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Ah, o atendimento médico brasileiro

03/01/2012 by Luciana Misura 20 Comments

Tive que ir ao médico por causa de uma mastite que está demorando a ficar boa mais um resfriado maldito que se instalou nos últimos dias, marquei com uma médica que nunca tinha visto na vida. Cheguei na clínica, mesmo com hora marcada esperei quase 2 horas pra ser atendida (coisa que não acontece comigo nos EUA, ponto pra eles lá).

Mas a consulta, quanta diferença. Por lá os médicos fazem de tudo pra não colocar a mão em você (quando tive mastite lá, um médico nem olhou – “confiou” no meu relato; e o outro olhou mas não colocou a mão pra ver se tinha uma parte bloqueada), aqui a médica vai logo metendo a mão pra ver o que tem de errado. Na hora de me dar a receita pros remédios, ela colocou o celular dela na receita. Eu quase ri. Nas terras do tio Sam, a gente pra falar com o médico por telefone tem que estar quase morrendo…99% das vezes a ligação passa por uma enfermeira primeiro que vai dar o seu recado pro médico e te ligar de volta depois com a resposta, e em alguns raros casos, o médico liga de volta com a resposta ou se quiser perguntar mais coisas. Um médico anotar o celular dele assim pra você na receita, nem pensar…muitos pontos para o Brasil.

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Comments

  1. Bel says

    05/01/2012 at 6:53

    Na Espanha e aqui em Aruba, nem enfermeira. Eles dizem que em caso de emergência, você tem que ir ao hospital, hehehe. Celular, nunca!

    Reply
    • Luciana Misura says

      06/01/2012 at 8:59

      Mas não é pra emergência, pra emergência nos EUA eles mandam você ir pro hospital mesmo. É pros casos que você não tem certeza de alguma coisa, dúvida na medicação, etc. Lá nos EUA você liga, fala com a enfermeira, e ela te dá a resposta ou então vai perguntar pro médico e liga de volta. É um sistema razoável, podia ser mais eficiente. Não acho legal essa coisa do médico dar o celular não, acho muita invasão, o que deve ter de gente sem noção que liga pra perguntar uma bobagem nas piores horas…

      Reply
  2. Fernanda Klug says

    05/01/2012 at 12:35

    Oi Luciana!! Feliz 2012!!
    Sobre atendimento médico no BR, é isso mesmo. Sou de família de médicos e o celular ou telefone de nossa CASA sempre tocava. Aqui sempre comentamos que a palpação, o toque, são fundamentais na hora do exame clínico.
    Melhoras para vc!!
    Abs, Fernanda.

    Reply
    • Luciana Misura says

      06/01/2012 at 9:01

      Fernanda, com certeza, concordo plenamente! E o tempo que os médicos aqui passam com o paciente, é bem diferente. Lá é tudo rapidinho, mal olham pra gente. Mas podia rolar uma triagem no caso do telefone, vocês não recebem muita ligação desnecessária não? Feliz 2012!

      Reply
  3. Renata Calixto says

    05/01/2012 at 16:32

    Luciana, te entendo perfeitamente. Aqui na Australia fui 3x ao mesmo lugar toda vez que a minha boca ou mãos inchavam, e nada deles me aconselharem no que fazer. Em compensação quando fui ao Brasil aconteceu de novo e a medica na mesma hora me disse que n era alergia, e sim stress, me passou remédio e o celular dela pra ligar caso n melhorasse.

    Rs… Lembro que olhei pra ela espantada. Bjao

    Reply
    • Luciana Misura says

      06/01/2012 at 9:03

      Hahaha acho que a minha cara deve ter sido igual a sua! 😉 Não sabia que na Austrália o atendimento médico era “à moda americana”.

      Reply
  4. Juliana says

    06/01/2012 at 10:35

    Ahhh… Entao, fui na consulta das 32 semanas esses dias e depois tava falando isso mesmo com o Alex… To pesando horrores (ate pq aqui nao se tira a roupa pra pesar, claro). A NP fez as perguntinhas basicas de sempre (algum problema, preocupacao, reclamacao?), mediu a barriga, ouviu o bebe e tchauzinho pra vcs! Eu pensei: mas gente, eu ja to quase la e ela nao faz mais nada? Sei la…. Kkkkkkk… A consulta durou 15 minutos no maaaaximo! No Brasil uma consulta pre-natal, ainda mais nesse estagio, leva minimo 40 minutos! Eu queria que ela tivesse visto meus seios, pra ver se estao ok, toque pra ver se esta ok tb, mas nao, nao eh rotina… E o melhor de tudo que perguntei: e ultra, qdo vamos ter, pq desde as 20 semanas que nao faco? Ela na maior tranquilidade responde: Ahhh, aqui so fazemos se nao tivermos certeza da posicao do bebe, senao nao eh necessario… 🙁

    Reply
    • Luciana Misura says

      06/01/2012 at 13:29

      Juliana, é bem isso mesmo…o meu médico de Austin é que foi uma exceção, eles sempre me perguntavam se eu queria dar uma olhadinha no bebê (eles tem máquinas de ultrasonografia dentro das salinhas do consultório). Mas na gravidez da Julia foi desse jeito que está sendo com você, que é bem o padrão americano mesmo, depois da ultra de 20 semanas, esquece. Alguns médicos fazem uma outra com 36 semanas, mas já reparei que é regional. Nós que estamos acostumadas com o esquema brasileiro de pré-natal ficamos doidas!

      Reply
  5. Barbarella says

    06/01/2012 at 12:06

    Luciana, longe de mim defender o sistema de saúde americano porque além de conhecer as deficiências no atendimento ao paciente, também conheço o lado de lá como profissional da área médica. Mas eu já tive médicos aqui (dois, para ser exata) me fornecendo o número pessoal deles (celular e número direto do consultório sem passar pelo corpo de enfermagem) caso eu precisasse entrar em contato em situações pessoais completamente dissociadas ao trabalho. Eles nem sabiam qual era a minha profissão. Concordo que o atendimento padrão é exatamente como você descreveu, mas acho interessante dividir a minha experiência de ter experimentado – ao acaso – profissionais comprometidos com o paciente (eu). Todas as limitações que o falido & capitalista sistema americano de saúde impõe de cara interfere diretamente na realização do trabalho de profissional de saúde. E quem leva a fama não é o sistema, e sim o profisisonal. E quem paga o pato é o paciente. Infelizmente a realidade é triste! Aproveita os médicos brasileiros ao máximo!! =)

    Reply
    • Luciana Misura says

      06/01/2012 at 13:35

      Ah sim, eu sei que o sistema trava muito os médicos e atrapalha imensamente, mas existe uma diferença no tratamento que é a seguinte: a maioria dos médicos que encontrei nos EUA só está preocupado em diagnosticar e tratar o problema que você tem ali, naquele momento, e pronto. Não interessa o que levou ao problema, se foi uma situação da sua vida, se é psicológico, se você precisa de suporte, nada. Eles estão interessados em resolver a biologia, e você se vira com o resto. O meu obstetra mesmo falou isso (ele que foi um médico “humano” que encontrei nos EUA), que a maioria dos médicos só se preocupa com a parte física e nem um pouco com a emocional. No meu caso, com tudo que passei nas gravidezes anteriores, encontrar um médico que se importava com o meu estado emocional foi uma diferença gigante. E aqui no Brasil os médicos de um modo geral parecem se preocupar mais com o todo. E você deu muita sorte com esses médicos que te deram o celular, porque em 9 anos de EUA e dezenas de médicos, nunca vi nem ouvi falar disso antes. Na hora do aperto a gente ligava direto pra minha cunhada que é clínica geral ou pra prima do Gabe que é pediatra…aproveite esses médicos que você encontrou!

      Reply
      • Barbarella says

        07/01/2012 at 18:46

        Concordo com você, Luciana! A preocupação com o ser humano como um todo é bastante falha por aqui. A preocupação maior é sem dúvida resolver o problema, por

        Reply
        • Barbarella says

          07/01/2012 at 18:56

          (Desculpa, enviei a primeira parte aí acima acidentalmente.)

          … porque o sistema contabiliza números (= $$$) e não pacientes. Infelizmente. Já trabalhei com profissionais que tinham viam o lado humano como prioridade mas eles acabaram tendo que se adaptar a realidade do sistema para poder continuar na profissão. Triste. Outra desvantagem que vejo é a ausência de uma medicina preventiva. O Brasil está anos luz na frente nesse quesito! Pedir um exame extra é quase que implorar por um favor. Terrível. O sistema de saúde brasileiro com todas as suas falhas ainda permite um cuidado mais humano, você tem toda razão. Pena que esses dois médicos que encontrei ficaram lá em Washington DC… e até agora ainda não tive muita sorte em San Antonio. Vamos ver como vai ser!

          Reply
  6. Marcele F. says

    06/01/2012 at 21:49

    Eu estava com um problema de saúde (nada que arriscasse minha vida, mas que me deixou bastante tensa), precisava fazer um exame um pouco delicado e a médica me deu o celular dela. Fiquei tão reconfortada, me senti tão protegida… Faz uma diferença danada você ter confiança no médico e saber que conseguirá encontrá-lo. Quando precisei entrar em contato por causa de um sintoma que tinha aparecido, escrevi um SMS e ela respondeu na mesma hora, para depois ainda me telefonar. Me tratou com tanto respeito, carinho e paciência que fiquei realmente emocionada. É claro que nem todo médico brasileiro é assim, mas muitos são. E ver que quem está cuidando de você é um humano e não um ser que tenta ser o mais impassível e insensível possível, faz toda a diferença do mundo. Acho até que as chances de melhora dos pacientes aumentam. 🙂

    Reply
    • Luciana Misura says

      27/01/2012 at 10:37

      Com certeza, faz a maior diferença você saber que pode contactar o médico, e não ter que pular mil obstáculos quando precisa.

      Reply
  7. Michelle D. says

    11/01/2012 at 11:57

    Acho que a primeira consulta medica eh sempre um choque pra nos expatriados! Depois a gente acaba se acostumando com o sistema e se assusta novamente quando vai ao Brasil. Ja passei por muitas experiencias ruims antes de encontrar bons medicos. Gracas a Deus eu encontrei uma boa ginecologista aqui em Houston, que conversa, tira duvidas e liga pra dar o resultado dos exames. A enfermeira dela tambem eh bem atenciosa… e o mais curioso eh que elas sempre se lembram de mim quando vou la. Meu alergista tambem eh muito dedicado e, apos uma crise alergica feia causadas pelas injecoes que tomo pro meu um tratamento alergico, ele me ligou duas vezes! E as duas vezes foram um sabado e um domingo! Agora to com dificuldade de encontrar um bom oftalmologista e um dermatologista. O que eu acho mais curioso nisso tudo eh que ninguem vai ao dermatologista! Gente… eu fico pasma com isso! rsrsrs
    Ah… antes que eu me esqueca, minha clinica geral eh uma nurse practitioner. Me senti a vontade com ela e nao sinto necessidade de procurar um medico de verdade.

    Reply
    • Luciana Misura says

      27/01/2012 at 10:39

      Que bom Michelle, segura esses médicos porque é difícil! Eu gosto do meu obgyn, mas o resto…afe! Continuo procurando, não é fácil não…

      Reply
  8. Patricia says

    18/01/2012 at 12:02

    Tenho uma amiga brasileira que mora aqui em Houston que poderia ter morrido por causa da insistência da médica em NÃO verificar o que ela sabia que tinha. Sem querer ela empurrou o OB para dentro do corpo, suspeitou que era isso, estava já passando mal (com aquele choque não sei das quantas…). A gineco disse que não era nada (nem fez exame, não olhou nada!!!) e empurrou um remédio qualquer. Minha amiga teve que fazer muita força durante o banho para o negócio sair…e saiu mesmo! Pessoas morrem disso, e a médica não poderia ter sido mais indiferente. Meda!

    Reply
    • Luciana Misura says

      27/01/2012 at 10:39

      CARACA! Ela não entrou em contato depois com a médica pra dizer que era isso mesmo não? Só pra assustar!

      Reply
  9. Vilma says

    23/01/2012 at 17:38

    Concordo com voce plenamente!

    Reply
  10. Lelei says

    10/04/2012 at 4:48

    A diferença eu vi quando a minha irmã teve mastite no Brasil e comparei com uma amiga que teve aqui. A irmã ganhou antibiótico assim que começou a ter febre, na segunda consulta com a médica. A amiga daqui teve que apelar pra medicina Oriental porque não teve santo que medicasse o antibiótico.
    Estressou, mãe, bebê, um horror. Entendo o porque deles não receitarem antibióticos à toa aqui, mas às vezes a gente pensa se vale mesmo a pena o sofrimento que eles submetem as mães e bebês 🙁

    Reply

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