Domingo foi o dia dos passeios tipicamente de turistas: logo de manhã pegamos o metrô até o extremo sul da ilha para ir até a Estátua da Liberdade. Chegamos lá e demos de cara com uma fila monstruosa, virando o quarteirão. Desistimos instantaneamente – ficaríamos por lá mofando por umas boas horas debaixo de um sol de rachar. Demos adeus à estátua e de volta ao metrô seguimos para o Central Park.

Para mim nada mais Nova York do que o Central Park, então lá fomos nós fazer um belo pic nic esparramados na grama. Compramos sanduíches, sucos e biscoitos em uma lojinha perto da entrada oeste do parque e fomos andando até aquele gramado enorme bem no meio do parque que eu já tinha visto tantas vezes em fotos e filmes que sabia exatamente o que estava procurando. Estava lotado, um mar de gente esparramada na grama curtindo o final do verão e frisbees voando para todo lado (não sei como ninguém levava um disquinho na cabeça, eu nem me arriscaria a jogar porque ia acertar alguém logo de primeira).
De lá fomos andando até a Av 46, onde estava acontecendo o tal brazilian day, com shows do Daniel e Ivete Sangalo (ARGH). Estava entupido de gente, a rua fechada, um monte de barraquinhas vendendo comida indiana, grega, mexicana e sei lá mais o quê. Comida brasileira mesmo nem vi. Uma bateria de escola de samba perto do Rockfeller Center estava animando o povo na rua e passamos por fora do tumulto em direção à Times Square. Ficamos lá impressionados com os telões enormes de publicidade por um tempo e depois continuamos a andança até o Bryant Park, onde encontramos rapidamente o Leo e a Amanda. Como estávamos indo para o Empire State (o prédio em segundo plano na foto, atrás do preto e dourado) e eles já tinham feito todos os passeios de turista, acabamos nos separando.

Fomos até o Chrysler Building (nas duas fotos acima), para mim o prédio mais bonito de NY, passando em frente a Grand Central Station e de lá andando pela Park Avenue até o Empire State. O atual prédio mais alto da cidade estava lotado, ficamos na fila por horas e fiquei bem frustrada porque eles não tem um controle do número de pessoas no topo ao mesmo tempo, o que resulta em uma multidão se acotovelando no murinho para ver a cidade. Tinha que esperar alguém sair do muro para ver alguma coisa. Demorou mais um tanto para descermos e quando finalmente voltamos para a rua já estava escurecendo.

Famintos e cansados, resolvemos nos esbaldar num churrasco brasileiro na Plataforma. O lugar estava super cheio, se não me engano o Daniel estava lá, tinha gente tirando foto com o cara o tempo todo, mas não esperamos muito tempo. Me acabei com picanha, farofa, molhinho a campanha, pão de queijo e coração, que pra mim é o melhor do churrasco. O buffet de saladas e frios também estava bom, comi palmito, tutu a mineira e outras coisinhas boas. De sobremesa um quindim e para acompanhar isso tudo, caipirinha. Custou MUITO caro, mas tudo bem, valeu a pena e como aqui em Michigan não tem nenhum restaurante brasileiro, vamos ter que nos contentar com esse churrasco até dezembro quando vamos ao Brasil. Mas foi melhor que a Fogo de Chão em Chicago, que não tinha farofa, molhinho e nem coração.

Nos arrastamos até a Times Square novamente, para ver os telões agora brilhando à noite e então metrô e cama. Acabados, destruídos. Como comentamos com os brazucas que moram na cidade, em Michigan a gente dirige para todo lado, é o extremo oposto de NY (agora entendi porque todos eles são magrinhos!).
Lu, nunca que eu conseguiria fazer um relatório tão minucioso como este sobre uma viajem. Dá pra acompanhar todos os passos que vc deu em NY, muito legal! Beijo!!!
Ainda bem q. vc. nao ficou na fila para entrar na estatua, nao tem nada la, somente escadas e vc. sobe ate a coroa e ainda assim nao ve nada, eh absurdo como todo mundo pensa que vale pena pegar aquela fila. Nao perdeu nada. Gostei muito das suas fotos, venha pra Boston quando tiver um tempo.
Robson.
Cheguei aqui através da Lilia.
Meu filho, o blogueiro CrisDias, morou e trabalhou em NY. Que saudade disto aí!!!! Amei ter ido visitar a Estátua da Liberdade, mas quase morri de frio apesar do sol, por conta do inverno.
Lu, meu pai falou que ir ateh a estatua eh bobagem, como o Robson falou. Ele soh foi mesmo pq foi de graca e com uns amigos.
Pena que nao pudemos ir com vcs, quem sabe da proxima vez…
Ah, taxista em NY eh assim mesmo. Alem de nao falar ingles, nao sabe onde eh nada
Muito legal o passeio. Mas sou como o Gabe, andar muito me detona!
Gostaria de algumas dicas de NY, estou indo para la no proximo dia 8 de julho e devo pegar o ultimo jogo da copa (final) por la! Será que vc pode me selecionar algumas coisas que poderiam serr interessantes? =]