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Archive for the ‘Me deu uma fome…’ Category

Encontro de blogueiros viajantes

August 12th, 2010 by Luciana Misura

A Carla viu que eu estava no Rio e me chamou pra encontrar a turma que comenta no Viaje na Viagem, que a Majô tinha combinado com o pessoal no Gula Gula de Ipanema ontem e lá fomos nós. Demoramos um pouco pra achar o lugar (como morava em Niterói conheço pouco a Zona Sul do Rio) e a sinalização deixa bastante a desejar…enfim chegamos e a turma já estava animada no bate-papo. Estou tentando achar todos os blogs e twitters do pessoal que foi mas ainda não consegui, estavam lá a Sut-Mie, a Carla Portilho e o Paulinho, a Cristina, a Carla Z, a Sylvia e o Mario, a Lu, a Marília, a Meilin, o JB, o Arthur, a Paula e o Fred, quem mais ficou faltando? Estou esperando a Majo colocar as fotos porque eu burramente não levei a câmera. Foi uma noite ótima recheada de conversas sobre viagem, como não podia deixar de ser. Adorei! Foi uma feliz coincidência, obrigada pelo convite Carla!

Uma cobra, um caiaque e um restaurante

June 3rd, 2010 by Luciana Misura

Como nós estamos aqui trabalhando, então a Julia passa o dia com os avós, a gente acaba não tirando muitas fotos. Hoje o Gabe parou de trabalhar um instante pra fotografar a cobra que apareceu na cerca do jardim. A minha sogra identificou a tal da cobra, que não é venenosa nem nada, e ela seguiu o seu caminho tranquilamente. Julia não viu a cobra, e depois do nosso encontro supresa com uma cobra no jardim botânico aqui de Austin eu não sei como ela iria reagir…

No final do dia ela foi passear de caiaque com os avós no rio, ela já tinha experimentado uma canoa com a gente aqui perto de casa e adorou “remar” (me pediu pra comprar um remo pequenininho para ela). Então foi toda animadinha pros caiaques com eles, que deram uma boa meia volta na ilha até anoitecer.

Nós aproveitamos a deixa enquanto eles passeavam e fomos jantar num restaurante em downtown Detroit que gostamos, chamado The Whitney e que não é lugar para levar criança. É uma mansão histórica lindíssima cheia de trabalhos em madeira, vitrais, ferro, enfim, coisas que já não se fazem mais nos dias de hoje. Essa casa já era considerada over the top (exagerada) pela sociedade da época quando foi construída, e é protegida pela sociedade do patrimônio histórico local. A comida é boa também, eu pedi um salmão selvagem com ratatouille que estava delicioso, uma salada verde com queijo brie en crôute e amêndoas também muito boa, e uma sobremesa de chocolate que era tipo um bolinho com mousse e calda de framboesa. É bom ter os avós de babysitter de vez em quando ;-)





Noite da pizza (1 e 2)

April 17th, 2010 by Luciana Misura

Quando eu ainda morava em Washington e fazia experimentos culinários com a Lu, fizemos a primeira noite da pizza lá em casa. Peguei uma receita de massa online, compramos um monte de ingredientes que a gente acha em pizzas brasileiras e gostamos do resultado. Daí em diante foram muitas noites da pizza, chamando os amigos, testando ingredientes, tomando vinho, fazendo pizza doce no final, enfim, foram bons tempos!

Acabou que esse mês nós marcamos duas noites da pizza em finais de semana seguidos depois de 2 anos que não fazíamos isso (desde que mudamos pra Austin!). No domingo em que estávamos em Seattle na casa da Lu relembramos os velhos tempos, e essa noite da pizza de Seattle foi uma refrescada na memória pra noite da pizza de Austin no sábado seguinte. E precisávamos mesmo, porque em Austin foram 32 pessoas entre adultos e crianças de idades variadas que vieram para a comilança.

Muita gente pediu a receita e dicas de como fazer, então estou colocando aqui no blog. Fotos a seguir.
(more…)

Cupcakes de cenoura e brigadeiro

March 30th, 2010 by Luciana Misura

No sábado vieram umas amiguinhas da Julia aqui pra brincar e minha mãe ia fazer o bolo de cenoura com cobertura de brigadeiro que ela sempre faz. Sugeri uma mudança: fazer nas formas de muffin, pra ficarem como cupcakes no final. Eu tinha forminhas de papel em casa e usei minha forma de muffin grande, deu certo! Os primeiros a gente não tinha noção de quanto o bolo ia crescer e ficaram gigantes, mas na segunda leva a gente acertou a medida e ficaram uns cupcakes bonitinhos. As crianças (e as mães) comeram contentes ;-)

A revolução de Jamie Oliver

March 22nd, 2010 by Luciana Misura

Gosto muito do Jamie Oliver; para quem não conhece, ele é um chef britânico simpático que tem vários programas de TV e livros de receita bacanas. O mais importante no trabalho de Jamie que faz com que ele seja diferente do resto, é que ele quer ensinar todo mundo a cozinhar de forma rápida, simples e saborosa, e dessa forma fazer com que pessoas que vivem de comida pronta passem a cozinhar em casa. E ele vai atrás das pessoas, ele já fez isso na Inglaterra, já ensinou muita gente a cozinhar, foi até as escolas públicas por lá e mostrou as coisas horríveis que as crianças comiam, ensinou as equipes de cozinha a realmente cozinhar ao invés de só requentar congelados, e agora é a vez dos EUA. Ele esteve em uma cidadezinha em West Virginia que é considerada a mais obesa do país, e o resultado dessa experiência virou o programa Jamie’s Food Revolution que estréia agora no dia 26 de março na ABC.

Do programa que ele fez na Inglaterra saiu o livro Ministry of Food, que aqui nos EUA se chama Jamie’s Food Revolution. Vi na casa de uns amigos no Rio em dezembro e comprei um para mim, que livro ótimo! Esse final de semana que passou fiz duas receitas e agora estou empolgada para fazer muitas outras: realmente fáceis e rápidas, é pra qualquer um fazer, com ou sem experiência na cozinha. O livro tem ótimas fotos da preparação dos pratos, ensina a fazer TUDO, desde ovo cozido, frito e mexido até carne assada, frango assado, comidas e saladinhas básicas do dia-a-dia mesmo, passando por ótimas receitas indianas, sopas, sobremesas, tudo muito simples. Ontem já separei receitas para essa semana inteira e compramos tudo no mercado, estávamos brincando que vai ser a versão de Julie & Julia com receitas do Jamie Oliver aqui em casa.

Para quem mora no Brasil e quer comprar o livro em português, é esse aqui.

Restaurantes em NY

December 9th, 2009 by Luciana Misura

Uma das coisas boas de NY são os restaurantes, essa viagem não deixou a desejar. Os 4 lugares gostosos que conhecemos:

Vento Trattoria (italiano) – no Meatpacking district. Bonitinho, barato (pratos de massa na $14 no jantar, carnes a $18), comida gostosinha, serviço super simpático. Fomos com a Monica e a Luna e o garçom ficou o tempo todo fazendo gracinhas para a Luna. Não é o melhor italiano que já experimentei mas pelo preço é um bom custo benefício, com estilo. Comi uma massa com alcachofra, pecorino e camarão que estava gostosinha, mas nada demais. As meninas gostaram mais do que pediram do que eu.

SushiAnn (japonês) – Midtown (east). Autêntico, sushi fresquíssimo, serviço decente e o preço é na média de comida japonesa, que é sempre mais cara que o resto ($28 o meu sushi deluxe). Estava bem cheio pro jantar. Os sushimen e garçons falavam japonês, o que é sempre bom sinal. Pedi o sushi deluxe e estava excelente, os peixes eram de primeira. Não espere nenhum sushi moderninho com molhos, maionese, fritura ou algo parecido, tudo no cardápio era bem tradicional.

Bar Breton (francês) – Flatiron. Uma creperia francesa ótima, eles servem galettes que são crepes abertos feitos com massa de trigo integral. Muitos vinhos e deliciosas opções de crepes salgados e doces, eu comi um com queijo de cabra, rúcula e presunto cru, ótimo e de sobremesa o tradicional crepe de nutella. O garçom tinha uma namorada brasileira e arriscou um pouco de português, deixou a gente ficar lá batendo papo sem incomodar por horas. Os crepes são baratos, salgados na faixa de $11-17 e doces ainda menos. Os pratos ficam na faixa de $20.

Penelope (variado americano) – Murray Hill. Um restaurante pequeno e simpático, com cara de que faz comida caseira. O almoço tem um monte de saladinhas bacanas, sanduíches e comfort food como a chicken pot pie (que é o “empadão” deles aqui, um creme de frango e legumes dentro de uma tigela com uma massa fechando só em cima). Estava cheio, pegamos a última mesa vazia e o serviço foi meio confuso, mas a comida veio rápido. Bom, bonito e barato, acho que o prato mais caro custava $15 no almoço.

Restaurantes em Las Vegas

October 17th, 2009 by Luciana Misura

Em Las Vegas come-se muito bem e gasta-se muito também. Muitos chefs famosos tem filiais de seus restaurantes estrelados na cidade. Então pra quem quer comer bem, a oferta é grande (mas pra quem não quer gastar, os cassinos tem inúmeros buffets cobrando preços acessíveis).

Eu queria experimentar vários restaurantes bacanas, então aqui vai a lista dos lugares que eu fui e recomendo!

Rao’s – italiano – muito bom. Esse restaurante é de Nova York e dizem que é quase impossível conseguir uma mesa por lá. Pois na filial de Las Vegas em um domingo a noite estava tranqüilo, era só chegar e sentar na mesma hora. Comi um ravioli muito gostoso com o famoso molho de vodka deles. Saiu $35 sem bebida alcóolica (pra 1 pessoa).

Mesa Grill – southwestern (americana do sul com um toque mexicano) – muito bom. Restaurante do chef Bobby Flay do Food Network, tem que fazer reserva – foi difícil conseguir um horário em uma segunta-feira a noite, então pro final de semana deve ser complicado. Comi um porco delicioso com molho de bourbon e chile. Saiu $45 sem bebida alcóolica (pra 1 pessoa).

Nobu – japonês – muito bom. Ótima variedade de pratos – crus ou não. Sushi e sashimi bem frescos, boa variedade, ótimo serviço. Pedimos montes de sushi rolls (um melhor que o outro mas o favorito da mesa foi o spicy scallop) para dividir por 4 pessoas e saiu $44 por pessoa sem bebida alcóolica.

Bartolotta – italiano mediterrâneo – excelente. Comi um risoto de frutos do mar que estava ótimo. Fica no Wynn e tem uma área externa com mesas perto de um lago artificial que tem um show de hora em hora se não me engano, mas pra pegar essas mesas tem que fazer reserva. Saiu $60 por pessoa sem bebida alcóolica.

Bradley Ogden – americano – excelente. Comi o menu preço fixo de 3 pratos – entrada, principal e sobremesa. A entrada foi um suflê de blue cheese (ótimo), o prato principal foi um peixe (halibut) delicioso e a sobremesa não me lembro de jeito nenhum (sinal de que não estava lá essas coisas). Serviço impecável. Foi $65 por pessoa sem bebida alcóolica.

Da outra vez que estivemos em Las Vegas (eu e o Gabe pra passar o final de semana em 2007) nós fomos a esses dois restaurantes:

Nove – italiano – bom. Comi uma perna de carneiro que eu não deveria ter pedido porque é muito gordurosa pro meu gosto, mas a carne em si estava gostosa. O risoto de aspargos que acompanhava estava muito bom. De sobremesa morangos com vinagre balsâmico, mas na minha opinião eles exageraram no vinagre. A decoração é moderna encontra Toscana (estranha) e tem uma vista bacana do Strip (a rua dos hotéis). Não me lembro quanto foi, mas sei que saiu menos de $100 pra nós dois.

Le Cirque – francês – excelente. Comemos o menu degustação, entrada, principal e sobremesa. A minha entrada foi uma salada de lagosta ótima, o principal um peixe (sea bass) com umas batatas finíssimas parecendo um mil folhas e a sobremesa um suflê de chocolate. O Gabe comeu um bife Kobe e não lembro as outras coisas que ele pediu. A decoração é como se você estivesse dentro da tenda de um circo. O serviço foi impecável e eles criaram um drink não alcóolico pra mim (eu estava grávida com o maior barrigão na época) que combinava com os meus pratos (tinha maracujá e menta misturado com outras coisas). O menu degustação é $125 por pessoa.

Nobu

October 14th, 2009 by Luciana Misura

Otimo restaurante japones no Hard Rock Hotel.

Acabando de comer

October 12th, 2009 by Luciana Misura

Fast Food Orgânico

September 9th, 2009 by Luciana Misura

Hoje o Gabe passou no TerraBurger no caminho pra casa e trouxe os burgers de lá pra gente provar. O TerraBurger é uma lanchonete onde os ingredientes principais são orgânicos e todo o resto é no mínimo natural – sem preservativos, corantes, gorduras trans e afins. A carne dos hamburgers é orgânica, por exemplo. E eles listam os ingredientes todos dizendo o que é orgânico e o que não é. A preocupação vai além da comida, eles também mostram todas as medidas que tomaram pra reciclar, usar energia de forma eficiente, muito interessante.

A comida em si: os sanduíches são gostosos, o pão tem que melhorar, foi a parte mais fraquinha. Adorei as batatas doces fritas em palito, mas as batatas fritas de um modo geral estavam um pouco gordurosas, mas como não eram fresquinhas (o Gabe trouxe pra casa) não sei se na hora teriam sido melhores. Julia comeu o mini-burger dela feliz e uma salada de frutas de sobremesa. Obviamente o preço é mais alto do que os fast foods normais, $24 pra nós três, um McDonald’s teria sido uns $15 no máximo, mas até que a diferença não é TÃO gigante assim e se for comparar com um lugar que serve burgers mais incrementados tipo a rede Red Robin, que não serve orgânico nem é ecologicamente correta, fica na mesma faixa.

O que me irrita é que lugares ecologicamente corretos deviam ser a norma, e não a gente ter que pagar mais caro pra salvar o meio-ambiente e a saúde. Mas aí é outra história, o TerraBurger é só uma consequência…