E então eu cumpri a minha promessa de que quando tivesse meu carimbo de residente, iria jantar no Canadá para comemorar. Fomos a Windsor, que é a cidade aqui na fronteira, ao restaurante italiano Aldo, muito bom.
Na ida fomos pelo túnel que passa por baixo do Rio Detroit, e na volta viemos pela Ambassador Bridge, que é a ponte cartão-postal que liga as duas cidades e países. A imigração canadense foi em 5 segundos: olharam pra gente, perguntaram onde íamos e mandaram seguir. Assim, sem documentos nem nada. Já na volta, na imigração americana, o cara ficou enchendo o saco do Gabe, que não levou o passaporte – americano não precisa de passaporte para ir ao Canadá, mas eles estão querendo que todo mundo leve por razões de segurança. Ele ficou falando pro Gabe “ela é brasileira e eu não teria como saber se ela não falasse, então você podia ser qualquer coisa e eu não tenho como saber”, hehehe. Aí ele virou para mim e falou “não deixa ele sair de casa sem o passaporte não!”. Essa foi boa, o Gabe que é americano levando esporro da imigração! Mas foi tranquilo, o cara tava falando tudo rindo, só mesmo para dar um “hard time” pro Gabe não esquecer mais o passaporte.
Antes disso, fomos até a beira do Rio Detroit e tiramos umas fotos da cidade, mas tava um frio absurdo por causa do vento, minhas orelhas estavam doendo tanto que eu achei que fosse desmaiar! Fiquei uns bons 10 minutos dentro do carro meio zonza, minha cabeça estourando por causa do maldito vento no ouvido.
A cidade é bonitinha, mas muito parecida com qualquer outra cidade aqui nos EUA, temos que ir durante o dia para ver melhor.






que legal!!!!! quem teve aqui ontem e passamos o dia juntos foi a mirella que mora no canada. foi super legal conhecer mais uma blogueira amiga.
beijos proce e parabens pela “liberdade” do ir e vir