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You are here: Home / Bebê & Criança / A minha história de amamentação

A minha história de amamentação

01/08/2008 by Luciana Misura 26 Comments

Desde que eu me entendo por gente queria ter filhos, na minha cabeça amamentar sempre foi natural, o caminho lógico. Mas eu cresci ouvindo a minha mãe falar que não teve leite suficiente e quando adolescente, vi uma das minhas tias passar pela mesma dificuldade; então eu ficava sempre com medo que isso fosse acontecer comigo também.

Depois de muitas dificuldades, finalmente eu estava grávida e tudo corria bem, comecei a ler e pesquisar sobre amamentação, para me armar ao máximo com informações e quem sabe evitar possíveis problemas. Meus guias foram o The Breastfeeding Book, do Dr. Sears e sua esposa Martha, que até hoje uso como referência, e os sites da La Leche League, que é uma organização internacional que há muitos anos oferece informação e suporte a mães que escolhem amamentar (eles tem reuniões para grávidas, mães e bebês) e as Amigas do Peito, uma organização brasileira com o mesmo fim. Tanto o livro quanto o site da LLL são um pouco radicais (vou falar mais sobre isso depois) mas os conselhos são nota 10.

Julia nasceu, eu precisei de algumas horas para me recuperar e então começamos a nossa jornada juntas – ela foi para o peito pela primeira vez para começar a tomar o colostro, tão importante para recém-nascidos. E eu que tive medo por tanto tempo e me preparei para o pior fiquei surpresa que ela começou a mamar tranqüilamente, não senti dor nenhuma, e dormiu ali nos meus braços logo depois. Imaginei que fosse sorte de principiante, mas fiquei feliz que tínhamos começado bem.

Ela dormia e acordava de 2 em 2 horas, e quando acordava chorando, lá ia para o peito. Mamava um pouco e caía no sono de novo. Passamos assim o primeiro dia e noite. Na tarde do dia seguinte, a enfermeira que veio ver se estávamos bem disse que o cocô da Julia já era de transição – o que significava que o colostro estava dando lugar ao leite. E foi mesmo, meu leite chegou em menos de dois dias. Muitas vezes o leite pode demorar até uma semana para chegar, e nesse meio tempo muitas mães se vêem em uma posição difícil com hospitais e familiares pressionando para dar mamadeira com fórmula, mas existem alternativas que profissionais da área podem sugerir. Não sei no Brasil mas aqui nos EUA temos consultoras de lactação, que são profissionais que trabalham em hospitais para justamente ajudar as mães a contornarem esses problemas e amamentarem seus bebês. Uma consultora vinha me ver todo dia e eu tirava qualquer dúvida com ela, foi ótimo.

No terceiro dia depois do parto comecei a me sentir mal. Muito mal. Os dias seguintes foram muito difíceis, um dia eu vou fazer um post para contar essa história toda, mas o diagnóstico foi uma depressão pós-parto muito severa. Os médicos todos (nessa altura já tinha o obstetra, psicóloga, assistente social, psiquiatra e pediatra na jogada) me pressionaram para parar de amamentar, porque uma parte fundamental do tratamento são no mínimo 6 horas de sono, e sono picado em pedaços para alimentar um bebê não conta. Mas para mim, que estava me sentindo completamente desconectada do mundo e principalmente da minha filha, a amamentação era a única ligação que nós tínhamos, e me agarrei a ela com unhas e dentes. No dia que tivemos a primeira consulta com a pediatra, apenas 4 dias após o parto, Julia já estava ganhando peso. Ela elogiou muito e fiquei feliz que em meio a todos os problemas alguma coisa estava dando certo.

No final da primeira semana montamos um esquema em que o Gabe e meus pais davam uma ou duas mamadeiras para a Julia durante a noite, assim eu podia acordar menos vezes e dormir um bloco de horas seguidas que os médicos aceitaram como eficaz. Fiquei com medo da mamadeira boicotar a amamentação e do meu leite diminuir e secar, mas a Julia passava da mamadeira pro peito com facilidade e felizmente a quantidade de mamadas durante o dia manteve a minha produção de leite estável. Eu também passei a tirar leite com uma bombinha elétrica e guardar na geladeira, assim eles podiam dar a mamadeira para ela com o meu leite e eu aumentava um pouco a demanda durante o dia para compensar as mamadas perdidas da noite, assim a minha produção não sofria tanto.

Mesmo nos dias que eu não queria fazer nada a rotina era amamentar a minha filha. Ela sempre foi super devagar, levava mais de uma hora para mamar (mamava alguns minutos, dormia, eu a acordava, ela mamava mais um pouco, repetia a seqüência) e mamava de 2 em 2 horas, então realmente ela passava mais tempo comigo mamando do que qualquer outra coisa. Daí para frente eu fui me tratando e melhorando, Julia foi crescendo e engordando, e a vida foi entrando nos eixos.

Quando voltei a trabalhar 5 meses depois, eu levava a bombinha para o trabalho e tirava leite duas vezes durante o expediente para manter a demanda (ter a quantidade de leite adequada depende quase que totalmente de manter a demanda, se o bebê não mama a mensagem para o cérebro é que o corpo não precisa produzir tanto, e aí produção cai). A Microsoft têm “Mother’s Rooms” que são salas com uma fechadura com senha que só as mães tem, e lá dentro tem tudo o que você precisa para tirar o leite e armazenar durante o dia até a hora de levar para casa.

Depois que saí da Microsoft e passei a trabalhar de casa, ficou mais fácil, e amamento a Julia durante o dia tranqüilamente. Ela vai fazer um ano em alguns dias e até hoje só teve 3 resfriados – benefício dos anticorpos presentes no leite materno. Algumas pessoas me perguntam quando vou parar de amamentar, e a resposta que tenho agora é que eu ainda não sei. A Organização Mundial de Saúde recomenda a amamentação durante os 2 primeiros anos, então se a Julia quiser mamar até lá e eu tiver leite o suficiente para isso, vamos continuar. Para mim e para ela, a amamentação significou união e saúde. Tem motivo para parar?

Algumas coisas que eu acho importantes lembrar: existem situações que impedem as mães de amamentar. O marido, família e amigos devem apoiar a mãe na sua decisão. Ajudá-la a resolver o problema, se for possível, mas reconhecer que não adianta forçar uma mulher que está sofrendo e não quer amamentar e causar problemas emocionais maiores por isso. Eu acho abominável a tática da culpa. Na minha opinião, uma pessoa bem informada e que tenha recursos para resolver os problemas vai amamentar com sucesso. Mas tem muitos livros e sites por aí que ficam aterrorizando as mães de tal forma que elas acham que falharam como mães se não amamentaram seus filhos (o livro que eu li e o site da LLL são um pouco chatos nesse aspecto). Todas as mulheres deveriam ter a chance de amamentar – com acesso a informação e suporte emocional e médico. Mas ser mãe é muito mais do que amamentar ou não.

Aqui nos EUA ainda entra a pressão social – amamentar em público é tabu. Volta e meia a gente vê uma notícia ou ouve falar de uma mulher que estava amamentando em um restaurante ou outro estabelecimento que foi convidada a se retirar. As pessoas se sentem incomodadas. Muitas colegas americanas que amamentaram ouviam comentários terríveis de familiares. Nenhuma delas amamentou por mais de 6 meses, a maioria parou com 3 ou 4 meses por causa da pressão social. É triste. Eu particularmente sempre me preocupei em não me expor enquanto amamentava porque não queria ter que ouvir nenhum absurdo, então sempre usei uma capa chamada Bebe au Lait quando amamentava em lugares públicos. Mas isso foi uma escolha minha, e nenhuma mulher deveria ser obrigada a parar de amamentar porque alguém está incomodado em ver um bebê mamando.

Enfim, eu não sei o que teria sido de mim ou da minha relação com a Julia se não fosse a amamentação. Mais do que saúde, a ligação emocional foi fundamental. Conversando com algumas amigas que tentaram amamentar e não tiveram a mesma sorte, o que percebi foi que normalmente elas vinham de famílias que tinham tido sucesso na amamentação e portanto não pensaram que fossem ter nenhum problema, então hoje sei que acesso a informação é fundamental nesse processo. Se você está grávida e quer amamentar, aconselho então a se informar bastante – assim se alguma coisa der errada você já sabe qual é o problema – e se der tudo certo, melhor ainda!

UPDATE: Acessórios para mamães que amamentam: Lily Padz, ótimos protetores de silicone e My Breast Friend, uma almofada para posicionar o bebê corretamente (apesar que eu usei pouco porque sempre preferi segurar a Julia sem travesseiro nenhum mesmo).

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Comments

  1. Palmira says

    01/08/2008 at 2:55

    olá, eu amamentei a minha filha Leonor até aos 18 meses. Ela tem agora 2 anos. e só deixei porque ela não quis mais. Mas tenho saudades, daquele momento de relaxe e aconchego. beijinhos e adoro ler o teu blog

    Reply
  2. Francélli says

    01/08/2008 at 7:21

    Você tem razão! As pessoas precisam se informar mais, não só as mães, mas as pessoas próximas também. Não é justo fazer essa pressão toda, nem terrorismo num momento tão delicado.
    Espero que mamães que estejam passando por algum tipo de problema com a amamentação acabem lendo esse teu texto pois, com certeza vai ajudar muito!
    Beijão!

    Reply
  3. Julinha says

    01/08/2008 at 7:37

    Que legal teu depoimento, Lu!
    Eu amamentei a Kiki por 13 meses (sendo que ela comecou com solidos aos 7 meses, antes disso era soh leite materno). Eu frequentava os meetings das lactation consultants do hospital e achei maravilhoso o suporte delas. Assim como voce, eu tb cresci ouvindo minha mae dizer que o leite dela havia secado, que nao teve o suficiente, etc. Eu sinto muito orgulho de ter podido amamentar a Kiki por todo esse tempo.

    Beijos
    Julinha

    Reply
  4. Andréa says

    01/08/2008 at 8:05

    Oi Lu,
    Eu sempre entro no seu blog, mas nunca deixo recados, mas acho que esta vez deveria deixar, pois para mim, amamentação é um assunto que deveria ser levado muito mais a sério. Fico indignada em saber que nos EUA (e em muitos outros países) que muitas mães sejam criticadas ou “convidadas a se retirarem” por amamentarem em público. Meu filho Pedro tem 3 anos e 3 meses e eu ainda o amamento. Muitas pessoas acham um absurdo uma criança desta idade ser amamentada, mas eu só vou parar se meu leite acabar ou se o Pedro não quiser mais. Outro dia fomos numa cerimônia de colação de grau ( foi em um teatro) e ele viu uma bebê mamando ( mamadeira), na hora ele pediu mamá, não pensei duas vezes, sentei ele no meu colo , levantei a minha blusa e amamentei ali, no meio de um monte de gente. Para mim é a coisa mais natural do mundo, mas algumas pessoas me olhavam como se eu fosse um ET.
    Acho que nós mulheres ainda teremos que lutar muito para que a Amamentação seja vista em todos os lugares, como um ato natural e de amor. Beijos pra você e para a Julia.
    Andréa 😉

    Reply
  5. Angelica says

    01/08/2008 at 9:33

    Luciana, não sei se vc sabe mas tenho dois filhos, um menino de 15 anos e uma menina de 6 anos, e amamentei ambos sem nenhum problema. Com meu primeiro filho tive alguns contratempos, talvez por falta de experiencia, mas tive ajuda de uma entidade aqui da cidade (Juiz de Fora- MG) que se chama Banco de Leite humano, eles dão orientacoes pelo telefone e tambem vem pegar em casa o leite que sobra que sao doados a bebes recem-nascidos cujas maes nao puderam por alguma razao amamentar… é um trabalho bem legal o deles. Venho de uma familia em que ninguem conseguiu amamentar por muito tempo, mas a minha experiencia em particular com meus dois amores foi muito tranquila e natural. Na verdade o ato de amamentar era mais um prazer e creio para ambos…rsss
    Até hoje sao criancas muito saudaveis e creio que a amamentacao teve muito a ver com isso.
    Um beijo pra vc e pra Julia

    Reply
  6. Simone says

    01/08/2008 at 12:05

    Luciana, fiquei emocionada com o seu relato sobre as gravidezes anteriores. Passei por algo semelhante, fiquei 8 anos tentando ser mãe, então entendo bem suas dores!
    Mas graças a Deus isso é passado e hoje você é mãe dessa linda garotinha. Meu Bruninho completou 1 ano e meio no último dia 25 e o amamento com muito prazer. A pressão da sociedade é grande realmente. Todo mundo adora dar palpite, mas o Bruno só ficou resfriado uma vez, está com peso e altura excelentes e me orgulho da sua saúde! Por isso, enquanto ele quiser, o leite da mamãe estará disponível para ele.
    Um grande beijo, parabéns pela linda família e um ótimo final de verão prá vocês!!!!

    Reply
  7. Rodrigo says

    01/08/2008 at 13:41

    Bom…

    No caso da minha mãe foi diferente, pois ela tinha muito leite mas eu é que não queria mamar!
    Mamei um mês no peito e não quiz mais…
    Fiquei na base da mamadeira…

    Pelo menos foi o que ela me contou.

    Reply
  8. Marilena says

    01/08/2008 at 16:07

    Olá Luciana,

    acompanho o seu blog há mais de 2 anos e acho que nunca comentei nada aqui. Sempre torci muito por vc e fiquei muito feliz com sua gravidez e o nascimento da julia.

    Adorei o seu post! Eu acho muito importante amamentar e fiquei super feliz de ter conseguido amamentar “facilmente” meus filhos, mas acho que cada um tem que saber de si e as pressoes só atrapalham. Não gosto destas novas tendencias que consideram a mulher que nao amamenta fracassou como mãe ou será uma mae pior que as outras. A mesma coisa para o parto normal.
    Acho legal informar as possibilidades, dizer as vantagens de cada escolha e deixar que cada um escolha seu caminho.

    Parabens novamente,
    Marilena

    Reply
  9. gustavo says

    01/08/2008 at 19:19

    lu parabens pelo post, tbem gostei.
    alias muitas mulheres apos terem os bebes querem emagrecer, e a amamentação ajuda queimar as calorias, porem poucas continuam amamentando com medo dos seios ficarem flacidos…

    que bom que vc adotou a amamentação, pq ate onde eu sei os bebes americanos ja nascem e as mães ja dão a mamadeira ( me corrija se estiver errado).

    bjus e boa viagem

    Reply
  10. Heliene says

    01/08/2008 at 21:03

    Lu, Adorei o post! Otima ideia para inspirar e informar as novas mamaes. Vou tentar escrever um ainda hoje. Um beijo e otima viagem.. Vou torcer pra Julia dormir bem e vc poder ler o seu livro. Pelo menos, o caminho esta mais curto, ne? : )

    Reply
  11. Renata Moreti says

    01/08/2008 at 22:29

    Luciana, há tempos leio seu blog e raramente faço algum comentário. Mas esse assunto é tão especial e você expôem seu ponto de vista, suas experiências, seus acertos e até mesmo suas dificuldades de maneira tão clara, objetiva e corajosa que não comentar é quase impossível. Parabéns pela sua transparência e, especialmente, pela filha tão linda e saudável. Tenho certeza (apesar de não ter filhos ainda) que a amamentação é um processo fundamental para o desenvolvimento do bebê e para estreitar as conexões entre mãe e filho. Vou dar uma vasculhada para achar outras blogagens sobre esse assunto e, especialmente, para ver se alguma delas mencionou o papel do pai nessa história toda. Apesar de pensar que se trata de um momento único na relação mãe-filho, é tão, mas tão impotante na vida da criança que gostaria muito que meu marido participasse desse momento, mesmo que fosse só um pouquinho…
    Beijos, continue escrevendo para nós, pq nós continuaremos vindo aqui, sempre. Rê Moreti.

    Reply
  12. Daniele Ryan says

    02/08/2008 at 7:58

    Luciana, adorei seu post. Como vc sabe estou tentando me engravidar, e eu ja sabia que queria amamentar mas ainda nao tinha lido nenhuma informacao ,agora depois do seu post vou comecar a pesquisar e perguntar algumas coisas pra minha mae. Seu blog me ajudara bastante,pois tem informacoes incriveis,adorei a capa Bebe au Lait,ja ate coloquei no meu favorites 😉 Nem acredito que vc passou por mais problemas depois do nascimento da Julia…vc merece ter a familia linda que tem.
    Feliz Aniversario pra Julia e aproveite o Brasil !!!!!!
    Grande beijo.
    Daniele

    Reply
  13. Amanda says

    03/08/2008 at 6:17

    Lucina,

    Leio seu blog há pouco mais de um ano, e nesse meio tempo já virou rotina vir até aqui com frequencia ver se vc nos traz novidades. Tenho 22 anos, sou recem casada e ainda não tenho filhos, por isso não posso contribuir mto sobre o assundo. Porém, quero manifestar minha admiração por sua postura e seus posts que acrescentam e informam tanto, parabéns, sua familia é linda, sua bebê é mto fofa. Sua postura em relação a amamentação merece, sem dúvida, ser parabenisada, sua opinião sobre o assunto é humana, sensível e um exemplo. A Julia é uma garota de mta sorte!

    Reply
  14. Yami says

    03/08/2008 at 11:51

    Ola Lu,

    To passando aqui pra te fazer uma visita. Sua filhota e’ uma fofa e espero que esteja tudo bem com voces.

    Beijos, saudades

    Y.

    Reply
  15. Soraya says

    03/08/2008 at 11:59

    Querida Lu,
    Acabei de ler este seu post e me emocionei. Também tive meu filho nos EUA, há 6 anos e recebi o mesmo apoio que você sobre amamentação, com as visitas da consultora de lactação ao meu quarto no hospital o tempo todo, a literatura, enfim…Meu filho também demorava muito para mamar e a privação do sono é uma coisa brutal para o organismo que acaba de passar por um esforço tão grande e necessita repousar…Achei que não amamentaria por que eu mesma, recusei. Desde cedinho fui pra mamadeira…Mas tive muita sorte com meu filho por ele aceitar bem e eu ter o leite necessário, alimento exclusivo até o 6° mês de vida dele. Voltei para o Brasil quando meu filho tinha 18 meses, e ele mamou no peito até os dois anos. E parou porque eu me senti constrangida quando ele, no shopping, pediu pra mamar e as pessoas olharam de modo muito estranho. Achei que estava na hora de parar. Fiz a troca pela mamadeira com leite de vaca e mucilon. Ele aceitou bem mas ainda pediu o peito algumas vezes. Mas posso te dizer que a partir de então surgiram as gripes e as alergias…desconhecidas por ele até então.
    Quando ainda morava nos EUA, eu respeitava as regras amamentando-o em público sem deixar nada exposto. Nunca tive problemas…
    Beijos pra você e para tua linda filhinha.

    Reply
  16. Deborah says

    04/08/2008 at 13:16

    Oba, que post muito útil!
    Daqui há umas semanas o Lucas chega. A bombinha já está esperando, assim como os LilyPadz q comprei já tem tempo e outras coisinhas a mais (comprei cremes e outras marcas de protetores de silicone).

    Depois queria te perguntar como está sendo trabalhar de casa com a babá, pois é o q estou pensando em fazer tb. Uma das vantagens é facilitar as mamadas.

    Beijinhos no coração

    Reply
  17. Luciana Misura says

    04/08/2008 at 23:00

    Adorei os comentarios de outras maes que amamentaram por bastante tempo, e sempre bom saber que nao estou sozinha amamentando a Julia com 12 meses +…

    Rodrigo, eu tenho uma amiga que tem um filho de 1 ano e meio que foi que nem voce, ele preferia a mamadeira ao peito…vai entender!

    Gustavo, acho que aqui nos EUA essa questao da amamentacao tem uma variacao enorme dependendo de onde voce mora e que nivel social/educacional voce tem (acho que e assim em todo lugar do mundo, enfim), mas realmente eu conheco muito mais gente que nem tentou amamentar e foi logo pra mamadeira aqui do que no Brasil por exemplo…mas a minha sogra amamentou o meu marido, a minha cunhada amamentou meus sobrinhos, a prima do meu marido amamentou os filhos, entao pela experiencia familiar aqui nos EUA eu nao vi ninguem dar formula direto nao.

    Obrigada pelo apoio a todo mundo que comentou, eu ainda tenho que escrever a loucura que foi logo depois que a Julia nasceu…acho que agora, quase um ano depois e que estou me sentindo pronta pra falar do assunto, porque nao foi facil.

    Reply
  18. Fabiana says

    04/08/2008 at 23:45

    Minha afilhada vai fazer 1 ano em outubro e ela só mamou até os 3 meses.
    Foi um pouco de tudo que fez ela parar de mamar. A própria criança, a mãe, a falta de produção de leite, que deixava a mãe muitíssimo estressada, o que aumentava a falta de leite, as rachaduras no peito, enfim.
    O fato é que todos a criticaram por isso. Que a bebê com quatro meses não poderia estar só na mamadeira. Que o leite é essencial e tal. Que o bebê que mama no peito é mais saudável e tal.
    Mas fazer o quê? Até hoje, a Amanda não teve absolutamente nada! Nem resfriado!
    Então isso é relativo!
    Sou a favor da amamentação (apesar de não ter filho). Não achei certo minha amiga ter parado de amamentar, mas apoiei. Não critiquei. Até pelo caso que acompanhei de perto. Acho que temos que apoiar a decisão (ou o destino) de qualquer mãe. Assim como vc disse, ser mãe é muito mais do que amamentar.
    Lindo post. Continue amamentando a sua filha, sim. Só vai fazer bem pra relação de vocês.

    Reply
  19. Bel says

    07/08/2008 at 5:33

    Fiquei feliz em saber que vc amamenta, Luciana. Eu trabalho como voluntária dando informação sobre aleitamento materno e também amamento minha filha de dez meses. Pelo que eu vejo 99% dos casos de amamentação que não dá certo é por falta de informação. Aqui nos comentários mesmo. Bebê que prefere a mamadeira? Não é bem assim, a questão é não oferecê-la para não haver a confusão de bicos (nipple confusion). Sorte a sua que a Júlia não desmamou, mas pelo que eu entendi você não amamenta mais à noite né? Lembro que num post passado, você comentou que à noite dá a mamadeira.
    A minha filha nunca experimentou leite artificial e nunca teve um resfriado. Espero mantê-la assim por no mínimo uns dois anos ainda.

    Reply
  20. Jo says

    07/08/2008 at 6:12

    Que post lindo e informativo Lu, pois bem aqui na Holanda as mulheres não se importam muito em amamentar, a maioria acha que dá muito trabalho e se esquecem o quão é importante a amamentação.Achei muito legal essa capinha e irei procurá-la..por essas bandas..
    Bjs…

    Reply
  21. Livia says

    07/08/2008 at 20:06

    Sobre amamentar em público: eu sempre aprendi, aqui NO BRASIL e vi minha mãe, com essas regras – amamentando o meu irmão em público e no privado – sem deixar nada exposto. Para mim é horrível, quem amamenta e deixa o peitão exposto, não acho civil e nem natural. Qual a necessidade, para isso? Porém se a pessoa mora na floresta e faz parte de uma tribo indigena, ai nesse caso é muito natural, mas no mundo civilizado uma atitudine dessa é pura exibição da parte de certas mulheres.

    Reply
  22. Erika Carlson says

    08/08/2008 at 1:44

    Fui amamentada até 1 ano e 9 meses e o resultado é que tenho uma saúde muito boa. Quase não pego resfriado e qdo aparece um, vai embora rapidinho. Nem eu nem minha irmã nunca tivemos problemas sérios de saúde. Tudo por cnta da amamentação. Meu irmão mais novo, foi amamentado por 8 meses e dá pra notar a diferença…ele tinha mais alergias, resfriados…desde criança e até hoje(com 18 anos) vira e meche ele tá doente de alguma coisa…
    Amamentação faz muita diferença sim!

    Reply
  23. Rosana says

    09/08/2008 at 18:11

    Eu amamentei o meu filho até ele completar 3 anos de idade, mesmo ele se alimentando normalmente . Nos primeiros dias após o parto também senti medo de não poder amamentar, ele não pegava o peito de jeito nenhum, foi superdifícil, mas no terceiro dia tudo se normalizou. Acho que amamentar é importante tanto para a saúde física do bebê, como também para a psicológica,porque esse contato entre mãe e filho fortalece o sentimento de proteção, o carinho, enfim…é tudo de bom! Também achei legal você contar a sua experiência.
    Beijo…

    Reply
  24. Elis says

    20/08/2008 at 20:27

    Cheguei aqui pela Sadrinha e ja amei!Vi esse post sobre amamentacao e me foi p la de util!Vou pegar as dicas e ler tudinho,pois a minha filha ta por nascer e quero o melhor de mim pra ela!

    Reply
  25. Miliane says

    22/08/2008 at 18:15

    Oi, Luciana, fiquei quase seis meses sem acessar o blog por absoluta falta de tempo e quando passo pra visitar, tudo mudou!!! Vc realmente tem uma incrível capacidade de adaptação a mudanças q eu acho superlegal. A Júlia está lindíssima, e qdo eu li esse post sobre amamentação não pude deixar de comentar. Tenho dois filhos, um de dezenove, o Tiago, que eu tive aos dezoito, ainda na faculdade, e com muita dificuldade pra administrar toda essa realidade, então ele “só” mamou até os 6 meses. E a Isabela, q tem três anos, fruto de uma época mais madura e consciente, e eu queria q ela fosse amamentada até 1 ano, mas ela gostou tto do negócio q mamou até os 2 anos, qdo então me disse que já estava gde pra mamar!!! É uma relação tão especial que só quem passa entende, não é mesmo? Mas eu tbm queria dizer q nem tudo foi florido, eu tive rachaduras devido ao excesso de leite e à extrema sensibilidade da minha pele , o que tornou os 15 dias iniciais do processo muito doloroso, mas eu fui em frente e resisti a tentação de parar, e só tenho a comemorar. Mas tbm penso q se a mãe não pode ou consegue amamentar, isso não deve se tornar uma neurose, pq filho não vem com manual de instrução, então é passo a passo, e sem querer parecer piegas, o q eles realmente querem é amor, carinho e atenção. Bjs!

    Reply
  26. Jo says

    26/11/2008 at 9:52

    Estou sentido tudo isso, muita pressão…mas no meu caso a Louise está ainda na clinica neonatal e fica díficil estimular mais, já que ela é um prematuro.Ando cansada, estressada e dormindo muito pouco.Minha gravidez foi meio turbulenta…vamos ver se consigo amament]a-la no peito.
    bjs

    Reply

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