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You are here: Home / Bebê & Criança / Amamentando o segundo filho

Amamentando o segundo filho

02/02/2012 by Luciana Misura 26 Comments

Muita gente me pergunta se o Eric está só mamando no peito ou se toma mamadeira com complemento também, então resolvi escrever um pouco sobre amamentação e o segundo filho, pois está sendo bem diferente de quando a Julia era bebê. Pra quem não leu a história de quando amamentei a Julia, correu tudo super bem, e ela mamou até quase um ano e meio de idade. Fiz o desmame porque eu tinha que viajar a trabalho e não queria que ela ficasse sem a mamãe e sem mamar ao mesmo tempo, então quando eu viajei ela já tinha parado (e acho que foi a decisão mais acertada mesmo).

Dessa vez as coisas foram bem diferentes. Como falei na história da Julia, eu não senti dor nenhuma, quando alguém me dizia que amamentar era horrível, que doía, eu ficava espantada. Não senti dor nenhuma, nada mesmo, e isso foi porque como disse a consultora de lactação que me viu no hospital desde o início, a Julia tinha a “pega perfeita”. Só fui entender como isso era a maior verdade quando o Eric nasceu e começou a mamar! Logo de cara eu percebi que a pega dele estava errada, porque eu sentia uma dorzinha que nunca esteve ali.

Chamei uma consultora de lactação no hospital, ela veio e me falou algumas coisas que eu já tinha percebido: ele não abria a boca o suficiente pra pegar a auréola, estava pegando só o bico, que eu tinha que ficar re-posicionando e tirando ele do peito até conseguir que ele pegasse certo. Na prática esse conselho era bem difícil de ser seguido, porque tirar um bebê com fome do peito toda hora pra reposicionar é um estresse, ele vai ficando irritado e aí é que a pega vai ficando mais complicada mesmo. O resultado foi que em poucos dias eu estava ficando com o peito bem machucado, o bico rachando, cada vez pior. O que me salvava era que o Eric, ao contrário da Julia, já nasceu mamando de 3 em 3 ou até de 4 em 4 horas, ao invés de 2 em 2. Pelo menos dava um alívio.

Ligamos então para uma outra consultora, recomendada pela Pediatra, que veio em casa pra avaliar a situação. Primeiro ela deu uma olhada no estrago e me receitou um creme fantástico chamado Triple Nipple Cream, que é feito em farmácia de manipulação, pra regenerar o bico do seio. Falou pra eu usar esses breastshells (que eu já estava usando mesmo, ganhei no hospital) junto com o creme, pra evitar do sutiã ou roupa fazer atrito com o seio. Realmente são ótimos!

Mas o principal mesmo era o problema da pega, ela fez uma avaliação e me explicou o problema: o bebê tem que estender a língua na hora da sucção de modo que ela fique embaixo do bico do seio, entre o bico e a gengiva. Ele não estava fazendo isso. E se o bebê não consegue estender a língua o suficiente, por qualquer motivo que seja, o bico do seio acaba sendo mastigado pela gengiva – não tem dente ainda mas tem osso ali, então dói, claro. Eu sentia essa sensação, mas não sabia explicar o que estava errado, na hora que ela falou eu sabia que esse era o problema principal. E realmente ele não abria a boca o suficiente também, acabava pegando muito só o bico, o que piorava a situação. Ela mostrou outras formas de colocá-lo pra mamar e um exercício pra fazer com ele antes de mamar pra ele estender a língua. Depois de uns dias usando o creme e fazendo o exercício as coisas começaram a melhorar, e achei que daí em diante os problemas teriam acabado.

Logo depois tive uma mastite! Comecei a me sentir mal, com dores no corpo, achei que estava só cansada, resultado das noites mal dormidas com um bebê. No dia seguinte as dores foram piorando e a noite estava com um febrão, e aí apareceu a mancha vermelha no seio sinal clássico da mastite, o peito duro (felizmente não tive muita dor no peito). Lá fui eu pro médico num sábado pegar antibiótico, mas pelo menos em dois dias eu estava de volta ao normal. Como falam aqui nos EUA, se você está amamentando e acha que está ficando gripada, desconfie logo de mastite.

Mesmo com essa confusão o Eric continuou mamando muito bem, ganhando peso, não faltou leite e ele foi melhorando a pega. Agora com 3 meses já está com 8kg (um pouco mais de 17 libras), um gorducho, e tem a pega quase boa. Mas a essa altura o meu corpo também já se acostumou com a pega nem tão perfeita assim…ainda tive uma segunda mastite enquanto estava no Brasil, mas enfim, acho que agora os problemas ficaram para trás (espero!). Tiro leite com a bombinha elétrica de vez em quando (se preciso sair e não sei se volto a tempo da mamada), mas ele está praticamente 99.9% no peito mesmo. Felizmente a minha saúde está boa dessa vez estou podendo dar de mamar a noite sem maiores problemas. Então mesmo com muito mais problemas de amamentação que da primeira vez, ele ainda está mamando mais no peito do que a Julia mamou.

E como eu disse naquele post de 2008, o fundamental (principalmente na hora dos problemas!) é ter informação. Só assim a gente consegue entender (e corrigir) o que está acontecendo antes que a situação fique insuportável. Ninguém precisa sofrer e virar mártir pra amamentar, se você está sofrendo (ou conhece alguém que está), procure ajuda, fale com um médico, as Amigas do Peito no Brasil, La Leche League nos EUA – o quanto antes! Assim dá pra garantir o melhor leite pro bebê sem sacrificar a mãe, e sai todo mundo ganhando.

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Filed Under: Bebê & Criança Tagged With: amamentação, la leche league, mastite, problemas de amamentação, problemas de pega, remédio para bico rachado

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Comments

  1. simone says

    02/02/2012 at 6:13

    Ele está lindo demais!!!! Esse início não é fácil mesmo, aliás depois que a gente se torna mãe é que entendemos tudo que a nossa mãe fez e faz pela gente.
    Haja equilíbrio para lidar com tantos detalhes e tantos desafios ao mesmo tempo.
    Mas no fim dá tudo certo , um beijão

    Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:14

      Brigada Simone! Com a Julia a amamentação foi fácil e o resto foi complicado, dessa vez foi ao contrário 😉 Mas enfim, não era nada grave, então com um pouco de paciência a gente resolveu. Bjs!

      Reply
  2. Bel says

    02/02/2012 at 6:41

    Que bom saber que tudo está dando certo com a amamentação do Eric! Aqui estamos tentando um irmãozinho(inha) para a Diana e às vezes penso nessa questão da amamentação. Tive zero problemas com a Diana, ela também nasceu mamando como uma profissional, não tive dor, mastite, nada. Eu atribuo parte do sucesso ao fato de eu ter lido bastante sobre amamentação na gravidez também, então preocupações comuns às mães, como as fase de picos de crescimento, quando o bebê quer mamar toda hora, para mim, não chegaram a assustar.

    Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:16

      Bel, boa sorte! 🙂 Com certeza, se você leu o meu post da amamentação da Julia vai ver que eu falei a mesma coisa. Eu fiz a aula com o Gabe e li bastante sobre amamentação, até porque eu achava que seria complicado, então estava preparada para o pior!

      Reply
  3. Mi says

    02/02/2012 at 9:43

    acho que o sucesso da amamentaçao depende quase um 50% da insistencia das maes (se nao há problemas físicos)…afinal, é dificil aguentar a dor, ou ver que seu filho esta com mais fome do q vc esta produzindo no momento e aguentar 2 ou 3 dias até a producao se adaptar de novo. Mas é recompensador ver como eles crescem bem e estao saudaveis. Os produtos da Medela sao otimos…tb tiro o leite e congelo para “tempos difíceis” e nunca tive problemas da Milena rejeitar meu peito usando as garrafinhas próprias para leite materno deles. bjs!

    Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:20

      Mi, com certeza, se a mãe não tiver paciência quando encontra os probleminhas não rola mesmo. Infelizmente em muitos casos as mães ficam nervosas e não sabem se o que estão passando é fácil de resolver ou não, e acabam desistindo. Isso combinado a médicos desinformados muitas vezes não dá nem chance pra dar certo. Claro que nem sempre o problema é fácil de resolver, mas já vi muita gente que não conseguiu amamentar o primeiro filho porque pulou pro complemento por nervosismo e falta de informação e no segundo soube esperar a hora certa e amamentou sem problemas.

      Reply
  4. Flavia says

    02/02/2012 at 12:46

    Tive mastite 3 vezes quando amamentei a minha filha por mais de um ano, hoje ela tem 4 anos, e apesar de no inicio ter ficada assustada com o fato de estar amamentando e tomando antibiotico, deu tudo muito certo e a amamentacao ajudou muito a curar a mastite. A bombinha ajuda tambem, mas nada como um bebe para secar o peito completamente. Na minha opiniao, amamentar nem sempre eh facil, eh cansativo e demanda muito da mae, principalmente das que trabalham fora como eu, mas eh muito recompensador. Mas cada caso eh um caso. Nem sempre o ideal funciona para todos.
    Feliz 2012!

    Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:21

      Com certeza! Com a Julia eu tirava leite no trabalho antes de passar a trabalhar de casa. Tinha que levar a bombinha, mamadeiras, parar duas vezes por dia pra tirar o leite, lavar tudo, era um trabalho considerável! Feliz Ano Novo pra você também!

      Reply
  5. Paty says

    02/02/2012 at 15:26

    Lu, vou deixar o meu relato porque o seu me tocou mais uma vez…
    Tenho uma menina de 2 anos e a situação foi um pouco mais complicada. Fiz uma cirurgia redutora na mama muitos anos antes de imaginar que teria filhos. O cirurgião plástico me garantiu que eu seria capaz de amamentar perfeitamente e eu confiei nisso.
    O tempo passou, engravidei e tive minha filha. Minha gravidez foi de risco e felizmente, ela nasceu saudável depois de uma cesárea de emergência.
    Não tive leite. Fiquei arrasada. Como assim não tinha leite? O cirurgião me garantiu que eu teria… Insisti muito e fiz de tudo: massagem, compressa, spray nasal, homeopatia, acupuntura, amigas do peito e só faltou a “dança da chuva”. Por 1 mês, eu passei o inferno e nada de leite, só umas gotinhas aqui e ali, mas insisti mesmo assim. Minha filha tinha ótima pegada, eu virei um zumbi à disposição dela (como toda mãe faria), lutando pra dar certo. Mas não deu. Ela começou a perder peso de forma importante e aí o pediatra meteu a colher. Ela começou a desidratar, emagrecer e o complemento passou a ser dado antes do meu peito. Depois de 40 dias, meu leite secou de vez e a neném passou a usar o complemento.
    Quando a gente tem filho, sonha com um montão de coisas… A amamentação era uma delas. Jamais tive medo do bico rachar, sangrar ou qualquer dor que eu pudesse sentir. Eu aguentaria qualquer coisa pro bem dela.
    O pior de tudo foi a pressão que sofri, porque eu, com meus seios modificados pela operação, meus dutos tendo sido mexidos, não conseguia produzir nem 10ml de leite em cada mamada. Todo mundo enchia meu saco que eu tinha que amamentar e eu quase fiquei doida com isso, porque eu não conseguia. Usei bombinha elétrica, manual, fiz o capeta e nada!
    Meu grande amigo nesta hora foi meu homeopata de anos, um cara fenomenal, super a favor de que tudo seja natural para o bebê DESDE QUE POSSÍVEL. Ele me fez sentir melhor, parar de me culpar por algo que não era culpa minha. Amamentar é a melhor opção, quando isso pode ser considerado uma opção, né?
    Minha experiência com as amigas do peito infelizmente não foi das melhores. E da minha prima que passou pela mesma cirurgia que eu também muitos anos antes, idem. Minha opinião (desculpe a franqueza) é de que elas são ótimas para 90% dos casos, mas no meu, acabaram me prejudicando. Insistir em uma coisa que estava fazendo mal pra minha filha não foi um bom conselho. Insistir sim, não enxergar o que estava acontecendo, aí é extremismo demais pro meu gosto.
    Independente disso, tenho a impressão de que as pessoas não estão preparadas (não estou generalizando) para casos específicos como este. Médicos, inclusive. Fui à Fiocruz em busca de apoio e eles são excelentes, mas pouco puderam ajudar no meu caso. Senti que no Rio, as opiniões técnicas eram 8 ou 80: ou só peito ou só complemento.
    Pesquisei demais e só descobri muita coisa quando descobri uma associação de mulheres americanas que passaram por mamoplastia redutora e contavam como era a amamentação associada ao complemento, coisa comum e quase fundamental de andarem juntas neste caso específico, uma vez que seu peito foi mexido e é FATO: não é mais a mesma coisa no quesito amamentação/ produção de leite.
    Eu sei que meu caso e da minha prima foram casos isolados e super específicos, mas eu deixo o meu desabafo para que as pessoas entendam e parem de olhar para pessoas que usam complemento em seus filhos por motivos razoáveis (e não por preguiça ou facilidade) como se fossem criminosas usando um veneno para o filho. Cada mãe faz o melhor que pode para ver seu filho bem, saudável e crescendo feliz. Óbvio que se eu tivesse leite, eu jamais ia preferir gastar dinheiro, ter trabalho de lavar milhares de mamadeiras etc etc. O peito é o que há de bom, eu sei, mas nem sempre é possível. Discriminar quem usa complemento é um crime e o governo deveria incentivar a amamentação sim, mas sem criar este zum-zum-zum de que o único leite que presta é o materno.
    Graças ao complemento e ao meu amor, do meu marido, da nossa insistência e muita vontade de acertar, nossa filha está viva, saudável, crescendo direitinho e feliz. Nunca teve nenhuma doença grave, é super forte e um amor de menina.
    Deixei este comentário enorme pra te agradecer mais uma vez pelas dicas e relatos, mas também pra quem ler isso, ter a mente aberta e ficar em paz de que nós, mães, sempre queremos o bem de nossos filhos. E como diz o meu homeopata, amamentar é um gesto de amor. Mas “aleitar” também. Nada te impede de acariciar e fazer do momento de alimentar seu bebê um momento especial. Diferente com o complemento sim, mas com tanto amor como seu o leite saísse do peito.
    Agradeço todos os dias poder ter comprado o complemento e hoje olho pra trás e penso em quantas mães menos favorecidas que às vezes não podem amamentar devem sofrer com isso.
    Vou tentar achar o link da associação de mulheres que tiveram os seios reduzidos e postar aqui de novo, pois talvez possa ajudar quem passou pelo mesmo perrengue que eu.
    Parabéns pela sua dedicação e insistência! E boa sorte para todas que estão passando por este momento. Lembrem-se: amamentar é o melhor caminho, mas se não der pra você por algum motivo, você não é menos mãe por isso. Ser mãe é usar seu amor incondicional para ver seu filho bem. Ponto. O resto são apenas detalhes. 😉
    Ah, e só para constar: minha cirurgia plástica não foi estética. Eu sofria de dores na coluna terríveis e o problema era tão grave, que meu plano de saúde cobriu a cirurgia plástica. Era minha saúde física em jogo.
    Bjs pra vc! 🙂 Desculpe o desabafo, mas espero que ajude.

    Reply
  6. Paty says

    02/02/2012 at 15:33

    Aí vai o link que mencionei acima:
    http://bfar.org/

    Reply
    • Tati says

      03/02/2012 at 9:27

      Bonito depoimento. Às pessoas precisam aprender a ser menos radicais…nossa qta pressão p alguém q acabou de ter filhos. Bjs e parabéns

      Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:26

      Paty, que horror! Mas que mega falta de informação da parte desses grupos e médicos que você consultou hein! Essa semana mesmo eu estava relendo um livro (Secrets of the Baby Whisperer) e fala justamente no caso de mães que tiveram cirurgia de seio, que na maioria das vezes a amamentação (se possível) vai sempre andar junta com o complemento. Que pena que você passou por isso 🙁

      Como o marido de uma amiga minha falou pra ela (que estava tendo dificuldade pra amamentar), amamentar por si só não é garantia de nada. A filha dele mais velha (com uma ex-namorada, hoje a filha é adulta, foi criada por ele) não tem quase contato com a mãe, e olha que ela mamou até um ano e meio…ser mãe é muito mais que isso!

      Reply
      • Paty says

        04/02/2012 at 23:22

        Pois é, faltou informação e as pessoas foram meio radicais. O difícil foi que sendo mãe de primeira viagem, a gente fica meio perdida, não tem experiência e acaba ouvindo pitacos de todos os lados na intenção de acertar. Mas passou e hoje eu sempre conto isso pras minhas amigas para difundir ao máximo a informação. Não é pra desencorajar ninguém a amamentar, porque sou muito a favor. É só para as pessoas saberem justamente que ser mãe é muito mais que apenas amamentar.
        Que bom que com o Eric você conseguiu e tenho certeza que vai continuar conseguindo por muito tempo. Acho que o início que é mais difícil para alguns bebês, mas o pior já passou. Bj. Saúde pra vcs! 😉

        Reply
  7. Jessica Souza says

    02/02/2012 at 20:41

    Ola, Luciana!
    Vou fugir do assunto amamentação, ok!
    Ja comentei aqui com vc que eu estou indo de mudança em Março para Miami.
    Já tenho uma listinha do que levar:
    Estou pensando em levar as coisas bem pessoais, como fotos, livros, CDs(antigos), quadros e enfeites (presente de mãe artista), documentos, Kit Manicure, farmacinha.
    Gostaria de despachar os quadros, enfeites e alguns brinquedos favoritos das crianças… como faço? Tem alguma dica?
    Abraço

    Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:27

      Jessica, infelizmente não tenho, porque eu não trouxe mudança do Brasil pra cá! Eu trouxe apenas roupas e outros artigos pessoais que cabiam nas malas, o resto eu vendi tudo antes de vir!

      Reply
      • Jessica Souza says

        10/02/2012 at 6:34

        Obrigada pela resposta.
        ja estou vendendo tudo, passagem marcada para o dia 05 de março.

        Reply
  8. Liege says

    03/02/2012 at 15:25

    Nossa, com a Claire foi desse jeito tbm. Sofri muito e o pior de tudo eh que qdo ela estava com 4 dias, tivemos que ir pro hospital as pressas por causa da ictericia. Me senti pessima, culpada. Gracas a Deus hoje ela mama super bem e ficou super facil, algo que eu nunca imaginei que aconteceria.
    🙂
    O negocio eh ter paciencia.

    E o Eric, ein?
    Mas ta gatinho demais esse menino.
    Ele e mto grande, Lu.
    E vi que ta otimo com o pescocinho. A Claire ainda nao gosta de Tummy Time e ainda nao rolou. Ai, ai, ai.

    Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:32

      Que bom que ficou fácil! 🙂 Voltar pro hospital por causa de icterícia é dureza…tudo que a gente quer é ficar em casa com o bebê, tentando achar um pouco de paz no meio do caos, e aí tem que encarar a confusão do hospital de novo e ver o bebê naquela luz, afe! Nem a Julia nem o Eric tiveram, mas lembro até hoje da minha afilhada que teve que ficar, eu morri de pena, e isso foi há muitos e muitos anos (velhice é fogo, ela está com 20 anos)!

      Ele tá fofo mas eu sou suspeita logicamente 😉 Realmente tá bem grandão, as pessoas sempre se espantam quando eu digo que ele tem 3 meses, porque tem tamanho de 6. Mas não se preocupa não, ainda tem tempo pra ela rolar, a Julia também demorou (ela rolou 1 vez super cedo e depois só foi rolar mesmo várias vezes muitos meses depois!).

      Reply
  9. Isabella says

    03/02/2012 at 21:05

    E tem o kellymom.com também.
    Ele está lindo!

    Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:33

      Eu adoro o kellymom, mas eu quis citar mesmo grupos que você pode encontrar com gente ao vivo e a cores, porque na hora dos problemas eu acho que o que resolve mesmo é alguém mostrando o que tem que fazer!

      Reply
  10. Barbara says

    04/02/2012 at 16:31

    Depois do seu depoimento todo, dei de cara com essa cara de safado foferrima do Eric e ate esqueci o que eu ia dizer! 🙂
    Que bom que ele esta mamando direitinho, e que voes conseguiram contornar as dificuldades! Eu nao tive mastite, mas tive thrush (candida) e foi bem chatinho. Eu nao pretendo desmamar o Jonas antes do proximo (nao, eu nao estou gravida) mas vamos ver que bicho vai dar aqui em casa.
    Beijinhos!

    Reply
    • Luciana Misura says

      04/02/2012 at 22:37

      Hehehe 🙂 Thrush deve ser chatinho, se não me engano esse Triple Nipple Cream é usado pra thrush também…mas ele ainda está super interessado em mamar? A Julia mamava de noite antes de dormir e de manhã cedo no final, durante o dia ela nem ligava muito…

      Reply
      • Barbara says

        05/02/2012 at 3:18

        Se deixar o Jonas mama o dia todo! E para tirar as mamadas da madrugada foi dificil. Eu acho engracado quando as pessoas falam que os filhos largaram o peito por vontade propria antes dos dois anos, porque nao consigo nem imaginar isso! Nao tenho pressa em desmamar, mas adoraria que ele mamasse so umas duas vezes por dia.
        PS: thrush eh um saquinho, mas se eu tivesse bem informada poderia ter sido bem mais facil e rapido. Mesmo fazendo varias aulas de pre natal, lendo todos os folhetos sobre amamentacao e tendo visita da midwife especializada em amamentacao, eu nao fazia ideia do que era, ate que procurei no google os problemas que eu tava tendo e descobri! (tudo bem, nao fiz a pesquisa la muito bem, mas alguem podia ter me avisado, ne?)

        Reply
        • Luciana Misura says

          07/02/2012 at 22:05

          Também sempre achei engraçado isso do bebê largar sozinho, porque se dependesse da Julia acho que ela ainda estaria mamando antes de dormir!

          Com certeza a midwife tinha que ter dado um toque, é uma coisa tão comum…putz!

          Reply
  11. Loraine says

    05/02/2012 at 10:21

    Oi Lu, também passei o mesmo aperto com a minha filha (a primeira), já com o segundo foi tudo tranquilo. A Luiza tb tinha o mesmo problema de “pega”, não abria a boca e tinha um reflexo de mordida. Tive mastite umas 3 vezes e é exatamente o que vc descreveu, um horror!

    Se eu posso deixar uma dica (pelo menos pro pessoal do Rio e Niterói), o Instituto Fernandes Figueira da Fiocruz (na praia do Flamengo) tem uma equipe especializada em amamentação. Eu fui parar lá na segunda semana da Luiza e as enfermeiras são verdadeiros anjos. Elas cuidam da mãe desesperada e do bb. Fiquei uma manhã inteira lá conversando com pediatras, enfermeiras e fisioterapeutas. Elas me ensinaram a tirar leite, a colocar o bb na posição certa, a cuidar dos seios e um exercício para diminuir o reflexo de mordida do neném. Saí de lá outra pessoa. Melhor de tudo, pelo SUS. Nem precisei do meu plano de saúde. Muita gente não conhece esse serviço!

    Eu usei uma pomada chamada Lansinoh na amamentação do meu filho, não tive problema nenhum!

    Bjs!

    PS: Seus filhotes estão lindos!!!

    Reply
    • Luciana Misura says

      07/02/2012 at 22:02

      Ótima dica Loraine, eu nunca tinha ouvido falar desse lugar e parece excelente! A Lansinoh eu usei das duas vezes no início, mas ela sozinha não faz milagre 😉 Se a pega estiver errada…já era! Obrigada!

      Reply

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