotel era em Sea Point. Ao fundo, aquela montanha se chama Lion's Head. Não parece o Rio? A praia não parece com as praias cariocas. Muitas pedras, a água é MUITO fria. Neste dia a água estava a 13 graus. Cape Town é banhada pela corrente de Benguela, fria, o que faz a água ser tão fria ao longo da orla.
Como o dia estava perfeito, aproveitamos para ir ao topo da Table Mountain, no bondinho. Lá embaixo, a praia de Sea Point. Continuando à esquerda, a Cape Peninsula e as montanhas chamadas 12 Apostles.
Lá no final da Cape Peninsula fica o Cabo da Boa Esperança. Claro que todo mundo tem que tirar uma foto aqui, com a cidade ao fundo.
Lion's Head à esquerda e o City Bowl em frente, com a Table Bay ao fundo. A ilha redondinha é a Robben Island, onde Nelson Mandela ficou preso por 18 anos até ser transferido para outra cadeia. A montanha à direita se chama Devil's Peak.
O topo da Table Mountain é assim, cheio de caminhos para diversos mirantes espalhados pela borda. É enorme, não andamos nem metade. Muita gente sobe a montanha à pé, em uma caminhada que leva mais ou menos duas horas e meia. Um dos decks de observação, onde a grade é mais alta. Na maior parte da montanha, apenas um murinho de pedras que bate no joelho cerca a área.
O bondinho é circular e o piso faz 360 graus durante o percurso, assim todo mundo tem uma vista completa da cidade. A sombra do nosso bondinho descendo a montanha.
O bairro muçulmano com suas casinhas coloridas.
A Table Mountain ao fundo. Essa praia fica em Woodbridge Island, um subúrbio bonitinho de Cape Town. O Castelo da Boa Esperança, onde os colonizadores holandeses viviam.
Dentro das muralhas do castelo. Infelizmente não entramos no museu dentro do castelo, fica para a próxima.
Company's Garden com a Table Mountain ao fundo.
Essa árvore com flores amarelas está em todo lugar na área do Kruger Park. O Palácio do Governo.
Ainda o jardim. Esse jardim está cheio de esquilos abusados - eles vem comer na sua mão MESMO. Eu, de brincadeira, abaixei fingindo que tinha comida para o esquilo e o danadinho segurou o meu dedo, quase mordeu! O Museu de Arte Africana.
O Waterfront, cheio de restaurantes e um shopping bem legal. É o lugar onde a maioria dos turistas vai jantar e fazer compras. O shopping ao fundo. Os barcos nessa área levam os turistas para Robben Island e outros passeios na península.
As placas com distâncias para diversas cidades do mundo, incluindo Rio de Janeiro. A Torre do Relógio é uma gracinha, e tem um bar lá dentro com uma vista linda.
O Waterfront à noite, com a Table Mountain iluminada ao fundo.

Último Safari

October 21st, 2004 by Luciana Misura

Um hipopótamo fora d'água é uma visão rara e perigosa. Esse aí ficou nos olhando desconfiado, mas ele estava mais preocupado com os babuínos enlouquecidos correndo em volta dele. Vimos muitos babuínos nesse dia, em grupos enormes, tipo 40 ou mais juntos.
Acho que essa é uma Woollynecked Stork. Nesta parte do parque que fomos hoje, vimos muitas, MUITAS, zebras. Lindas.
Quantas zebras você vê nesta foto? Eram muitas, a perder de vista. Zebras e Gnus bebendo água em um dos waterholes, que são basicamente poças d'água de todos os tamanhos e profundidades, e normalmente são bons locais para ver animais.
Esse pássaro lindíssimo é um Lilac-breasted Roller e ao invés de fugir para bem longe do carro, ele veio para bem pertinho, dar uma olhada na gente. Um dos muitos Gnus acompanhando o bando de zebras.
Três rinocerontes brancos, o macho à esquerda e a fêmea e o filhote à direita. O macho estava de guarda, encarando os carros enquanto a fêmea e o filhote se afastavam.
Um Crested Barbet, lindo demais. Ele estava pertinho do mirante onde paramos, perto de Tshokwane. O mirante Nkumbe, de onde se tem uma vista incrível do parque. Apesar de não estar muito frio, lá pelos 20 graus, o vento no carro aberto deixa qualquer um batendo os dentes.
Na parada para o café, Gabe foi cercado pelos Cape Starlings, esperando as migalhas do bolo que ele estava comendo. Este Cape Starling pulou na nossa mesa e depois ficou na cadeira, esperando, na maior cara-de-pau.
Não consegui identificar essa garça, se alguém descobrir o nome, me avise. Mais elefantes, pertinho da estrada, mas escondidos atrás dos arbustos. Esse era o único que estava mais visível.
Este Warthog atravessou bem na nossa frente. Um crocodilo, finalmente. Só vimos dois, já que a maior parte do parque está seca ainda esperando as chuvas de verão.