Site Meter

Posts Tagged ‘Brasil2011-12’

Viagem de volta

January 24th, 2012 by Luciana Misura

Estamos em casa, chegamos na quinta pela manhã, super cansados. A viagem de volta foi ainda mais tranquila que a de ida, Eric dormiu muito bem no sling a viagem toda, só acordando pra mamar, sem emitir nenhum som. Meus vizinhos de poltrona ficaram aliviados. Julia também dormiu bem, assistiu desenhos no ipad, brincou um pouco com suas bonecas, tudo na maior tranquilidade. Eu que não dormi nada a viagem quase toda, então cheguei um caco, mas tudo bem. Chegamos em Austin com um dia lindo de sol que chegou a 25 graus, nem parecia inverno.

Agora estamos colocando a vida de volta na rotina, o Eric levou uns dias pra voltar ao horário de Austin. Como estou sozinha tomando conta das crianças e da casa tenho tido pouco tempo pro blog, só leio pelo ipad enquanto Eric mama mas fica difícil de escrever. Quando meus pais voltarem pra cá em fevereiro vou ter mais tempo. Até lá não prometo muito!

20120124-182344.jpg 20120124-182354.jpg

Ah, e essa pizza aí foi o café da manhã da Julia. Não me matem, pelo horário do Brasil já era hora do almoço ;-)

Arrumando malas

January 18th, 2012 by Luciana Misura

Estou aqui arrumando tudo pra gente voltar pra casa logo mais. Encerrando o nosso verão no Brasil, agora é voltar pro friozinho de Austin. Pelo menos a temperatura esse ano parece estar bem amena, a previsão é de sol, mínima de 13 graus e máxima de 26 graus em Austin amanhã!

Despedida no Roberta Sudbrack

January 18th, 2012 by Luciana Misura

Na nossa ultima noite no Brasil resolvemos jantar novamente no restaurante Roberta Sudbrack. Fomos la pela primeira vez em 2010 e adoramos, dessa vez queriamos experimentar a Terca Basica que e o menu promocional. Quase nao conseguimos ir porque so liguei pra reservar no dia e o restaurante estava lotado – eles estavam reabrindo das ferias coletivas de 2 semanas nesse dia. Arrumaram um balcao pra gente e se tivesse lugar passariam pra uma mesa.

Chegamos la e felizmente fomos pra uma mesa, e numa dessas coincidencias absurdas da vida fomos dividir a mesa com a minha amiga Heliene! Fiquei tao surpresa na hora que demorou a cair a ficha, parecia brincadeira. Ela estava com uma outra amiga ja esperando a sobremesa mas mesmo assim deu pra bater um papo. Foi o bonus da noite!

Mas vamos ao que interessa: a comida. Como da primeira vez, foi tudo excelente. Os gougeres fofinhos maravilhosos abrindo a noite, e como comer uma nuvem de queijo. Depois uma salada de chicoria frisee com abobora e sementes de abobora espetacular – como disse o Gabe que e admirador de saladas, essa e das que ele pode pedir de sobremesa (nao e forca de expressao, quando ele gosta muito de uma salada as vezes pede de novo no final de sobremesa). As aboboras assadas levemente adocicadas e macias, a semente dava o crocante e a chicoria era o sabor perfeito pra contrastar com a abobora. O prato principal foi um file na manteiga de ervas com umas batatinhas divinas que eu perguntei o nome duas vezes mas nao gravei. Eu que nao sou chegada em batata queria mais. A carne era maravilhosa, o unico comentario do Gabe foi que podia estar um tiquinho mais cozido pro nosso paladar, mas nada que comprometesse a carne de primeirissima, delicioso de todo o jeito. Na hora da sobremesa o servico normalmente impecavel se enrolou e esperamos no minimo uns 30 minutos, nao sei por que. A espera foi recompensada por uma tortinha de maca derretendo na boca, quentinha, uma coisa. Na saida os famosos brigadeiros de colher, tudo muito bem feito e lindamente apresentado.

A chef foi passando nas mesas pra falar com todo mundo, simpatica como sempre, e tive que tirar uma foto com ela, que sempre fica no Twitter mostrando as delicias da sua cozinha pra gente babar a distancia.

A conclusao da noite foi que a qualidade da Terca Basica nao fica devendo em nada pro menu degustacao que experimentamos da outra vez, a diferenca e somente o numero de pratos deliciosos que voce vai ou nao provar ;-) E caro, mas pra uma ocasiao especial vale a pena (e comparado aos precos mais que absurdos dos restaurantes do Rio, vale mais ainda). Saimos de la fechando o restaurante, da proxima vez no Brasil estaremos la de novo.

20120124-155154.jpg 20120124-155206.jpg
20120124-155217.jpg 20120124-155230.jpg
20120124-155245.jpg 20120124-155256.jpg
20120124-155308.jpg 20120124-155320.jpg
20120124-155333.jpg 20120124-155351.jpg
20120124-155404.jpg 20120124-155415.jpg

Texto sem acentos porque o ipad esta baguncando tudo, quando eu puder sentar na frente do computador, conserto.

Primeira viagem a 4

January 12th, 2012 by Luciana Misura

No dia 8 de dezembro de 2011 viemos pro Brasil na nossa primeira viagem a 4. Também foi a primeira viagem de avião do Eric, e logo uma com o vôo bem demorado (quase 10h de Houston pro Rio, fora o vôo Austin-Houston). Ele estava com 1 mês de vida, quase 2 meses. Julia com 4 anos e já bastante acostumada com viagens não me preocupou. O Gabe, que estava com o pé quebrado e de muletas, não podia ajudar muito. Sorte que os meus pais estavam voltando com a gente no mesmo vôo e puderam ajudar a carregar as bolsas/malas de mão.

20111210-155917.jpg O meu plano foi levar o Eric em um canguru (sling) pra ele poder dormir confortavelmente e eu ter as mãos livres, porque segurar um bebê por mais de 10 horas é pedir pra ficar com os braços dormentes e doloridos. Muita gente me perguntou por que eu não quis usar o bercinho que a cia aérea oferece. O problema do bercinho é que você tem que sentar na primeira fileira de assentos, e os braços das cadeiras nessa primeira fila NÃO sobem. Portanto, se eu pegasse o bercinho pro Eric, a Julia ia ter que dormir sentada a viagem toda, o que seria bem desconfortável pra ela. Então o Eric veio dormindo muito bem no sling, amarradinho em mim (que também é um jeito mais seguro do que segurar o bebê por causa de turbulência) e a Julia também dormiu bem esticada entre eu e o Gabe (com o cinto afivelado, diga-se de passagem, que é super importante). Na minha opinião o bercinho é legal pra quem tem um filho só. Pra quem tem um filho mais velho não acho uma boa opção.

Também me perguntaram como tenho coragem de viajar com um bebê tão pequeno. O motivo é simples: um bebê novinho praticamente só come e dorme, é muito mais fácil de viajar com um bebê assim do que com um mais velho, que fica entediado e quer brincar enquanto você quer dormir ou que quer andar quando a luz do cinto está acesa. Normalmente quando a gente tem o primeiro filho nem pensa em viajar tão cedo, mas depois, olhando as viagens que fizemos com a Julia, vi que as viagens mais fáceis foram quando ela era bem novinha ou então depois de 2 anos. Entre 11 meses e 2 anos foi o período mais complicadinho porque ela não dormia bem e queria andar pelo avião nas horas erradas. Claro que se o seu bebê tem cólica e chora por horas a fio, isso não se aplica ;-)

Enfim, o Eric dormiu, não chorou nada, mamou, dormiu mais, foi tranquilo. Os únicos contratempos foram a golfada que ele me deu (ele tem refluxo e eu já esperava mesmo que isso fosse acontecer) e na hora que o avião estava descendo a fralda vazou um pouco e minha blusa ficou levemente molhada de xixi. Mas como eu já tinha avisado no post sobre como arrumar as malas, eu tinha roupa reserva tanto pra mim quando pro Gabe e pras crianças. Importantíssimo!

Eu trouxe um carrinho levinho dobrável pra Julia, porque ela reclama de andar distâncias grandes e às vezes pede colo nas piores horas, e não deu outra. Quando a gente chegou no aeroporto depois de uma noite no avião, ela não queria andar e pediu logo o carrinho. Como o Eric estava no sling eu tinha as mãos livres pra empurrar o carrinho dela. Só não foi melhor porque 1) eu sou meio atrapalhada pra colocar o bebê no sling – tem gente que coloca na maior facilidade, eu não sou uma pessoa dessas, mas mesmo assim valeu; e 2) como o Gabe estava de pé quebrado, precisamos nos separar porque ele tinha que ser levado numa cadeira de rodas e eu e as crianças fomos por outro caminho.

De qualquer forma o saldo foi positivo, vamos ver como vai ser a viagem de volta semana que vem, porque agora o Gabe já está andando de novo (devagarinho, mas está), sem muletas. Espero que o Eric durma bem novamente!

Encontrinho

January 10th, 2012 by Luciana Misura

Ontem fui ao Shopping da Gávea encontrar a Sut-Mie do blog Viajando com Pimpolhos. A gente tinha se conhecido em 2010 quando viemos ao Brasil pro aniversário da Julia, em um jantar com outros blogueiros viajantes. Aí ficamos de marcar um encontro com as crianças pro futuro, e ontem foi o dia escolhido.

Infelizmente o tempo não colaborou e estava nublado, tinha chovido, e o plano original da gente se encontrar no Parque Lage teve que ser alterado pro Shopping. Marcamos no D.R.I. por sugestão da Sut, é um restaurante super gostoso que fica do lado de um parquinho infantil no 3o piso. Mal chegamos, a Julia viu o parquinho e foi logo dizendo que queria entrar, nem quis saber de lanchar. A Sut-Mie levou a Nina, que é a filhinha mais nova dela fofíssima (7 meses). Pena que a Clara não pode ir, porque ela tem a idade da Julia e queria ter apresentado as duas. O Eric ficou dormindo no carrinho boa parte do tempo e olhando pra Nina quando estava acordado ;-) Eu e minha mãe resolvemos pedir os escondidinhos de camarão e carne seca, que estavam bem gostosos (e eram bem grandes). Batemos um ótimo papo sobre viagens em família, claro, e o tempo voou. Ela me entregou o guia Buenos Aires com Crianças que ganhei no concurso Onde está Nalu. Pena que algumas outras blogueiras viajantes que chamamos não puderam ir! Foi ótimo rever a Sut-Mie, eu e a Julia esperamos conhecer a Clara no próximo encontro :-)





Fom

January 5th, 2012 by Luciana Misura

Não conhecia essa marca que vende bichinhos lindos e fofíssimos: Fom. Vi em um quiosque num shopping aqui em Niterói e fiquei apaixonada, meu irmão deu uma girafa da Fom pra Julia no Natal e ela amou (e o Eric também). O design é moderninho, super colorido, os tecidos são bem gostosos e os bichinhos são super macios (o enchimento é feito com umas bolinhas). Fiquei babando na raia e no siri também, acho que o Eric vai ganhar um antes da gente voltar pra casa ;-)

Ah, o atendimento médico brasileiro

January 3rd, 2012 by Luciana Misura

Tive que ir ao médico por causa de uma mastite que está demorando a ficar boa mais um resfriado maldito que se instalou nos últimos dias, marquei com uma médica que nunca tinha visto na vida. Cheguei na clínica, mesmo com hora marcada esperei quase 2 horas pra ser atendida (coisa que não acontece comigo nos EUA, ponto pra eles lá).

Mas a consulta, quanta diferença. Por lá os médicos fazem de tudo pra não colocar a mão em você (quando tive mastite lá, um médico nem olhou – “confiou” no meu relato; e o outro olhou mas não colocou a mão pra ver se tinha uma parte bloqueada), aqui a médica vai logo metendo a mão pra ver o que tem de errado. Na hora de me dar a receita pros remédios, ela colocou o celular dela na receita. Eu quase ri. Nas terras do tio Sam, a gente pra falar com o médico por telefone tem que estar quase morrendo…99% das vezes a ligação passa por uma enfermeira primeiro que vai dar o seu recado pro médico e te ligar de volta depois com a resposta, e em alguns raros casos, o médico liga de volta com a resposta ou se quiser perguntar mais coisas. Um médico anotar o celular dele assim pra você na receita, nem pensar…muitos pontos para o Brasil.

Feliz 2012

January 1st, 2012 by Luciana Misura




*F*E*L*I*Z**A*N*O**N*O*VO*

Feliz Natal

December 24th, 2011 by Luciana Misura

20111224-160718.jpg

Foto tirada na noite de Natal:

20111227-012939.jpg

Fazendo Panettone

December 21st, 2011 by Luciana Misura

Há muitos anos uma das minhas tias começou a fazer panettones pra dar de presente pra famí­lia. Eu era criança ou adolescente, não lembro bem, mas foi muito antes dos chocotones de hoje, e o panettone que ela fazia era uma delícia. Não sei por que ela parou de fazer (nem ela sabe direito), mas esse ano eu resolvi dar um pulinho na casa dela e aprender a fazer o panettone também.

Nos EUA não é muito fácil encontrar, só tem o tradicional de frutas e é vendido em mercadinhos de comida gourmet ou italiana, normalmente importado da Itália. O supermercado Whole Foods agora está vendendo um da marca deles, também tradicional, gostosinho.

Mas o que eu queria mesmo era fazer panettones do meu jeito, misturando tudo o que eu gosto: nozes, avelãs, chocolate…então fui fazendo e fotografando o passo-a-passo, pra colocar aqui e me lembrar depois de como fazer. Essa receita não é a que a minha tia usava originalmente, no dia que fizemos ela não tinha achado a receita que ela usava ainda (agora ela achou, é um pouquinho diferente, e vou experimentar fazer depois).

Não é difícil, o negócio é que tem que esperar a massa de fermentação crescer por 30 minutos no início, depois a massa tem que descansar por 2 horas, depois 30 minutos antes de entrar no forno já na forma e mais 1 hora pra assar no final, então o tempo de espera total são 4h, o que desencoraja muita gente. Esse panettone é gostoso, mas a massa é bem diferente dos panettones vendidos no Brasil atualmente, até porque não tem nenhum químico, conservante ou afins. Tem que comer rápido, e guardar em embalagens fechadas senão resseca muito.

Então vamos lá – do livro “Feliz Natal”, publicado pela Nestlé – “Panettone de Latinha”:

Massa de Fermentação
5 tabletes de fermento biológico
2 colheres de sopa de farinha de trigo
3 colheres de sopa de leite condensado
3 colheres de sopa de água morna

Massa
200g de manteiga
1 lata de leite condensado (menos as 3 colheres de sopa)
5 ovos
1 colher chá de sal
1 colher sobremesa de raspas de limão (não usei)
1 kg de farinha de trigo peneirada
frutas cristalizadas a gosto (1 xícara e meia é o que diz a receita)
uvas passas embebidas em 3 colheres de sopa de rum (1 xícara é o que pede a receita, eu coloquei a gosto e não usei o rum)

Para pincelar
2 gemas
2 colheres chá de óleo
1 colher de chá de café (não usei, a receita diz Nescafé reconstituído)

Modo de Preparo:

Massa de fermentação – esfarele bem o fermento biológico, junte as 2 colheres sopa de farinha, as 3 de leite condensado e as 3 de água morna. Misture bem, até formar uma massa rala e líquida, semelhante a massa de crepe. Cubra a tigela com filme plástico e deixe a massa crescer num lugar protegido e aquecido por cerca de 20 a 30 minutos (dica: dentro do forno desligado é um bom lugar).

Enquanto a massa de fermentação cresce, comece a massa: bata a manteiga até ficar esbranquiçada e acrescente a lata de leite condensado. Bata bem, até obter um creme homogêneo. Reserve.

Bata os ovos até formar uma espuma amarelo-clara um pouco antes da massa de fermentação ficar pronta. Junte o sal e as raspas de limão. Acrescente agora a massa de fermentação, totalmente crescida.


Adicione aos poucos 3 xícaras de farinha, mexendo sempre com uma colher de pau, após cada xícara. Junte o creme de manteiga reservado, que deixará a massa mais lisa e fluida, permitindo a adição de mais farinha. Acrescente então mais 3 xícaras de farinha, mexendo bem após cada xícara. Agora a massa está pronta para descansar. Cubra a tigela com filme plástico e coloque em lugar protegido e aquecido, por 2 horas (novamente o forno desligado é uma boa pedida).



Enfarinhe uma superfície lisa, coloque a massa e comece a trabalhar em movimentos circulares, incorporando 1 ou 2 xícaras de farinha. Agora é hora de sovar a massa, até perceber a formação de bolhas e a superfície ficar lisa. Abra a massa com as mãos, formando um retângulo, para espalhar as frutas cristalizadas e passas em cima.


Eu dividi a massa em 3 retângulos, e coloquei coisas diferentes em cada uma – nozes, avelãs e chocolate em uma, nozes e chocolate na outra e nozes, passas e frutas cristalizadas em outra. Queria ter feito um com doce de leite e chocolate mas no dia não consegui comprar, e também quero testar um com nutella. Julia ajudou nessa parte ;-) Dica: passar as frutas e passas na farinha antes de colocar na massa, pra elas não afundarem e concentrarem no fundo.


Enrole a massa como um rocambole e corte em pedaços para colocar nas formas (essa receita é super antiga e fala pra colocar a massa em latinhas de leite condensado, mas acredito que as latas de hoje em dia não sejam adequadas pra ir ao forno, não tenho certeza). Também achei que essa história de enrolar como um rocambole não distribui as frutas pela massa toda, então acabei fazendo umas bolas depois de cortar os pedaços pra espalhar por igual, antes de colocar nas formas. Cuidado se for usar chocolate, porque se manusear muito a massa com os pedaços de chocolate eles começam a derreter.


De qualquer forma, o importante é untar qualquer forma com manteiga e encher até 2/3 da forma com massa. Mais um descanso de 30 minutos para que a massa cresça pela última vez antes de entrar no forno (já sabem onde).

Faça dois cortes em cruz na superfície crescida do panettone e pincele com as gemas batidas com óleo e café (se for usar). Minha tia acha melhor cortar e pincelar antes do último crescimento de 30 minutos, mas não sei dizer qual seria a diferença.

Leve ao forno médio (180C) previamente aquecido, asse por 15 minutos e depois baixe temperatura para 150C, assando por mais 45 minutos, até dourar.

Nós usamos formas de 250g, e teria dado pra fazer 4-6 panettones. Fizemos 8 porque estávamos testando encher a forma com diferentes quantidades de massa pra ver o quanto ia crescer, mas realmente tem que encher no mínimo até a metade.

Ficou bem gostoso, o meu preferido foi o de nozes, avelãs e chocolate ;-) Já comemos tudo, e vou fazer em breve a receita que a minha tia achou pra ver a diferença.