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Archive for the ‘Chicago’ Category

Chicago, blogueiras, IKEA…

November 16th, 2003 by Luciana Misura

O final de semana prolongado foi agitadíssimo, por isso só consegui escrever agora: quinta a noite fomos para Chicago, ficamos na casa da Cíntia, que nos recebeu super bem (obrigadaaaaaaa!).

Sexta fomos ao Consulado resolver burocracias, almoçamos no Signature Room no 95 andar do Hancock Bulding, com a vista maravilhosa da cidade e do lago Michigan (ótima dica da Adriana) e depois fomos para a Robie House, uma das mais importantes casas projetadas por Frank Lloyd Wright. Voltamos para a casa da Cíntia e a Adriana também foi para lá nos encontrar, e fomos todos jantar em uma cidadezinha perto. Falamos pra caramba, foi muito legal, é tão bom finalmente conhecê-las depois de conversarmos pela internet por tanto tempo! Tiramos várias fotos engraçadas, o Gabe não sabia se ria ou tirava as fotos.

Sábado foi dia de IKEA, que estava completamente lotada, para desespero do Gabe e do Kim (marido da Cíntia) que não estavam muito no espírito de compras. Almoçamos no Stir Crazy, um restaurante asiático bem gostoso (aliás, outra dica da Adriana, que se quiser mudar de emprego pode virar guia de turismo) e depois pegamos a estrada de volta para casa. Ainda liguei para a Dani, que mora bem no caminho de volta de Chicago para a minha casa, na esperança de darmos uma passadinha para conhecê-la, mas ela não estava em casa. Fotos e tudo explicadinho amanhã, quando eu voltar do trabalho! (Hoje passei o dia inteirinho do lado de fora, cuidando do jardim, preparando tudo para o inverno, estou acabada…)

Sexta-feira em Chicago

November 14th, 2003 by Luciana Misura

Chegando a cidade, a Sears Tower domina a paisagem Dirigindo em downtown
Chicago fica à beira do Lago Michigan, o maior dos Grandes Lagos Vista do restaurante no Hancock Building
Engraçado que ano passado tirei as fotos à noite, mas dos mesmos ângulos Navy Pier, uma mistura de shopping center com museu, parque de diversões, restaurantes e feirinha
Lakeshore drive
A sombra do Hancock building é inconfundível Dentro do restaurante - o fundo azul não é o céu, e sim o lago
Robie House, uma das mais importantes casas projetadas por Frank Lloyd Wright Esta casa é a principal representante do estilo prairie



Eu, Cíntia e Adriana O Flea ficou com medo das três doidas e se escondeu dentro do armário

Ainda faltam as fotos de sábado, ufa!

Se você não viu as fotos de Chicago do ano passado, veja aqui.

Bye bye Chicago

January 1st, 2003 by Luciana Misura

O primeiro dia do ano é sempre para mim o dia mais preguiçoso de todos, e dessa vez não foi diferente. A gente acordou em câmera lenta e acho que o dia só começou mesmo lá pela uma da tarde, quando finalmente saímos do hotel e resolvemos aproveitar o ingresso que tínhamos para o Planetário.


Estava super vazio, o guarda comentou que os outros museus estavam todos fechados hoje e acho que ninguém se animou de sair de casa. Esfriou mais e ventando absurdamente, e ainda a previsão de uma tempestade de neve no final do dia. Melhor para a gente, o Planetário é bem legal e fomos logo assistir um dos filmes na cúpula, sobre Tempestades Solares. Fiquei impressionada, não sabia que essas tempestades tinham influências tão grandes na Terra; uma delas provocou um blecaute no Canadá, na cidade de Montreal, há alguns anos. Os efeitos mais conhecidos são as auroras boreais, que acontecem com uma certa frequência em locais próximos aos pólos, como o Alasca e a Islândia, por exemplo.

O auditório da cúpula onde vimos o filme é muito interessante: é interativo. Nos braços das poltronas você tem um controle com quatro setas coloridas, e durante o filme eles fazem perguntas e a platéia responde com as setinhas. O engraçado é que quando você entra no cinema e está esperando o filme começar, invariavelmente clica nas tais setas para ver o que é aquilo, e na verdade está “ativando” a sua poltrona, que é representada por um quadradinho na tela. Aí depois de um tempinho todo mundo do cinema está brincando com os quadradinhos, girando-os e mudando de cor. E não precisou ninguém falar nada, um grupo de pessoas colocou todos os quadradinhos da mesma cor e todo o resto foi seguindo, e em alguns minutos todos estavam da mesma cor e todo mundo rindo que nem bobo e achando um barato.

Muito legal também é o carrinho que eles têm por lá que é tipo o que a NASA enviou a Marte, mas claro que é um modelo simplezinho, só para as pessoas terem uma idéia de como é, e você pode brincar de controlar o bichinho pelo computador que fica atrás do cercado simulando Marte. Sim, atrás, porque os cientistas só tinham a visão transmitida pela câmera do carrinho, então quem está controlando tem que se guiar apenas pela câmera. Na área sobre o Sol tem uma projeção permanente transmitida ao vivo por um observatório, que filma o Sol o tempo todo e projeta o que está filmando em uma tela. Dá para ver as explosões na superfície direitinho.

Saímos eram umas 16h e pegamos a estrada, estou escrevendo aqui do carro, são 19h e estamos quase chegando. Tava aqui pensando no dia que poderemos conectar o laptop no carro e usar a internet normalmente. Não vale dizer que dá para conectar de celular, o meu sonho e ligar o laptop em uma entradinha no painel e pronto, internet em alta velocidade. Mas acho que ainda vou passar alguns ano-novos esperando por isso.

Happy New Year

January 1st, 2003 by Luciana Misura

O último dia do ano foi um presente de céu azul, sem nuvens, mais frio que o dia anterior mas uma temperatura suportável, sem muito vento. Fomos de trolley até o aterro onde fica o Shedd Aquarium, o Planetário e o Field Museum, de onde se tem uma vista completa do skyline da cidade. Tiramos algumas fotos e pegamos um táxi para o Science and Industry Museum.


Chegamos lá e parecia vazio, mas a impressão passou ainda no hall de entrada, com uma fila enorme para comprar ingressos. O museu é uma espécie de feira de ciências gigante, só que a abordagem dos assuntos é muito voltada para as crianças e acabei não achando tão interessante. As seções explicam como é produzida a energia, a comida, mostra trens, aviões (um avião 727 inteiro fica aberto dentro do museu), tratores e até um submarino (também real, perfeito, mas com fila de 1 hora para entrar). Achei muito legal a parte sobre o espaço, que tem réplicas dos módulos lunares e equipamentos utilizados pelos astronautas em algumas das missões Apollo. Para completar, um cinema Omnimax, que tem uma tela enorme circular, onde vimos as filmagens das primeiras missões para a construção da Estação Espacial Internacional. As filmagens foram feitas pelos próprios astronautas e por câmeras instaladas na estação. As imagens são absolutamente maravilhosas, a Terra vista do espaço naquela tela gigante foi incrível. Não vimos a exposição do Titanic que estava na última semana e completamente lotada.


Fomos então para o Shedd Aquarium, e desta vez vimos o skyline ao pôr do sol, bem bonito. Fomos direto para o show dos golfinhos e fiquei lá olhando os bichinhos um tempão, como são lindos. Vimos os Belugas, que são da família das baleias e de lá para as alas com diversos aquários menores. Os aquários são divididos por continente e tem painéis falando sobre os peixes em cada um e as histórias sobre os mais importantes e o que representam para cada região. Por exemplo um peixe na Austrália que é praticamente um “fóssil” vivo e um outro que vive no Rio Nilo que era constante nas mesas dos faraós. Estão com uma exposição especial sobre a Amazônia muito bem montada, com aquários que reproduzem a época das cheias e da seca. Tem até jacaré e aves da região, muito bem feito. Só saímos de lá quando fechou e os seguranças já estavam mandando todo mundo embora.





Voltamos para o hotel para nos arrumarmos para a noite de Ano Novo e de lá fomos comer a tradicional deep pizza de Chicago, que é uma pizza super grossa, com muito recheio e a borda larga. Fiquei chocada com a quantidade de mulheres andando na rua de vestido de alcinha e sandália, estava fazendo 0 grau! Elas estavam indo para as festas de Ano Novo dos hotéis, que são em maioria festas de gala, e como dentro do salão é quente, usam vestidos de alcinha. Mas ver gente andando assim pela rua foi absolutamente chocante para os olhos de uma brasileira toda encasacada.


Fomos para o Navy Pier, vimos os fogos, aquela confusão de gente cantando e pulando costumeira de Ano Novo, as ruas lotadas. Andamos pela cidade um pouco, passamos num bar que estava o meu cunhado e uns amigos mas estava muita confusão e preferimos voltar pro hotel. Fomos para um dos restaurantes tomar um pouco de champagne e quando fomos pagar a conta o garçon falou que era por conta da casa, nem acreditamos! E o hotel deu de presente de Ano Novo para os hóspedes um check-out prorrogado das 11h para 13h, para todo mundo dormir um pouco mais. Foi uma boa forma de desejar Feliz Ano Novo!

“Curtindo a Vida Adoidado”

December 31st, 2002 by Luciana Misura

Ontem o dia estava nublado, mas esquentou bastante, fazendo agradáveis 11 graus. A neve derreteu toda e o parque aqui em frente ficou com a grama verdinha novamente.

Fomos ao Art Institute of Chicago, que é um prédio antigo super bonito que fica no meio do parque, dividindo a Michigan Ave em norte e sul. Eu não sabia o que esperar e me surpeendi, eles tem uma coleção muito respeitável de pinturas européias, começando com a arte medieval, passando pelos impressionistas e finalizando com os modernistas. Adorei. Muitos Monets, Renoirs, van Goghs, cezannes, Seurats (o mais conhecido quadro deste artista está aqui – e que aparece no filme Curtindo a Vida Adoidado, filmado na cidade e que mostra o trio no museu olhando este quadro), alguns Degas, Picassos e Chagalls. Alguns dos quadros de Monet que eles tem são a continuação de séries de pinturas que vi no Musée D’Orsay, em Paris, e outras eu nunca tinha visto nem em ilustrações, então foi uma ótima surpresa. Ficamos lá até o museu fechar, as 16h, e não deu tempo de ver a exposição especial de pinturas renascentistas.

De lá fomos para o Hancock Building, que é um dos prédios mais altos da cidade e tem um observatório no último andar, o 95o, de onde se tem a melhor vista da cidade. De um lado o lago Michigan, que à noite é uma mancha negra até onde a vista alcança, e do outro a cidade, com seus muitos arranha-céus e as luzes indo até o horizonte. De dia deve ser lindo também, dizem que em um dia claro dá para ver Indiana e Michigan, ao redor do lago.


Andamos um pouco na área ao redor do prédio, que é onde se concentram as muitas lojas famosas da cidade e encontrei uma loja fantástica, que já virou uma das minhas preferidas: a lojinha da Fundação de Arquitetura, que fica no térreo do prédio. Eles tem simplesmente os objetos de decoração mais legais que já vi, com peças muito interessantes feitas em metal ou madeira, dá vontade de comprar tudo. Mas saí de lá apenas com uma coleção de cartas fotográficas dos prédios da cidade com a história dos mesmos.

E finalmente fomos jantar na churrascaria brasileira Fogo de Chão. O ambiente é super sofisticado (é caro, cobram 38 dólares por cabeça) e quase não se vê brasileiros, estava lotado de gringos mesmo. Somente os garçons que servem a carne são brasileiros e todos muito simpáticos. Comi muuuito, mas senti falta de duas coisas que não podem faltar em churrasco: farofa e coração, que eu amo e eles não tinham. O garçon falou que coração não é aceito pelos gringos. Mas foi bom, saí da lá me arrastando de tanto que comi. Cheguei no hotel e apaguei…

Explorando a cidade

December 30th, 2002 by Luciana Misura

Meus pés não estão mais respondendo à minha vontade. Andamos tanto ontem que estou com bolhas nos pés. Fez um dia lindo, sol, céu azul e temperatura por volta de 1, 2 graus. Ainda tem um pouco de neve nas calçadas. Saímos do hotel e fomos procurar um lugar para tomar café no caminho para o ponto do Trolley, que é um ônibus com cara de bonde que passa por pontos turísticos e é de graça. Entre a Michigan Ave onde fica o hotel e o lago Michigan (um dos Grandes Lagos), tem uma área verde que me lembrou muito o aterro do Flamengo, no Rio. Os prédios todos são também bem antigos e as entradas de serviço são umas ruazinhas estreitas com um ar misterioso.


Fomos até o ponto que fica em frente à loja Marshall Fields da qual falei ontem, dessa vez tirei fotos das vitrines, sempre com um monte de gente na frente.


Pegamos o trolley da linha vermelha até a Water Tower, que era onde a cidade mantinha o controle da água no século passado. De lá fomos andando pela Chicago Ave, procurando pela casa do arquiteto Frank Lloyd Wright. Andamos até descobrirmos que era naquela rua só que em outra cidade (a rua simplesmente tem quilômetros, e atravessa mais de uma cidade), aí pegamos um táxi.


Chegamos na casa, que fica em Oak Park, um subúrbio de Chicago que começou a ser ocupado lá pelos 1800. Frank Lloyd Wright é um dos mais aclamados arquitetos americanos, sua filosofia era que uma casa deveria se integrar ao terreno, à natureza a sua volta, fazer parte da paisagem. Ele projetava tanto o exterior quanto a decoração, móveis, vitrais e seus projetos usavam muita madeira. Esta casa foi construída no começo de sua carreira; então com 22 anos, em 1889, e foi sendo seu laboratório para testes até sua mudança no começo do século 20. Hoje permanece preservada exatamente da forma como o arquiteto a deixou, e durante todo o dia acontecem visitas (sempre guiadas, os ingressos são vendidos na lojinha que funciona no local).

A casa sofreu várias alterações e ganhou adições, feitas pelo próprio Wright, culminando no estúdio ao lado da casa que já mostrava bem o seu estilo: misturando influências orientais, mudanças de ambiente dramáticas – variando altura do teto, tamanho dos cômodos e entrada de luz para provocar reações específicas nos visitantes e o seu conceito de “verdade” da arquitetura, onde o exterior do prédio deve demosntrar o que se encontra lá dentro. Valeu a pena, recomendo para todo mundo que tiver um pouquinho de interesse em arquitetura. A lojinha é outra atração à parte, tem um monte de réplicas maravilhosas dos vitrais e dos desenhos em diversos objetos para a casa e saímos de lá com um livro e um enfeite para a nossa árvore de Natal, que mistura os desenhos geométricos do arquiteto em uma forma tridimensional. Ah, infelizmente não é permitido tirar fotos dentro da casa (explicação direta do guia: não querem ninguém vendendo fotos por aí e tirando dinheiro da lojinha oficial).


Saímos de lá umas 5 da tarde e como já estava escuro e não tínhamos almoçado, fomos para o Navy Pier para comer alguma coisa. Como o nome diz, é um pier no lago Michigan, onde construíram um shopping center enorme que tem um monte de restaurantes, um Museu para Crianças, uma roda gigante, uma área verde fechada e várias lojinhas com todo o tipo de souvenirs para turista. Estava lotado, ainda mais porque tem uma área que foi montada especialmente para o Natal com pista de patinação no gelo e um monte de atividades para crianças. Tudo muito bonito, bem decorado, parecia que você estava mesmo em um cenário de filme de Papai Noel. Mais uma vez a pista de patinação estava lotada e eu não tive vontade de me meter lá no meio da confusão. Já vi que não vou patinar no gelo tão cedo…


Fomos jantar no Bubba Gump, que é o restaurante de camarão do Forrest Gump (aquele mesmo que o Forrest abre no filme, com todas as especialidades de camarão das quais seu amigo Bubba tanto falava). Chegando lá um sósia do Forrest estava sentadinho no banco em frente ao restaurante, com a mesma roupa que ele usa no filme, conversando com todo mundo que sentava ao seu lado. Muito legal, claro que eu fui lá falar com o Forrest e tirar uma foto. O restaurante é um barato, todo decorado conforme o filme e a trilha sonora mantém o clima. Me empanturrei de camarão, claro, muito bom – comi um prato de camarão à moda de New Orleans, com Bourbon sauce, hummm. Tem uma lojinha bacana anexa ao restaurante que além do filme e da trilha sonora vende todos aqueles produtos mencionados no filme, como a camiseta Have a Nice Day e adesivos Shit Happens. Eu que sou fã do filme e de camarão, adorei.

Voltamos para o hotel praticamente andando, já que o trolley da linha que vem até aqui não apareceu. Hoje vamos ter que inventar alguma coisa para fazer que não exija esforço físico, estou acabada! Ah, estou postando do business center do hotel, mas não estou lendo e-mails nem comentários, só quando voltar para casa.

Windy city

December 29th, 2002 by Luciana Misura

Chegamos em Chicago eram 17h30 e foi super tranquilo de encontrar o hotel. Você tem certeza que chegou quando vê o prédio da Sears, que é o segundo mais alto do mundo e um dos cartões postais da cidade. O frio está suportável e a previsão para os próximos dias é que vai esquentar, espero que na noite de Ano Novo não esteja abaixo de zero.

Fomos logo andar pela cidade, da Michigan Ave onde fica o hotel fomos andando pela State Street até a loja Marshall Fields que é famosa pela decoração de Natal (é bonitinho e as crianças adoram, mas não achei nada demais). Do outro lado da rua uma praça com uma árvore de Natal enorme e uma área onde trenzinhos de brinquedo passeiam por entre as luzes. De lá andamos até o Millenium Park, porque eu queria andar de patins no gelo, mas o rink estava completamente lotado e a fila dava voltas. Voltamos andando pela Michigan Ave e de lá fomos a um restaurante italiano pequenininho, chamado Trattoria Catarina. Nos empanturramos de massa e saí do restaurante andando devagarinho, olhando as vitrines das lojas. Tem muita loja de objetos de arte e o Instituto de Arte de Chicago e a Fundação de Arquitetura são há poucos quarteirões do hotel.

A cidade não parece ser tão grande quanto eu pensava, mas como o Gabe falou, o meu padrão é São Paulo e maior que São Paulo só Nova Delhi na Índia…Tem muitos restaurantes, de todos os tipos, vi tailandeses, vietnamita, japones, italiano, grego, pizzaria, fast food, só nessa volta que fizemos a pé. E pelo que eu estava lendo na revista do hotel, tem muitos restaurantes italianos autênticos no bairro Little Italy, onde tem imigrantes que ainda falam italiano. Para quem não sabe, Chicago é a cidade de Al Capone, o mafioso mais famoso.

Detalhe engraçado: o funcionário do hotel que fica do lado de fora recebendo as pessoas que chegam nos carros morou 3 meses no Brasil, em Juiz de Fora. A gente chegou, eles me perguntou de onde eu era e quando falei do Brasil, ele queria saber todos os detalhes; foi falando logo português e indicando a churrascaria brasileira Fogo de Chão.

Chicago, aí vamos nós

December 28th, 2002 by Luciana Misura

E hoje estamos indo para Chicago, vamos passar o Ano Novo por lá. Não sei se vou conseguir postar estes dias que estarei fora, mas vou tentar! Este blog vai ficar entupido de fotos de viagem, claaaaaro. Já peguei dicas da cidade com a Adriana, todas devidamente anotadas, principalmente a da churrascaria Fogo de Chão, hehe. Gabe já sugeriu que a gente chegue lá amanhã a noite e não coma nada até domingo hora do almoço…Windy city aí vou eu!