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Archive for the ‘New York’ Category

Restaurantes em NY

December 9th, 2009 by Luciana Misura

Uma das coisas boas de NY são os restaurantes, essa viagem não deixou a desejar. Os 4 lugares gostosos que conhecemos:

Vento Trattoria (italiano) – no Meatpacking district. Bonitinho, barato (pratos de massa na $14 no jantar, carnes a $18), comida gostosinha, serviço super simpático. Fomos com a Monica e a Luna e o garçom ficou o tempo todo fazendo gracinhas para a Luna. Não é o melhor italiano que já experimentei mas pelo preço é um bom custo benefício, com estilo. Comi uma massa com alcachofra, pecorino e camarão que estava gostosinha, mas nada demais. As meninas gostaram mais do que pediram do que eu.

SushiAnn (japonês) – Midtown (east). Autêntico, sushi fresquíssimo, serviço decente e o preço é na média de comida japonesa, que é sempre mais cara que o resto ($28 o meu sushi deluxe). Estava bem cheio pro jantar. Os sushimen e garçons falavam japonês, o que é sempre bom sinal. Pedi o sushi deluxe e estava excelente, os peixes eram de primeira. Não espere nenhum sushi moderninho com molhos, maionese, fritura ou algo parecido, tudo no cardápio era bem tradicional.

Bar Breton (francês) – Flatiron. Uma creperia francesa ótima, eles servem galettes que são crepes abertos feitos com massa de trigo integral. Muitos vinhos e deliciosas opções de crepes salgados e doces, eu comi um com queijo de cabra, rúcula e presunto cru, ótimo e de sobremesa o tradicional crepe de nutella. O garçom tinha uma namorada brasileira e arriscou um pouco de português, deixou a gente ficar lá batendo papo sem incomodar por horas. Os crepes são baratos, salgados na faixa de $11-17 e doces ainda menos. Os pratos ficam na faixa de $20.

Penelope (variado americano) – Murray Hill. Um restaurante pequeno e simpático, com cara de que faz comida caseira. O almoço tem um monte de saladinhas bacanas, sanduíches e comfort food como a chicken pot pie (que é o “empadão” deles aqui, um creme de frango e legumes dentro de uma tigela com uma massa fechando só em cima). Estava cheio, pegamos a última mesa vazia e o serviço foi meio confuso, mas a comida veio rápido. Bom, bonito e barato, acho que o prato mais caro custava $15 no almoço.

Natal em NY

December 3rd, 2009 by Luciana Misura

A caminho de NY

November 30th, 2009 by Luciana Misura

Estou aqui arrumando as malas pra viajar amanhã cedinho pra Nova York. Fico até sexta a trabalho, dessa vez na cidade mesmo e não em White Plains. Ainda não estou 100% recuperada da cirurgia mas não dá pra adiar a viagem, então é torcer pra correr tudo bem. Já me falaram que quarta-feira é o dia que vão acender as luzes da famosa árvore de Natal no Rockfeller Center mas não acho que vou ter pique pra encarar a multidão e ficar lá em pé. De repente dou uma passadinha depois que acabar a programação oficial… Como sempre essas viagens de trabalho são lotadas de reuniões e não sobra muito tempo pra curtir, mas como dessa vez como ficarei na cidade vou tentar fazer algo de interessante. Na volta coloco as fotos do Thanksgiving e da nossa decoração de Natal desse ano. Vou colocando fotos de NY do celular. Até a volta!

White Plains e NY

March 23rd, 2009 by Luciana Misura

Na sexta-feira amanheceu nevando, fui pro trabalho debaixo de neve e quando Gabe acordou e olhou pela janela quase morreu de susto ;-) Ele e Julia ficaram perambulando pelo shopping do lado do hotel em White Plains mesmo. Depois que saí do trabalho fomos jantar e pegamos o táxi para a casa da Monica. A Julia amou a Luana mais ainda, deu um monte de abraços nela, ficou encantada. Mas ela gostou mesmo quando a Luna chegou em casa, que diferença do encontro que elas tiveram há um ano! Viraram logo amiguinhas e brincaram juntas super bem, por coincidência estavam as duas de pijama vermelho, uma graça.



No sábado fomos bater perna pela cidade, na nossa visita anterior a NY em 2003 a gente passeou prestando atenção em arquitetura, parques, museus e pontos turísticos, dessa vez fuçamos um monte de lojas de coisas de criança muito bacanas – Lucky Wang, que além das roupinhas próprias com estilo asiático tem outras marcas lindas e a enorme Buy Buy Baby que tem em vários lugares mas não tem em Austin nem Seattle e eu só conhecia pelo site).

Estava bem frio e Julia toda agasalhada no carrinho dormiu bastante enquanto a gente passeava. Paramos pra almoçar em um restaurante brasileiro chamado Emporium Brasil que a Monica e o Sergio sempre vão, comi uma feijoada gostosa e o Gabe foi de picanha. Julia e Luna ficaram passeando pelo restaurante de mãos dadas e todos os garçons brasileiros super simpáticos conversando com a Luna. Continuamos andando pela 5a Avenida, fomos até a FAO (a loja da Apple é em frente) ver os brinquedos e livros e encontramos a Helena, outra amiguinha da Luna, filha da Simone, uma brasileira que também mora na cidade. As três ficaram vendo livros e ouvindo música até a loja fechar. Ainda encontramos uma outra brasileira com uma filha da idade da Julia por acaso, mas ela era de Toronto e estava na cidade passeando como nós.

Da FAO fomos dar uma olhada em algumas lojas de decoração que não tem em Austin (incluindo a CB2 que eu sempre compro pelo site e nunca tinha colocado os pés na loja) e finalmente já cansados fomos jantar no Piola, que é um restaurante italiano que tem algumas filiais em Sampa, e eu e Gabe frequentávamos muito o de Moema quando moramos em São Paulo. Comemos pizza fininha de frango com catupiry pra matar a saudade, Julia e Luna aguentaram firme até o final já tarde da noite sem reclamar.








Domingo fomos para o DUMBO bater perna por lá. Tiramos umas fotos da cidade, pena que estava nublado. Provei o sorvete famoso Brooklyn Ice Cream (bem gostoso mesmo, mas não é o melhor que eu já comi) e almoçamos no Rice, um asiático bacaninha que tinha uns pratos bem diferentes. Continuamos o tour por lojinhas lindas de criança (Half Pint Citizens cheia de coisas legais e vendedoras simpáticas e Pomme com marcas francesas chiques, caras, sem preço em nada e vendedora antipática) e lojas de decoração até a hora de ir pra casa pra pegar as malas e então para o aeroporto.





O vôo atrasou MUITO, ficamos uma hora no mínimo dentro do avião esperando autorização para decolar e a Julia de saco cheio, nenhum brinquedo ou filme adiantava. Só depois que o avião levantou vôo ela dormiu, chegamos em Austin já depois de meia-noite e estava um calorzinho ótimo, tirando todos os casacos, uma delícia. Mas o final de semana foi ótimo mesmo com o frio, nosso obrigada a família Mello pela recepção carinhosa e pelo tour! Agora fica o convite para visitarem Austin e aproveitarem o calor daqui.

Neve em White Plains

March 20th, 2009 by Luciana Misura

A previsão para hoje era chuva. Mas saindo do hotel de manhã fui surpreendida pela neve! Caindo em flocos grandes, já está cobrindo tudo. Eu e meus outros colegas do Arizona e da Califórnia que estão aqui também essa semana estávamos lá fora tirando fotos na neve, hehe. Lindo, sempre. Fotos no meu Flickr.

NY em cinza

September 1st, 2003 by Luciana Misura

Segunda-feira choveu e o tempo estava cinza o tempo todo. Arrumamos tudo para a viagem de volta e fomos aproveitar o que restava do dia: pegamos o metrô e fomos para o Upper East Side, na tentativa de ir ao Metropolitan Museum. Como não tínhamos nenhum guia de viagem conosco, não sabíamos o básico: o Metropolitan fecha toda segunda. Chegamos lá e demos de cara na porta, assim como outros turistas desavisados.

Park Avenue e a neblina Metropolitan Museum, fechado. Uma pena.

Rumamos para o Guggenheim, sem saber se estaria aberto, mas eu queria ver o lugar. Para nossa sorte estava aberto – e foi muita sorte, porque a parte externa do museu está bem precisando de uma reforma. Parece que todo mundo que não entrou no Metropolitan foi para lá, estava lotado. A exposição principal era “De Picasso a Pollock”, e vi todos os pintores modernos que tanto os professores falavam nos tempos de faculdade – como Kandinsky, Leger, Mondrian, entre outros. Eu particularmente não gosto muito de arte moderna, com poucas exceções – como Picasso por exemplo. Então acabei ficando mais encantada mesmo é com a arquiteura – obra do gênio Frank Lloyd Wright.

A parte externa do Guggenheim está precisando de uma reforma Fiquei um tempão procurando ângulos para fotografar essas curvas
E a luz nos corredores e as pessoas na mureta também dão um toque especial O Café é lindo, e na parede são as fotos da construção do museu

De lá fomos para o apê pegar as malas e pro aeroporto. O nosso vôo foi para a Philadelphia e de lá para Detroit. Ficamos horas no aeroporto (das 18h30 até 22h30, quando saía o nosso vôo) que é muito bacana e tem cadeiras de balanço espalhadas pelos corredores, além de lojas legais e muitos restaurantes – comemos no Cibo Bistrô, acho que foi a melhor comida em um aeroporto que já provei – e desabou um temporal absurdo. Resultado: o vôo só saiu meia noite, depois de horas na pista sendo sacudidos pelo vento. Chegamos quase 2h da madrugada em casa, totalmente acabados.

Voamos em um avião da Embraer! As cadeiras de balanço não são um charme?

NY, até a volta!

Dois turistas em NY

August 31st, 2003 by Luciana Misura

Domingo foi o dia dos passeios tipicamente de turistas: logo de manhã pegamos o metrô até o extremo sul da ilha para ir até a Estátua da Liberdade. Chegamos lá e demos de cara com uma fila monstruosa, virando o quarteirão. Desistimos instantaneamente – ficaríamos por lá mofando por umas boas horas debaixo de um sol de rachar. Demos adeus à estátua e de volta ao metrô seguimos para o Central Park.

Tão perto, tão longe... Estes três arranha-céus ficam de frente para a Estátua, devem ter uma vista linda
Eu no metrô - apesar das estações virando sauna, os trens tem ar condicionado Saindo da estação do metrô, em frente ao Central Park. Foto by Gabe.

Para mim nada mais Nova York do que o Central Park, então lá fomos nós fazer um belo pic nic esparramados na grama. Compramos sanduíches, sucos e biscoitos em uma lojinha perto da entrada oeste do parque e fomos andando até aquele gramado enorme bem no meio do parque que eu já tinha visto tantas vezes em fotos e filmes que sabia exatamente o que estava procurando. Estava lotado, um mar de gente esparramada na grama curtindo o final do verão e frisbees voando para todo lado (não sei como ninguém levava um disquinho na cabeça, eu nem me arriscaria a jogar porque ia acertar alguém logo de primeira).

Gabe e o mar de gente Esse ângulo era o que eu tinha na cabeça desde que cheguei na cidade

De lá fomos andando até a Av 46, onde estava acontecendo o tal brazilian day, com shows do Daniel e Ivete Sangalo (ARGH). Estava entupido de gente, a rua fechada, um monte de barraquinhas vendendo comida indiana, grega, mexicana e sei lá mais o quê. Comida brasileira mesmo nem vi. Uma bateria de escola de samba perto do Rockfeller Center estava animando o povo na rua e passamos por fora do tumulto em direção à Times Square. Ficamos lá impressionados com os telões enormes de publicidade por um tempo e depois continuamos a andança até o Bryant Park, onde encontramos rapidamente o Leo e a Amanda. Como estávamos indo para o Empire State (o prédio em segundo plano na foto, atrás do preto e dourado) e eles já tinham feito todos os passeios de turista, acabamos nos separando.

Times Square, impressionante mesmo de dia Bryant Park, um prédio que não sei o nome e o Empire State em segundo plano
O Chrysler Building é o meu favorito Parece saído de uma história em quadrinhos

Fomos até o Chrysler Building (nas duas fotos acima), para mim o prédio mais bonito de NY, passando em frente a Grand Central Station e de lá andando pela Park Avenue até o Empire State. O atual prédio mais alto da cidade estava lotado, ficamos na fila por horas e fiquei bem frustrada porque eles não tem um controle do número de pessoas no topo ao mesmo tempo, o que resulta em uma multidão se acotovelando no murinho para ver a cidade. Tinha que esperar alguém sair do muro para ver alguma coisa. Demorou mais um tanto para descermos e quando finalmente voltamos para a rua já estava escurecendo.


Amanda, Leo, eu e Gabe no Bryant Park Parte sudoeste da cidade - West Village e do outro lado do rio, New Jersey
Vai um táxi aí? As luzes começam a se acender, Chrysler Building ao fundo

Famintos e cansados, resolvemos nos esbaldar num churrasco brasileiro na Plataforma. O lugar estava super cheio, se não me engano o Daniel estava lá, tinha gente tirando foto com o cara o tempo todo, mas não esperamos muito tempo. Me acabei com picanha, farofa, molhinho a campanha, pão de queijo e coração, que pra mim é o melhor do churrasco. O buffet de saladas e frios também estava bom, comi palmito, tutu a mineira e outras coisinhas boas. De sobremesa um quindim e para acompanhar isso tudo, caipirinha. Custou MUITO caro, mas tudo bem, valeu a pena e como aqui em Michigan não tem nenhum restaurante brasileiro, vamos ter que nos contentar com esse churrasco até dezembro quando vamos ao Brasil. Mas foi melhor que a Fogo de Chão em Chicago, que não tinha farofa, molhinho e nem coração.


Saindo do Empire State iluminado As luzes na Times Square
Para onde olhar? Adorei a girafa

Nos arrastamos até a Times Square novamente, para ver os telões agora brilhando à noite e então metrô e cama. Acabados, destruídos. Como comentamos com os brazucas que moram na cidade, em Michigan a gente dirige para todo lado, é o extremo oposto de NY (agora entendi porque todos eles são magrinhos!).

Andanças na Big Apple

August 30th, 2003 by Luciana Misura

A viagem foi bem tumultuada. Para resumir, saímos de Detroit no vôo das 17h30, fizemos escala em Pittsburgh e só chegamos em NY às 3 da madrugada por causa do mau tempo. Ainda tivemos que aguentar um motorista de táxi completamente maluco que não sabia ler um mapa e queria que a gente saísse do táxi andando no meio da cidade porque ele “desistiu” de procurar o lugar; felizmente quando ele fez isso estávamos já a um quarteirão do apartamento.

Na manhã seguinte a Lília e o Paul vieram nos buscar para começarmos as andanças, literalmente. Do Greenwich Village – West Village, onde fica o apê do primo do Gabe onde nós estávamos, paramos para tomar um mega café americano com direito a panquecas, bacon e ovos, e então começamos a andar: Soho, com montes de lojas chiquérrimas como a da Prada, onde não me deixaram tirar fotos, a loja da Apple linda com suas escadas de vidro, um monte de prédios antigos e gente vendendo de tudo nas ruas; Tribeca, onde Gabe reconheceu o Corpo de Bombeiros onde foi filmado “Ghostbusters” – e era verdade mesmo, eles tem as fotos das filmagens na parede dentro do prédio, inclusive o luminoso com o fantasminha-logo; Battery Park, na beira do rio Hudson, com a vista para New Jersey; Financial District, passamos pelo Ground Zero (onde era o WTC e hoje estão construindo o memorial) e fomos para o East Side, onde chegamos até a Brooklyn Bridge e saímos correndo por causa da chuva, que desabou enquanto o Paul terminava de tirar a foto da gente na ponte.




Já molhados pegamos um táxi e fomos pro Pier 17, um shopping na beira do rio, para encontrar a Monica e o Sergio. Ficamos lá um pouco tomando cerveja e batendo papo, e resolvemos andar um pouco mais, para desespero do Gabe. Fomos até Chinatown e depois Little Italy, onde paramos num restaurante para comer uma pizza. A Aline foi pra lá nos encontrar.



Não satisfeitos, depois de bater muito papo e já sem a Lília e o Paul, fomos andar mais um pouco, a Aline nos levou numa loja moderníssima que vende arroz doce. Juro que nunca pensei que pudessem vender arroz doce num lugar tão fashion, quem inventou aquilo ali deve estar rico. Nisso já eram 11 da noite e cansados de andar mas não de falar, fomos para o apê e ficamos tagarelando até 1 da manhã, num mix de português e inglês. Saldo do dia: pés e pernas destruídos, bolhas nos pés, novos amigos e toda a parte sul da cidade.

Minha impressão de NY: fiquei surpresa com os prédios velhos e bem caindo aos pedaços dessa área toda que visitamos. A cidade me pareceu bem suja, e a quantidade enorme de gente na rua misturada aos camelôs vendendo de tudo (bolsas Louis Vuitton falsificadas aos montes) me lembrou muito São Paulo e Rio. Como muita gente compara NY a Paris e eu acho Paris uma cidade linda demais, fiquei surpresa e um pouco desapontada. Claro que NY tem zilhões de coisas bacanas para fazer, mas a cidade em si achei mal cuidada.